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Empresa que teve o contrato rescindido pelo Município demitiu mais de 40 funcionários

O vereador Alberto Meneguzzi/PSB lamenta a demora na rescisão de contrato de 42 trabalhadores vinculados à empresa CCS Serviços Terceirizados, que teve o contrato de prestação de serviços rescindido pelo Executivo, depois de descumprir por vários meses, as leis trabalhistas. Desde fevereiro, a terceirizada não pagava os funcionários e a Prefeitura teve que pedir na Justiça, autorização para quitar os salários diretamente aos profissionais. Eles atuavam no Centro Administrativo Municipal e algumas secretarias.

Os contratos foram mantidos pelo Município até o dia 20 de junho. O prazo para rescisões era o final do mês. Entretanto, até esta quarta-feira (08), Meneguzzi recebeu várias mensagens dos trabalhadores demitidos de que o pagamento das rescisões ainda não foi feito.

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Asseio, Conservação, Limpeza Urbana, Ambiental e Áreas Verdes de Caxias do Sul (Sindilimp),  Henrique Silva, o Município já efetuou depósito judicial do valor retido no contrato com a CCS. A entidade aguarda a liberação do valor para dividir igualitariamente entre todos os demitidos. Caso faltem recursos para cobrir as rescisões, o Sindilimp entrará com ação na Justiça do Trabalho, cobrando do Município, que depois deverá buscar ressarcimento direto com a empresa.

“Espero que o Poder Judiciário se sensibilize com a situação destes trabalhadores e seja célere na liberação do valor ao Sindilimp. São profissionais que já recebiam um salário baixo e agora com a pandemia, estão precisando muito desse valor. Além disso, ao contratar a segunda colocada na licitação, o Município reduziu para apenas 18 postos de trabalho. Fato que gerou o desemprego de mais 24 trabalhadores em Caxias do Sul”, ressalta Meneguzzi.

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