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O programa Acredita, apresentado na Rádio Caxias 93,5 FM entrevista neste domingo, dia 08 de maio, dia das mães, DIZA GONZAGA.

Maria Edi de Moraes Gonzaga, mais conhecida como Diza Gonzaga (Santiago23 de junho de 1953) é uma arquiteta e ativista brasileira. É idealizadora e presidente voluntária da Fundação Thiago de Moraes Gonzaga,[1] onde ficou conhecida por debater questões sociais ligadas ao trânsito na sociedade.

Como palestrante e conferencista, tem participado de congressos e eventos nacionais e internacionais, apresentando o programa Vida Urgente e compartilhando sua experiência em educação para o trânsito, mobilização social e voluntariadopolíticas públicas e legislação de trânsito e mobilidade. É autora de vários artigos relacionados à área e do livro Thiago Gonzaga – Histórias de Uma Vida Urgente, que está em sua 17ª edição.

Em março de 2019, Diza Gonzaga foi convidada pelo governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, para assumir a Diretoria Institucional do Detran-RS[2][3][4][5][6]. Movida pelo desejo incansável de salvar vidas, Diza tem o desafio de levar a sua experiência de mais de 20 anos na sociedade civil organizada para o setor público, contribuindo para a humanização e a preservação da vida no trânsito.

Família e origem

Diza nasceu em Santiago, região central do Rio Grande do Sul. É a sexta dos sete filhos de Franklin Ferreira de Moraes e Elvira Dias de Moraes. Filha de militar, mudou-se com apenas seis meses de idade para morar em Vacaria. Com nove anos, foi com a família para Porto Alegre.

Fundação Thiago Gonzaga e Vida Urgente

Regis Gonzaga e Diza Gonzaga no Lançamento do Programa Vida Urgente da Fundação Thiago de Moraes Gonzaga em 20 de maio de 1996.

Na madrugada fria de 20 de maio de 1995, Thiago de Moraes Gonzaga, então com 18 anos de idade, pegara uma carona na saída de uma festa. O carro acabou colidindo em um contêiner de lixo colocado irregularmente na rua. Excesso de velocidade e imprudência foram fatores determinantes para o fatal acidente de Thiago e seu amigo Rodrigo. Chamada ao local, Diza literalmente recolheu seu filho do asfalto[8].

Inconformada com aquela ‘morte anunciada’ (pois as estatísticas apontavam os acidentes de trânsito como a principal causa de mortes de jovens, do sexo masculino, entre 18 e 25 anos, geralmente em retornos de festas nas noites de fim de semana),[9] Diza Gonzaga sentiu que devia fazer algo para que a morte de seu filho Thiago e do amigo não se tornasse apenas uma estatística. Assim, exatamente um ano após a sua morte, ao invés de uma missa, Diza e Régis Gonzaga promoveram uma festa no Bar Opinião – último lugar onde Thiago estivera. No evento eles lançaram o programa Vida Urgente e a Fundação Thiago de Moraes Gonzaga. Na mesma noite, Diza também lançou o livro Thiago Gonzaga – Histórias de uma Vida Urgente.[10]

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