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Parlamentar acredita que este modelo de gestão propicia irregularidades na gestão do dinheiro público

O vereador Alberto Meneguzzi/PSB repercutiu, na sessão desta quinta-feira (28), a operação da Polícia Federal, ocorrida no dia anterior, em Rio Pardo/RS, onde o prefeito Rafael Barros/PSDB foi preso, acusado de fraude em licitação, peculato, corrupção passiva, organização criminosa, entre outros ligados à corrupção, em torno de R$ 15 milhões. Segundo o Ministério Público, os fatos teriam ocorrido na prefeitura e no hospital regional do município. Ele ressaltou a semelhança do que ocorre em vários estados brasileiros.

A terceirização é a porta de entrada da corrupção. Na área da saúde, principalmente, desvio de dinheiro, propina, má gestão. Isso foi comprovado em Rio Pardo. Empresa terceirizada que usa a quarteirização para passar o dinheiro para o bolso de um e de outro”, ressaltou, acrescentando que a investigação chegou até o presidente estadual do Solidariedade e vereador de Porto Alegre, Cláudio Janta.

Ainda conforme Meneguzzi, as empresas terceirizadas são prejudiciais aos cofres públicos. Ele ressaltou, como exemplo, as irregularidades atribuídas ao Instituto de Gestão e Humanização (IGH), que administra a UPA Zona Norte, que foram encaminhadas ao Ministério Público, sobre a má gestão dos recursos públicos. “O que está acontecendo em outros lugares não é só mais a má gestão, mas a má índole dos políticos e desses empresários das terceirizadas, que se utilizam de um momento como esse, de pandemia, para roubar e saquear o povo”, salientou.

Alberto Meneguzzi destacou ainda fatos ligados à compra de respiradores que não chegaram aos leitos dos hospitais públicos, por fraudes em licitações. “Um saque do dinheiro público com o aval de gestores, envolvendo propina, corrupção, roubo e desvio de recursos. Precisamos repensar essa terceirização”, pondera.

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