A vida não pode ser “maquiada”

maio 26, 2020

Diante dos problemas da vida, não procure atalhos. Confie em Deus. Ele não lhe deixará faltar a sua ajuda. A vida, não pode ser “maquiada” quando as coisas vão mal. Aceite o que lhe acontece, não fuja das situações ruins. Quando há dificuldade, é preciso considerá-la, falar a respeito, nunca escondê-la.
Tenha certeza e fé: quando houver problemas, é preciso enfrentá-los, e o Senhor nos ajudará a resolvê-los.
Não devemos ter medo dos problemas. Com as dificuldades da vida, com as situações difíceis, com os problemas que às veze s parecem sem solução, devemos confiar. Jesus mesmo nos diz ” Sou eu, não tenhais medo.” Sempre, quando o mundo parecer ruir, sempre, o Senhor está por perto.
Não é boa atitude fazer maquilagem da vida. A vida, é como é, é a realidade. É como Deus quer que seja, ou como Deus permite que seja. O espírito do Senhor nos dará a solução para os problemas.
Jesus nos diz ” Não tenhais medo, sou eu. É o que ele diz sempre quando a dificuldade se apresenta. Nos momentos onde tudo é escuro, e não sabemos o que fazer, Jesus está presente e nos faz ir em frente, seguindo um caminho certo.
Não tenhai
s medo.
Tome a vida como vem e procure resolver os problemas. Busque o encontro com Jesus, que sempre estará ao seu lado, mesmo nos momentos mais escuros.
Eu acredito em dias melhores.
É preciso acreditar.

Meneguzzi solicita informações e sugere posto da Guarda Municipal do antigo prédio do INSS

julho 22, 2019

Parlamentar pede que o município detalhe os testes realizados na estrutura física e o plano de ocupação

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) protocolou, na tarde desta segunda-feira, 22 de julho, pedido de informações sobre o plano de ocupação e os testes estruturais no antigo prédio do INSS, localizado no bairro Cinquentenário e de propriedade do Executivo desde 2017. No documento, composto por cinco questões, o parlamentar pede que a prefeitura detalhe as ações realizadas em relação à segurança e preservação do imóvel.

Meneguzzi também encaminhou indicação às secretarias de Planejamento e de Segurança Pública, na qual sugere que seja implantado um posto da Guarda Municipal no prédio. Ele cita a falta de segurança e o episódio da morte de uma jovem, encontrada com o corpo parcialmente carbonizado. “Esse prédio pertence à comunidade e precisa funcionar a serviço da população e não servir como espaço de violência”, explica.

Meneguzzi partilha história de vida com jovens do Projeto Pescar São José

abril 1, 2019

Gabinete do parlamentar esteve entidade durante a tarde desta segunda-feira, 1º de abril

O gabinete do vereador Alberto Meneguzzi (PSB) busca dinamizar as práticas que visam o bem comum. Esse foi o sentido da palestra realizada pelo parlamentar, nesta segunda-feira, 1º de abril, para os 41 jovens atendidos pelo Projeto Pescar da Paróquia São José. Ao longo de toda a tarde, ele compartilhou histórias de vida e falou sobre seus sonhos, além do trabalho de jornalista, relações públicas e legislador.

Durante o encontro, Meneguzzi tocou violão, falou sobre sua realidade familiar e a relação com Deus. Depois disso, respondeu a diversas perguntas dos jovens. As principais temáticas da faixa etária atendida, dos 15 aos 18 anos, trataram de pena de morte, revogação do estatuto do desarmamento, legalização do aborto e da maconha.

Meneguzzi destaca a coragem dos jovens e a importância de debater sobre assuntos que são mais delicados, mas que envolvem a vida da juventude. “Uma das perguntas foi sobre o que me levou a lutar contra o fechamento do Senai José Gazola, outros me pediram sobre assuntos polêmicos, o que considero saudável, porque mostra que essa gurizada busca se informar e se inteirar dos assuntos. Eles são privilegiados, porque tem o Pescar que se preocupa e ajuda eles a sonharem”, completou.

Anualmente, Meneguzzi ajuda, como voluntário, às turmas do Projeto Pescar. Além da Paróquia São José, ele já palestrou para os jovens das unidades Diamantino e Hospital Pompéia.

Artigo: a vida é um sopro

setembro 23, 2018

Artigo publicado na coluna Ponto de Vista do Jornal Lourdes – edição de setembro/2018

Perdi recentemente um amigo, que lutou bravamente durante oito anos contra um tumor cerebral. Faz um mês que fui visitá-lo. Tomamos um café juntos e falamos sobre igreja, política e sobre a efemeridade da vida e a fragilidade das relações. Naquele dia, ele já estava com bastante dificuldades de visão e de locomoção. Tomou o café, guiado pela sua esposa, parceira de muitos anos, amiga, companheira.

No fundo no fundo, esse meu já sabia que a sua vida estava chegando ao fim, depois de uma longa batalha contra este tumor terrível que se alojou na sua cabeça. Ainda quando eu trabalhava na Rádio, convidei este meu amigo para ir inúmeras vezes aos programas que eu apresentava para relatar o seu drama e a sua luta contra o tumor. Era uma forma de encorajar quem ouvisse a enfrentar seus dilemas pessoais com a mesma determinação dele. Ele sempre aceitava o convite e dava verdadeiras lições de vida, sempre deixando como palavra final o ensinamento de que devemos lutar pela vida, agradecer cada momento, não nos entregarmos nunca.

Ao vê-lo ali, no seu velório, veio-me cada uma das suas palavras de coragem e fiquei pensando que eu, e tantas outras pessoas, não temos nenhum problema de saúde, e mesmo assim agradecemos tão pouco e reclamamos um bocado de vezes de coisas tão simples.

O café que eu tomei com o meu amigo recentemente, foi o nosso último contato. E ali, refletimos como são poucos os amigos nos momentos de uma doença, mas como são verdadeiros alguns que se apresentam nestas horas, nem que seja para um simples café num sábado a tarde para falar sobre coisas banais.

Ando perdendo meus amigos, pessoas com as quais convivi na escola, na adolescência, ou em algum momento na minha vida. E estas perdas, tem sido cada vez mais doloridas.

Estou aqui mais uma vez escrevendo sobre este sentimento que se apodera de mim quando vejo pessoas próximas partirem. Fico sempre refletindo sobre o óbvio: que a vida é breve, e que devemos aproveitar cada momento como se fosse o último.

Chorei de novo a perda de um amigo e meu dia foi triste, mas sei que devemos todos reagir, lutar contra a maré, enfrentar as dificuldades, e sermos gratos por tudo, mas tudo mesmo.

A vida é um sopro e isso eu aprendo a cada dia!

A capacidade de iluminar os outros

junho 9, 2018

“Há pessoas que tem o sol dentro de si. Não se abalam com as dificuldades e fazem questão de iluminar os outros.”

Li esta frase no meio de tantas outras que leio diariamente postadas em alguma rede social. Pode parecer simples demais para uma reflexão mais profunda, mas ela tem o seu fundo de verdade.

Existem pessoas que exalam otimismo e é bom estar ao lado delas. Por um outro lado, existem aquelas que estão sempre acompanhadas de uma “nuvenzinha” de tempestade. Deste tipo de gente, só se pode esperar coisas ruins: fofocas fuxicos, intrigas, inveja e atitudes que não edificam.

O Papa Francisco, em várias das suas homilias, tem alertado para o perigo de pessoas fofoqueiras, fuxiqueiras e negativas. E ele toca na ferida, vai direto ao ponto quando diz que pessoas que agem assim são semelhantes a terroristas, que jogam uma bomba, fazem um enorme estrago e desaparecem. Quem fala mal do próximo é um hipócrita, diz o Papa.

Aos que diminuem os outros ao invés de edificar, aos que eu chamo de “nuvenzinhas de tempestade”, o recado é duro: “Aqueles que vivem julgando o próximo, falando mal do outro, são hipócritas, porque não têm a força e a coragem de olhar  para os próprios defeitos.”

Não se trata de simplesmente odiar gente assim, ou pagar na mesma moeda. Trata-se apenas de se proteger, de ignorar, de ser mais forte do que o “negativo”

Com isso, aprender a valorizar mais as que possuem o sol dentro de si. As vezes, estas “pedras preciosas”, estão mais próximas do que a gente imagina, e querem nos ajudar.

Em épocas de relações superficiais e robotizadas, uma “nuvenzinha de tempestade” tem ganhado mais atenção do que um simples raio de sol.

É por isso que estamos quase todos os doentes!

Meneguzzi promulga lei que estimula campanha de doação de sangue e órgãos

abril 26, 2018

Proposta do vereador Gustavo Toigo dispõe sobre ação permanente no transporte coletivo

O presidente da Câmara Municipal de Caxias do Sul, Alberto Meneguzzi (PSB), promulgou, na tarde desta quinta-feira, 26 de abril, a lei municipal 8.279. A medida autoriza a concessionária do transporte coletivo urbano de passageiros do município a promover campanha permanente de estímulo à doação de sangue, medula óssea e órgãos.

A assinatura, realizada na sala de reuniões da presidência, contou com a presença do proponente, Gustavo Toigo (PDT), do presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente (CSMA), vereador Renato Oliveira (PCdoB) e da assessora de imprensa da Viação Santa Tereza (Visate), Alexandra Duarte. Além deles, também acompanhou o ato, o integrante do Comitê Municipal de Doação de Órgãos e Tecidos (CMDOT) e presidente do Banco de Olhos do Hospital Geral (HG), Leandro Casiraghi.

O substitutivo 1/2015 do projeto de lei 260/2013, que autoriza a concessionária do sistema de transporte coletivo urbano de passageiros a promover campanha de estímulo à doação de sangue, foi aprovado por unanimidade, na sessão de 06 de abril de 2018. Para promover a conscientização, os ônibus poderão exibir a mensagem “Doe sangue, medula óssea e órgãos – ajude a salvar vidas” no interior ou na parte externa, por meio de mídia eletrônica ou cartazes. Toigo sugere que a ação ocorra durante a Semana de Conscientização da Importância de Doação de Sangue, celebrada sempre em novembro.

Por maioria de 19 votos a dois, o plenário da Câmara derrubou, em 19 de abril, o veto total do prefeito Daniel Guerra/PRB ao projeto. No documento, o chefe do Executivo explicou que se tratava de matéria inconstitucional por apresentar vício formal de iniciativa, o que fere o princípio da separação e independência entre os poderes.

Durante o ato de promulgação, Meneguzzi agradeceu a presença dos vereadores e representantes da concessionária do transporte coletivo e do representante CMDOT e do Banco de Olhos do HG. De acordo com o presidente do Legislativo, num universo de quase 9 mil leis, essa medida se destaca pelo diálogo e construção conjunta entre o vereador Toigo e Visate. “Que essa lei saia do papel e que por meio dela, muitas pessoas sejam sensibilizadas a doarem sangue, a medula e avisem sua família quanto à doação de órgãos. Contem com a Câmara”, sublinhou.

Meneguzzi recebe novas denúncias de irregularidades na gestão da UPA Zona Norte

dezembro 11, 2017

Documentos e gravações serão entregues ao Ministério Público nesta terça-feira

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) irá protocolar, nesta terça-feira, 12 de dezembro, novas denúncias contra o Instituto de Gestão e Humanização (IGH). Os relatos dão conta de novas irregularidades na administração da UPA Zona Norte. O parlamentar este reunido com um gripo de colaboradores da entidade na manhã desta segunda-feira e conversou com os profissionais por mais de 1h30.

Meneguzzi deverá entregar um CD com os áudios de todas as denúncias, bom como outros documentos à promotora do Ministério Público, Adriana Chesani, nesta terça-feira. Ao todo, são mais de cinco horas de gravações e depoimentos de colaboradores e ex-funcionários da UPA Zona Norte denunciando irregularidades e descumprimentos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), convenções coletivas, bem como a falta de equipamentos e materiais para a prestação do serviço.

Além do MP, Alberto Meneguzzi deverá se reunir também como o gerente do Ministério do Trabalho, Júlio César Goss, para tratar de assuntos referentes às denúncias feitas em 10 e 22 de novembro. “Já se passaram 30 dias desde que foram entregues as primeiras denúncias. O Executivo municipal sequer se pronunciou. Fez igual com a segunda. O Ministério Público nos pediu provas e vou encaminhar. Inclusive, todos os que apresentaram denúncias se dispuseram a depor caso o MP precise”, explica o vereador.

Entre as novas denúncias está a retaliação praticada pela coordenação de enfermagem com alguns profissionais. De acordo com os relatos, enfermeiros foram trocados de grupo e horário de plantão sem consulta prévia. “A equipe de enfermagem teve um salário ‘x’ prometido e o IGH paga R$ 500 a menos do que prometeu. Não bastasse isso, as enfermeiras são chamadas de ‘técnicas melhoradas’, pela direção da UPA”, ressalta Meneguzzi.

 

Os denunciantes também relataram que o ambiente de trabalho está sendo precarizado. Existe uma pressão interna da direção da UPA sobre os líderes de cada setor, o que faz com que o ambiente se sobrecarregue. Isso, aliado à falta de materiais e insumos e à desvalorização, está fazendo diversos funcionários repensarem se continuam na Unidade. “O meu receio é que esse sucateamento de respingue na população atendida, uma vez que diminuindo a qualificação das equipes, as dificuldades serão maiores”.

Com relação às primeiras denúncias apresentadas contra o IGH, algumas providências foram tomadas: foi providenciada ambulância para transporte dos pacientes, a Unidade de Pronto Atendimento da Zona Norte passou a contar com micropore, cadarço – para fixação de tubo endotraqueal – e Canula de Geddel, para manter as vias aéreas do paciente abertas e permeáveis.

“É impossível aceitar que vários pacientes deitem no mesmo leito sem os lençóis serem trocados. Se isso é verdade mesmo, o risco de um ambiente altamente infeccioso é iminente. Isso sem falar as compressas utilizadas para a limpeza dos ferimentos e a água oxigenada que estava em falta. Para onde estão indo os quase R$ 2 milhões que essa empresa recebe?”, questiona Meneguzzi.

A informação é que quando a UPA abriu para atendimento ao público, em 20 de setembro, eram 30 jogos de lençóis e hoje o número não é o mesmo. Por isso, as roupas de cama não são substituídas a cada paciente que recebe alta. A troca é feita somente quando houver manchas de sangue ou o aspecto do tecido não estiver bom.