Explicações que a polícia a administração da UPA ZONA NORTE precisam dar

junho 7, 2021

*Por Alberto Meneguzzi

Quem faz a segurança da Upa Zona Norte? A UCS, que administra o local, recebe R$ 1,8 milhão por mês para fazer a gestão da UPA. Tem esquema de segurança quando os apenados dos presídios são levados para atendimento no local? Este sistema de escolta, é o ideal? A função da Guarda Municipal, qual é afinal: fazer blitz de trânsito ou cuidar do que é público?

E o batalhão de choque, com mais de 100 policiais, que ocupam o antigo Senai José Gazola, bem pertinho da UPA, como se ocupam? E a Susepe, não tem outro modelo de escolta de presidiários, ainda mais com um apenado com histórico terrível de confronto com forças de segurança? E quem se importa com os funcionários da UPA, que vivem constante perigo?

Em tempo: minha solidariedade aos familiares do agente penitenciário morto nesta madrugada quando escoltava um preso perigoso até a UPA. Este apenado, forjou que estava com uma crise renal, e fez com que fosse levado até a UPA Zona Norte. Lá já havia todo um esquema organizado para resgatar este bandido.

Inteligência policial para o caso? Zero, por enquanto.

Meneguzzi considera grave a denúncia de omissão de atendimento na UPA Central e pede providências urgentes ao Executivo

janeiro 15, 2020

Caso revela a precariedade operacional do novo serviço de emergência de Caxias do Sul

O vereador Alberto Meneguzzi/PSB repercutiu a denúncia do presidente do Conselho Municipal de Saúde (CMS), Alexandre Silva, veiculada por meio de rede social, onde uma criança com um ferimento na cabeça, teria tido o pronto atendimento negado pela direção do Instituto Nacional de Pesquisa e Gestão em Saúde (InSaúde), que administra a UPA Central – antigo Postão 24 Horas. A justificativa foi de que não há serviço de pediatria no local e a referência desta modalidade é a UPA Zona Norte. No vídeo, Silva informa que a criança teve que ser atendida pela equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), cuja sede fica nos fundos do prédio da UPA. Não há imagens do atendimento, em cumprimento ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Conforme Meneguzzi, o fato revela a precariedade do atendimento da UPA Central, pela empresa terceirizada na gestão do prefeito cassado, Daniel Guerra. “A UPA foi aberta a toque de caixa, na véspera da sessão que julgou o impeachment do ex-prefeito, de forma politiqueira, sem a quantidade de médicos suficientes para atender a demanda. Além disso, sem a pediatra, que foi prometida para funcionar a partir do último dia 6 de janeiro. Entretanto, até agora, a terceirizada não cumpriu este compromisso. Enquanto a terceirizada recebe valor integral pelo atendimento incompleto, o cidadão é quem paga a conta do sofrimento pela falta do serviço e do dinheiro público empregado nesta empresa privada”, afirma. Ainda segundo o parlamentar, faltou mais divulgação sobre a ausência de serviço pediátrico na UPA Central.

De acordo com o Portal da Transparência, o InSaúde já recebeu R$ 1.701.937,09 do Município. Deste total, o valor de R$ 723.483,55, a título de custeio de implantação (investimento inicial), foi pago no dia 19 de novembro do ano passado. O valor foi repassado pelo Executivo, 30 dias antes da abertura da UPA, ocorrida em 19 de dezembro. Um outro empenho de R$ 978.453,54 foi quitado no dia 7 de janeiro deste ano. Conforme o contrato, assinado em 30 de outubro de 2019 e válido por um ano, o InSaúde vai receber, mensalmente, R$ 1.956.907,07. O total da contratação é de R$ 24.206.368,39.

Meneguzzi critica morosidade do Executivo à abertura da UPA Central

outubro 17, 2019

Parlamentar lamenta a incapacidade do governo municipal em cumprir prazo acordado com o MP

O vereador Alberto Meneguzzi/PSB lamenta que o fechamento do Postão 24 Horas tenha completado um ano, nesta quinta-feira (17). Ele critica a demora do Executivo em reabrir o pronto atendimento, que adotará a denominação de UPA Central 24 Horas. A estimativa inicial da secretaria Municipal da Saúde era de que o serviço reabrisse até 1º de abril deste ano, mas o prazo já ultrapassou em sete meses.

Conforme Meneguzzi, neste período, quem mais sofreu foi a população que precisou utilizar o Postão, mas teve que se deslocar à UPA Zona Norte. “Desde então, a marca do atendimento da UPA tem sido a superlotação. Além disso, recebi e encaminhei ao Ministério Público, várias denúncias sobre irregularidades trabalhistas e no atendimento da população”, salienta.

Alberto Meneguzzi considera que o Executivo foi incapaz de adotar as medidas necessárias para que o prazo de reabertura do pronto atendimento fosse reaberto à população. Em agosto, juntamente com o vereador Kiko Girardi/PSD, o socialista solicitou que o MP intermediasse uma visita dos vereadores à obra da reforma do Postão. Entretanto, o órgão respondeu que a competência para determinar o ato seria do Judiciário. Mesmo assim, a Comissão de Saúde tomou a iniciativa e, por conta própria, resolveu vistoriar a obra.

Neste um ano fechado, o Postão fez muita falta para quem realmente precisa do pronto atendimento público. Mesmo sabendo disso, o Executivo não se esmerou para abrir o serviço, principalmente, no inverno. Isso fez com que muitos pacientes tivessem que ser transportados da UPA ao Hospital Virvi Ramos, primeiramente, em uma pseudoambulância e, depois, em um veículo da Guarda Municipal, como se os pacientes fossem criminosos”, afirma.

“Morte de menino de 10 anos na UPA Zona norte requer esclarecimentos urgentes por parte do IGH e da Secretaria da Saúde” diz Meneguzzi

outubro 6, 2019

“A morte de um menino de 10 anos na manhã deste sábado, 05 de outubro,  na UPA Zona Norte merece um esclarecimento urgente por parte do IGH, empresa que administra o local e da Secretaria de Saúde do município.  Há suspeita de negligência no atendimento. ” diz o Vereador Meneguzzi, do PSB. O parlamentar levou na manhã deste domingo, dia 06 de outubro, o assunto para o presidente da Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores de Caxias, vereador Renato de Oliveira. Segundo Meneguzzi,  é importante que a secretaria de saúde e a administração da UPA através da empresa IGH esclareçam rapidamente o que aconteceu para que não fiquem dúvidas sobre responsabilidades.”
O vereador do PSB não integra neste ano de 2019 a Comissão de Saúde, mas recebe quase diariamente demandas a respeito do setor. Na noite deste sábado, recebeu a notícia da morte do menino e que o assunto teria parado na polícia. Familiares da criança teriam  procurado a UPA há duas semanas  mas ele teria sido liberado sem a realização de exames para saber os reais motivos o que levaram até lá.  Neste final de semana, o menino voltou em busca do atendimento e acabou morrendo. ” Vou acompanhar bem de perto os desdobramentos a partir das denuncias que chegaram até mim ainda na noite deste sábado. É importante que tudo seja esvlarecido, para que os processos de atendimento da UPA sejam melhorados a cada dia”. finaliza o Vereador Alberto Meneguzzi

Meneguzzi e Kiko Girardi pedem que MP intermedeie visita às obras na UPA Central

agosto 13, 2019

Documento endereçado à promotora Adriana Chesani sugere que o Ministério Público também acompanhe a vistoria

Os vereadores Alberto Meneguzzi (PSB) e Kiko Girardi (PSD) protocolaram, na tarde desta terça-feira, 13 de agosto, ofício no Ministério Público Estadual, solicitando que o órgão intermedeie a visita dos parlamentares às obras da UPA Central. No documento, endereçado à promotora Adriana Chesani, é sugerido que o MP acompanhe a vistoria.

Meneguzzi e Kiko justificam que estão preocupados com os serviços de atendimento de saúde de Caxias do Sul, porque a UPA Zona Norte não tem dado conta de todas as demandas e o plano de contingenciamento anunciado pela prefeitura para o inverno apresenta falhas. Além disso, o Pronto Atendimento 24h, que passará a se chamar UPA Central, está fechado e sem prazo para reabertura. Não se tem conhecimento sobre o estágio do andamento das obras e já foi negada a visita à Comissão de Saúde da Câmara, pelas secretarias municipais da Saúde e de Planejamento.

De acordo com Meneguzzi, a visita se faz necessária para ver o andamento da reforma, bem como tirar dúvidas sobre a gestão compartilhada e licitações da UPA Central. “Já que não há uma liberação por parte da prefeitura para as visitas e não foram cumpridos os prazos que era de abertura ate abril e também não há garantia que vai abrir até o fim de 2019, precisamos saber o que está acontecendo e como está acontecendo”, explica.

Meneguzzi classifica como tímido o plano de contingenciamento para o inverno

junho 6, 2019

Vereador repercutiu notícias da imprensa e disse que a prefeitura deixou de cumprir prazo para entrega de obras no Postão 24h 

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) classificou como tímido o plano de contingenciamento para o período de inverno, anunciado pela prefeitura de Caxias do Sul. Em duas oportunidades, o parlamentar se manifestou sobre o tema durante a sessão desta quinta-feira, 06 de junho. No primeiro momento, ele repercutiu as notícias da imprensa local e disse que a prefeitura deixou de cumprir o prazo de entrega da UPA Central, antigo Postão 24h, fechado desde outubro de 2018.

Para Meneguzzi, as informações repassadas pela imprensa são reais, enquanto a nota enviada pelo Executivo, explicando o plano de contingenciamento tentam esconder o verdadeiro motivo da compra de leitos e serviços junto ao Hospital Virvi Ramos e à Clínica Clélia Manfro. “Então se a manchete de um está errado a outra está superfaturada. O plano de contingenciamento, para mim, e muito tímido. Eu acho muito tímido, embora importante, esse plano. Não vejo nenhum erro nessa manchete porque o município não cumpriu o prazo do Postão e vai gastar um milhão em função disso. Eu esperava muito mais desse plano. É importante, mas é um jeitinho”, criticou.

Durante a plenária, Meneguzzi foi à tribuna e também esclareceu que a compra dos leitos e atendimentos, na ordem de  R$ 1,1 milhão, para os meses de inverno aconteceram junto da iniciativa privada. De acordo com os contatos feitos pelo gabinete com as direções dos hospitais Geral e Pompéia, não houve sequer contato para aumentar os contratos de consultas e internações com essas unidades que atendem o SUS em Caxias. “E sim, a prefeitura não está cumprindo prazo. Está fora do prazo. Esse plano de contingenciamento é de segunda a sexta, somente. Quer dizer, no final de semana, quando as pessoas procuram, quando há uma procura ainda maior na UPA Zona Norte, tem que esperar até segunda-feira”, apontou.

Ele ainda citou que a empresa IGH, que gerencia a UPA Zona Norte ainda não havia depositado os salários dos colaboradores, pago geralmente no segundo dia útil até esta quinta-feira. Explanou que o atendimento poderá encontrar dificuldades, uma vez que na última semana houve o desligamento de nove profissionais e até então não aconteceu a reposição para integrar as escalas e plantões. Por fim, Meneguzzi voltou a denunciar a ambulância, um veículo Fiat Doblò, que transporte diversos pacientes ao mesmo tempo, e sem a supervisão técnica necessária.

 

 

Meneguzzi encaminha denúncias de suposta negligência na UPA Zona Norte à Comissão de Saúde

maio 20, 2019

Parlamentar pede que o grupo de vereadores busque se inteirar sobre as causas de duas mortes ocorridas em maio

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) encaminhou, na tarde desta segunda-feira, 20 de maio, ofício à Comissão de Saúde e Meio Ambiente (CSMA) da Câmara, no qual denuncia suposta negligência no atendimento da Unidade de Pronto Atendimento da Zona Norte (UPA), que teria levado a dois óbitos neste mês. No documento, ele pede que o grupo de parlamentares busque se inteirar sobre as causas das mortes.

Meneguzzi relata que seu gabinete recebeu denúncias de que uma criança veio a óbito na UPA, no dia 1º de maio, acometida de parada cardiorrespiratória, mesma causa supostamente atribuída à morte de uma mulher, no último dia 15. Ele se colocou à disposição da CSMA para possíveis esclarecimentos e ações necessárias. “Nossa função é essa, de receber as demandas e encaminhar para que sejam devidamente apuradas e, sobretudo, para que os caxienses tenham atendimento digno e de qualidade no SUS”, salienta.