Meneguzzi denuncia falta de 21 médicos na rede pública de Caxias

outubro 9, 2019

Parlamentar contesta falta de prioridade do Executivo para o setor

O vereador Alberto Meneguzzi/PSB utilizou a tribuna do Legislativo, na sessão desta quarta-feira (09), para repercutir a resposta a um pedido de informações sobre a atual situação da saúde pública de Caxias do Sul. Conforme o relatório da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), com estatística até o dia 12 de setembro, nas 49 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), o déficit de médicos na rede básica era de 21 profissionais.

Pelo levantamento, faltavam sete médicos nas UBSs Campos da Serra, Centenário, Desvio Rizzo, Esplanada, Galópolis, Santa Fé e Vila Lobos. A justificativa é de que eles teriam se desligado do Programa Mais Médicos. Também faltam seis clínicos gerais nais nas UBSs Desvio Rizzo, Diamantino, Pioneiro, Planalto Rio Branco, Galópolis e Vila Lobos; e outros três ginecologistas no Parque Oásis, Vila Ipê e Planalto Rio Branco.

Segundo Meneguzzi, a gestão da saúde pública não reflete a prioridade que o prefeito Daniel Guerra prometeu em campanha eleitoral. “As equipes de Estratégia Saúde da Família (ESF) são a porta de entrada do SUS, mas apenas 32% das UBSs são atendidas. Realmente, está fazendo gestão para atender. Isso, sim, merece uma explicação do líder de governo, vereador Renato Nunes, aqui na tribuna. As pessoas estão há 13 horas espertando na fila da UPA, na fila de espera para cirurgias eletivas. Esse caos foi trazido aqui na Câmara pelos diretores dos hospitais”, ressaltou.

O vereador acredita que o chefe do Executivo se preocupa mais em viajar com o irmão, o chefe de gabinete, Chico Guerra, do que investir na qualificação da saúde. Fato que leva os pacientes a superlotarem o pronto atendimento, tendo em vista a falta de médicos nos postos de saúde dos bairros.

Ouça a notícia em podcast

“Morte de menino de 10 anos na UPA Zona norte requer esclarecimentos urgentes por parte do IGH e da Secretaria da Saúde” diz Meneguzzi

outubro 6, 2019

“A morte de um menino de 10 anos na manhã deste sábado, 05 de outubro,  na UPA Zona Norte merece um esclarecimento urgente por parte do IGH, empresa que administra o local e da Secretaria de Saúde do município.  Há suspeita de negligência no atendimento. ” diz o Vereador Meneguzzi, do PSB. O parlamentar levou na manhã deste domingo, dia 06 de outubro, o assunto para o presidente da Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores de Caxias, vereador Renato de Oliveira. Segundo Meneguzzi,  é importante que a secretaria de saúde e a administração da UPA através da empresa IGH esclareçam rapidamente o que aconteceu para que não fiquem dúvidas sobre responsabilidades.”
O vereador do PSB não integra neste ano de 2019 a Comissão de Saúde, mas recebe quase diariamente demandas a respeito do setor. Na noite deste sábado, recebeu a notícia da morte do menino e que o assunto teria parado na polícia. Familiares da criança teriam  procurado a UPA há duas semanas  mas ele teria sido liberado sem a realização de exames para saber os reais motivos o que levaram até lá.  Neste final de semana, o menino voltou em busca do atendimento e acabou morrendo. ” Vou acompanhar bem de perto os desdobramentos a partir das denuncias que chegaram até mim ainda na noite deste sábado. É importante que tudo seja esvlarecido, para que os processos de atendimento da UPA sejam melhorados a cada dia”. finaliza o Vereador Alberto Meneguzzi

Meneguzzi encaminha documentos sobre demandas reprimidas na saúde ao MP

outubro 4, 2019

Respostas ao pedido de informações de sua autoria revela falta de médicos em UBSs e espera de mais de 10 meses por exames

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) encaminhou, na tarde desta sexta-feira, 04 de setembro, documentos sobre as demandas reprimidas na saúde de Caxias do Sul ao Ministério Público Estadual. O ofício vai acompanhado dos anexos recebidos por ele em resposta ao requerimento 132/2019, que solicitava informações acerca dos atendimentos no Centro Especializado em Saúde (CES) e nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs)

No documento, ele cita a preocupação com a falta de médicos, sobretudo os clínicos, pediatras, ginecologistas e da Estratégia da Saúde da Família, num total de 21 pessoas. A ausência desses profissionais é maior em bairros como Vila Lobos, Planalto Rio Branco, Galópolis, Parque Oásis e Desvio Rizzo. Meneguzzi apresenta dados da demanda reprimida em exames e procedimentos.

De acordo com o levantamento do Executivo, no mês de agosto de 2019, havia 1.256 usuários do SUS esperando pelo exame de colonoscopia, sendo ofertadas 117 vagas mensais. Com isso, o tempo médio previsto para agendamento é de mais de 10 meses. Para densitometria óssea são mais de 180 dias de espera. Já o exame de ecocardio transesofágica havia 75 pessoas na espera por quatro vagas no mês, um total de mais um ano e meio até a data prevista para o agendamento. Ressonância magnética adulta e infantil, com anestesia, perfazem um total de 11 meses de fila. Por fim, o estudo eletrofisiológico chega a 29 meses de espera.

A demanda de cirurgias autorizadas e não realizadas, em 02 de agosto, chegava a 4.849 pessoas na fila de espera. “É preocupante e alarmante a situação da saúde. Foram realizados concursos, mas teve áreas que não houve interessados, mas isso precisa ser resolvido. Pedi que sejam tomadas as medidas cabíveis, tendo em vista que a comunidade caxiense aguarda por atendimento e, certamente alguns destes casos de espera já agravaram doenças ou podem levar pessoas a óbito”, explica Meneguzzi.

Meneguzzi classifica como caótica a situação da saúde em Caxias do Sul

outubro 2, 2019

Parlamentar salientou que fim do plano de contingenciamento e falta de respostas sobre a UPA Central devem agravar ainda mais a situação

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) classificou como caótica a situação dos atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS), em Caxias do Sul. Durante a sessão desta quarta-feira, 02 de outubro, o parlamentar repercutiu a reunião sugerida por ele à Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Câmara, para tratar sobre as filas de espera para consultas, exames, cirurgias eletivas e demais demandas da área da saúde.

Em aparte ao vereador Rafael Bueno (PDT), Meneguzzi salientou que o fim do plano de contingenciamento organizado no período do inverno, e que termina no dia 10 de outubro, sendo que a prefeitura não está propensa à renovação de contratos e a falta de respostas sobre a UPA Central devem agravar ainda mais a situação. Em sua fala, o parlamentar ressaltou a inoperância de gestão e fez comparação dos valores gastos pelo prefeito e seu irmão e chefe de gabinete em diárias e viagens e a justificativa de que o Executivo não tem possibilidade de contratualizar novos serviços junto aos hospitais caxienses.

Meneguzzi explicou que irá solicitar ao Ministério Público que busque a prorrogação do plano de contingenciamento, que prevê a compra de 15 leitos junto a hospitais privados, bem como o aumento do número de consultas eletivas. “Dinheiro para diárias têm, mas para salvar a vida das pessoas não tem? Como é isso? Isso causa impacto, porque os relatos são de pessoas que estão morrendo por falta de leitos e a prefeitura, que tem superavit, diz que não pode dar prosseguimento a esse planejamento de emergência”, apontou.

 

Meneguzzi expressa indignação com gestores da UPA Zona Norte

setembro 19, 2019

Vereador lamenta renovação do IGH como gestor da Unidade de Pronto Atendimento

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) lastimou a confirmação de que o Executivo caxiense renovou o contrato de gestão compartilhada da Unidade de Pronto Atendimento da Zona Norte (UPA Zona Norte). Durante a sessão ordinária desta quinta-feira, 19 de setembro, o parlamentar lembrou de todas as denúncias de assédio moral, mal atendimento e falta de materiais e insumos que recaem sobre o Instituto de Gestão e Humanização (IGH), que administra o espaço de saúde desde 2017.

Meneguzzi reiterou a fiscalização que tem feito em relação à gestão da saúde em Caxias do Sul. Segundo ele, são investidos mais de R$ 2 milhões por mês na UPA Zona Norte e as reclamações, tanto de usuários quanto de funcionários, dão conta de que é necessário qualificar o serviço. O IGH não tem se mostrado como uma entidade idônea, já que não paga os direitos trabalhistas dos seus servidores e tem diversas pendências no Brasil inteiro. “Mais um tempo de contrato, mais um tempo que nós teremos que aguentar essa empresa IGH administrando a UPA Zona Norte. Além disso, não temos nenhum tipo de informação a respeito da forma de gestão da UPA Central, que eu não sei nem se vai funcionar este ano”, concluiu.

Meneguzzi lamenta negativa do MP à liberação de vistoria nas obras da UPA Central

setembro 9, 2019

Ele e o vereador Kiko protocolaram, em 13 de agosto, pedido para visitar as reformas do prédio do antigo PA 24h

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) lamentou ao saber da negativa do Ministério Público Estadual à liberação para vistoria do Legislativo caxiense às obras da UPA Central. Em 13 de agosto, ele e o vereador Kiko Girardi (PSD) protocolaram pedido à promotora Adriana Chesani, solicitando autorização para que os parlamentares pudessem visitar as reformas do prédio do antigo Pronto Atendimento 24h, acompanhados da promotoria de saúde.

De acordo com o documento do MP, o órgão não tem a competência para autorizar vistorias e que tal pedido deveria ser feito por meio do Judiciário. Sobre o acompanhamento do Ministério Público à visita solicitada, a argumentação é de que já existe um inquérito civil acerca do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que condicionava o fechamento do Postão 24h às garantias de atendimento nos hospitais e na UPA Zona Norte.

Na opinião de Meneguzzi, o MP teria a missão de intermediar e facilitar o diálogo entre o Executivo e o Legislativo, dada a dificuldade que a própria prefeitura impõe ao dever constitucional de fiscalização da Câmara. “Somos cerceados, impedidos de fiscalizar, porque uma diretriz de governo diz que não se deve abrir as portas da UPA Central para os vereadores da oposição. E não é um pedido que se restringe a mim e ao vereador Kiko, mas inclusive a Comissão de Saúde do Parlamento recebeu diversos ‘nãos’ dos secretários”, explica.

Aprovado o requerimento de Meneguzzi sobre as demandas e concursos da saúde

setembro 3, 2019

Vereador quer saber sobre a falta de médicos nas UBSs, bem como as especialidades atendidas no CES e os profissionais que esperam ser chamados para trabalhar no local

Demandas das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e do Centro Especializado de Saúde (CES) e concursos da área renderam um pedido de informações ao Executivo que acabou aprovado por todos os vereadores presentes na sessão ordinária desta terça-feira, 03 de setembro. O documento, protocolado pelo vereador Alberto Meneguzzi (PSB), lista diversas perguntas.

Entre elas: quais são as especialidades médicas atendidas pelo CES e pelas UBSs e quantos médicos atendem em cada uma; quantos médicos faltam para completar o quadro de trabalho de profissionais nas UBSs, citando as que estão sem profissional e qual a demanda da região; quantas especialidades se encontram em atendimento no CES; quem são os médicos que atuam diretamente com as doenças pediátricas; e quem são os médicos que atuam com as demais especialidades.

No requerimento 132/2019, o socialista ainda indaga se houve concursos públicos para a contratação de profissionais médicos para o CES e para as UBSs; qual é o trâmite interno dos procedimentos para as consultas; e qual a demanda reprimida para consultas especializadas, exames e cirurgias de doenças pediátricas e de outras especialidades.

O prefeito Daniel Guerra (Republicanos) dispõe de um mês para providenciar as respostas e encaminhá-las ao Legislativo, segundo estabelece a Lei Orgânica Municipal.

Meneguzzi protocola denúncia de perda de recursos federais na área da saúde no Ministério Público

setembro 3, 2019

Devido a uma manutenção mecânica, a Unidade Móvel Odontológica ficou recolhida por nove meses, o que ocasionou bloqueio dos repasses do Ministério da Saúde à prefeitura de Caxias

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) protocolou na tarde desta terça-feira, 03 de setembro, uma denúncia referente a perda de recursos federais da Unidade Odontológica Móvel (UOM), no Ministério Público Estadual. De acordo com documentos da Secretaria Municipal da Saúde, o veículo ficou recolhido para manutenção de abril a dezembro de 2018. Devido a um problema elétrico na viatura, o sistema do SUS não foi alimentado e houve o bloqueio dos repasses do Ministério da Saúde à prefeitura de Caxias do Sul.

Essa Unidade é utilizada na realização de atendimentos odontológicos e atividades coletivas nas localidades de Vila Seca, Criúva, Vila Oliva e Santa Lúcia do Piaí – escolas e alguns lugares de difícil acesso nessas comunidades. Diante disso, Meneguzzi busca esclarecer o motivo da demora do conserto e da falta do repasse de informações ao governo federal, tendo por consequência a interrupção dos pagamentos nesse período.

No documento enviado à promotora Adriana Chesani, Meneguzzi pede que o MP possa analisar as respostas do Executivo e tome as providências cabíveis. “A prefeitura nos deu as infirmações de que foram perdidos os recursos do governo federal em virtude um problema elétrico. Precisamos entender o que aconteceu e se a falta desses valores pode prejudicar o atendimento à comunidade do interior de Caxias”, explica.

 

Ouça a notícia no podcast

Meneguzzi denuncia perda de recurso federal para tratamento de saúde bucal em Caxias do Sul

agosto 30, 2019

Prefeitura reconheceu erro, ocorrido em virtude de falha elétrica na Unidade Odontológica Móvel

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) lamenta o fato de a prefeitura de Caxias do Sul ter perdido o recurso federal destinado ao tratamento de saúde bucal. De acordo com a resposta do requerimento 114/2019, de autoria coletiva, assinado por ele e outros cinco parlamentares, uma falha elétrica na Unidade Odontológica Móvel deixou o veículo inoperante de abril a dezembro de 2018.

Em consequência do recolhimento da Unidade para manutenção, o sistema e-SUS não foi atualizado, o que causou o bloqueio do repasse das verbas ao município. “Lamento que Caxias tenha perdido um recurso federal tão importante, ainda mais porque esse trabalho beneficia o interior, nos distritos de Vila Oliva, Vila Seca, Criuva e Santa Lúcia do Piaí. A fiscalização da Câmara existe para isso, para que a comunidade seja bem atendida”, explica.

Meneguzzi irá encaminhar a documentação ao Ministério Público para que analise as respostas e tome as providências que achar cabíveis.

Meneguzzi pede que Comissão de Saúde reúna diretores de hospitais e Secretaria da Saúde para tratar sobre fila de espera e cirurgias eletivas

agosto 30, 2019

De acordo com informações recebidas pelo parlamentar, demanda reprimida tem crescido e o município tem orientado a não acolher pacientes de outras cidades

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) protocolou, na manhã desta sexta-feira, 30 de agosto, ofício junto à Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Câmara. No documento, ele pede que o grupo parlamentar se reúna com os diretores dos hospitais Geral e Pompéia, representantes da Secretaria Municipal da Saúde, para tratar especificamente sobre a fila de espera e a suspensão de cirurgias eletivas.

Ainda segundo informações recebidas por Meneguzzi, o Executivo teria enviado orientações aos hospitais para que restringissem o atendimento aos pacientes de outros municípios. “Precisamos esclarecer todas as políticas de saúde e a forma com que a prefeitura tem lidado com essas demandas. Por isso, precisamos que a Câmara inicie esse diálogo, sempre tendo em vista o bom atendimento no SUS em Caxias”, salienta.

Meneguzzi solicita informações sobre concursos públicos e demandas reprimidas nas UBSs e no CES

agosto 28, 2019

Vereador questiona especialidades que estão sem atendimento no Centro Especializado, dentre elas a pediatria

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) protocolou, na tarde desta quarta-feira, 28 de agosto, pedido de informações ao Executivo, sobre concursos públicos e demandas reprimidas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e no Centro Especializado em Saúde (CES). Ele questiona, dentre outras situações, as especialidades que estão sem atendimento, bem como o trâmite interno dos procedimentos desde as consultas iniciais no postinho de saúde, até exames mais detalhados e cirurgias.

Meneguzzi quer saber se houve concurso público para a contratação de novos médicos para atuarem no CES, já que existe a informação da transferência de especialistas para atendimento em algumas UBSs. Além disso, pede se existem profissionais aguardando a nomeação e por quê ainda não foram chamados. Uma das preocupações do vereador é o cuidado com os atendimentos às doenças pediátricas.

Outro ponto importante é analisar as regiões da cidade que tem carência de atendimento, de acordo com o número de solicitações. No documento, que é composto por seis perguntas, Meneguzzi também pede sobre a demanda reprimida para a realização de consultas especializadas, exames e cirurgias, tanto da ala pediátrica quanto das demais especialidades. Solicita também lista com nome, especialidade e local de trabalho dos médicos que atuam nas UBSs.

Para Meneguzzi o pedido de informações visa esclarecer e dar transparência a algumas demandas recebidas, de demora para realizar consultas e exames. “Muitas pessoas vêm até o vereador alegando que estão há mais de seis meses sem conseguir consultas ou estão na fila. Isso também acontece com crianças. Ao mesmo tempo, médicos são transferidos do CES para as UBSs. Precisamos esclarecer, com a finalidade de garantir bom atendimento à comunidade”, conclui.

Aprovado pedido de informações de Meneguzzi sobre a UPA da Zona Norte

agosto 27, 2019

O requerimento que indaga sobre a situação da Unidade de Pronto Atendimento foi acolhido pela unanimidade dos parlamentares

Um pedido de informações ao poder Executivo e à Secretaria Municipal da Saúde (SMS) a respeito da administração da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Zona Norte foi aprovado por unanimidade e em regime de urgência, na sessão desta terça-feira, 27 de agosto. A partir de agora, conforme a Lei Orgânica Municipal, o Executivo tem 30 dias para enviar as respostas ao Legislativo.

O requerimento 126/2019 é de autoria do vereador Alberto Meneguzzi (PSB) e possui seis questionamentos. Entre as solicitações, o parlamentar pede o envio de cópia dos relatórios trimestrais da comissão de avaliação da UPA Zona Norte, composta por servidores municipais, do período de 20 de setembro de 2017 a agosto deste ano.

Meneguzzi justificou o regime de urgência em função de que está se encaminhando a renovação do contrato do Instituto de Gestão e Humanização com o município em relação à UPA. Além disso, o vereador afirmou que recebe denúncias e reclamações da demora em atendimentos e realização de exames.

 

Meneguzzi pede que Corregedoria do Município investigue e abra sindicância sobre horas extras aos sábados no CES

agosto 22, 2019

Parlamentar entregou cópias das folhas do relógio ponto, que apontam mais de 20 horas extras ao mês, de um único profissional

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) protocolou, na tarde desta quinta-feira, 22 de agosto, pedido à Corregedoria-Geral do Município para que investigue e abra sindicância para apurar as horas extras de um único profissional médico, aos sábados, no Centro Especializado em Saúde (CES). O pedido de averiguação se deu depois de o parlamentar ter recebido as respostas ao requerimento de informações feito por ele à Secretaria Municipal da Saúde sobre a atuação daquela unidade e da carga horária de seu efetivo de médicos.

No documento, Meneguzzi explica que recebeu denúncias de que havia um profissional médico que estava realizando plantões extras aos sábados no CES, quando o local não abre para atendimento à comunidade. Por isso fez um pedido de informações à Secretaria Municipal da Saúde sobre os horários de atendimento do CES e o que fazem os médicos aos sábados, bem como o registro dos pontos.

De acordo com a pasta, aos sábados é feita a triagem e também a interpretação de eletrocardiogramas. No entanto, Meneguzzi estranha o fato de, no período de janeiro a junho de 2019, apenas um profissional médico ter feito horas extras. Há meses em que esse profissional realizou mais de 20h de plantão aos sábados. Por coincidência, esse médico é esposo da diretora do CES.

Meneguzzi já levou o assunto ao plenário da Câmara e disse que buscaria esclarecer a situação, tendo em vista, sobretudo, que há emprego de dinheiro público. “É suficiente apenas um médico para fazer todos esses procedimentos que foram fornecidos pela Secretaria da Saúde no CES? Outra pergunta que eu faço: Por que sempre o mesmo médico? Sempre o mesmo médico, marido da diretora do CES, fazendo hora extra todos os sábados? Se é tão importante assim, e é pela justificativa da Secretaria da Saúde, por que outros médicos não são colocados na escala de trabalho do CES aos sábados?”, indaga.

As folhas ponto recebidas não foram assinadas pelo secretário Júlio Freitas, mas foram recebidas pelo vereador como documentos oficiais do Executivo caxiense.

Meneguzzi questiona horas extras de médico do CES aos sábados

agosto 20, 2019

Vereador foi à tribuna do Legislativo para esclarecer respostas ao pedido de informações de sua autoria

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) foi à tribuna do Legislativo caxiense, na sessão desta terça-feira, 20 de agosto, para esclarecer as respostas ao pedido de informações de sua autoria, que solicitava esclarecimentos sobre a carga horária dos médicos que atuam no Centro Especializado em Saúde (CES). Ele foi à tribuna e contestou os registros do ponto funcional e questionou o fato de apenas um médico fazer plantões extras aos sábados, quando o local permanece fechado para atendimento à comunidade.

Ao perguntar se o CES funciona aos finais de semana, a Secretaria Municipal da Saúde respondeu que aos sábados e domingos pela manhã, funciona o Serviço de Assistência Domiciliar (SAD). Além disso, segundo o documento, aos sábados de manhã, os médicos envolvidos com o Projeto de Matriciamento da Rede Básica nas áreas de maior demanda (Gastro, Cardio, Dermato e Ortopedia) realizam, no Centro, através do SISSAP — Lista de Espera, registrar as orientações e devolutivas de avaliações para os Médicos da Rede Básica. Também no sábado pela manhã os Cardiologistas concluem a interpretação de todos os eletrocardiogramas da semana (são feitos semanalmente no CES em torno de 400 eletrocardiogramas).

Meneguzzi, no entanto, questiona que, de janeiro a junho de 2019, apenas um médico, que é o esposo da diretora do CES, trabalhou aos sábados, somando mais de 20 horas extras mensais, em alguns períodos.  Então a pergunta que fica é a seguinte: é suficiente apenas um médico para fazer todos esses procedimentos que foram fornecidos pela Secretaria da Saúde no CES? Outra pergunta que eu faço: Por que sempre o mesmo médico? Sempre o mesmo médico, marido da diretora do CES, fazendo hora extra todos os sábados? Se é tão importante assim, e é pela justificativa da Secretaria da Saúde, por que outros médicos não são colocados na escala de trabalho do CES aos sábados”, indagou na tribuna.

O parlamentar explicou que tomará medidas a fim de esclarecer se os outros 60 profissionais médicos não realizam esses plantões extras por falta de interesse ou se há algum acordo interno para que apenas o esposo da diretora possa trabalhar aos sábados. Ele não descarta a intenção de enviar a documentação para a Corregedoria do Município ou ao Ministério Público, pois considera abusiva a situação, sobretudo com relação aos cofres públicos.

 

Meneguzzi pede que Ministério do Trabalho realize vistoria nas obras da UPA Central

agosto 16, 2019

Parlamentar citou a demora na conclusão das reformas e a falta de transparência do Executivo sobre a situação do prédio

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) encaminhou, na tarde desta sexta-feira, 16 de agosto, ofício ao chefe da Secretaria do Trabalho e Previdência Social, antigo Ministério do Trabalho, em Caxias do Sul. No documento, o parlamentar pede que Vânius Corte realize vistoria nas obras do Pronto Atendimento 24h, que será denominado de UPA Central.

Meneguzzi justifica preocupação com a demora na entrega das obras de reforma do local, que está fechado desde outubro de 2018, bem como com as condições de trabalho de quem está executando as adequações. Além disso, cita a falta de transparência do Executivo municipal sobre a situação do prédio, sendo que não há prazo para reabertura dos serviços. Não se tem conhecimento sobre o estágio do andamento das obras e já foi negada a visita à Comissão de Saúde da Câmara, pelas secretarias municipais da Saúde e de Planejamento.

De acordo com Meneguzzi, a vistoria do Ministério do Trabalho pode ajudar o município nas questões pertinentes à finalização das obras, bem como do restabelecimento da prestação dos serviços de atendimento em saúde. “Nós, vereadores, não temos a liberação para visitar as obras e fiscalizar o uso do dinheiro público, que é nossa prerrogativa. Já pedi ao MP que intermedeie essa situação com o Executivo. Precisamos de transparência, inclusive se há condições de trabalho para que tudo fique pronto e seja seguro para a população usar a UPA Central”, explica.

Meneguzzi é favorável a abertura de CPI da Saúde em Caxias do Sul

agosto 15, 2019

Bancada do PSB acredita que é necessário investigar problemas administrativos e estruturais da gestão municipal

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) se posicionou de forma favorável a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar problemas relacionados à saúde pública de Caxias do Sul. Durante a sessão ordinária desta quinta-feira, 15 de agosto, ele foi à tribuna, no espaço do Grande Expediente, onde citou a sobrecarga de trabalho dos funcionários da UPA Zona Norte e o mau atendimento, bem como a falta de transparência sobre as obras na UPA Central.

Da tribuna, Meneguzzi revelou que as duas organizações que concorrem no certame para administrar a UPA Central, antigo Pronto Atendimento 24h, registram problemas e autos de infração nas unidades que dirigem em diversas partes do Brasil. São mais de 200 multas aplicadas pelo Ministério do Trabalho, atual Secretaria Especial do Trabalho e Previdência, às empresas Pró-Saúde e Insaúde.

A CPI é uma proposição da bancada do Partido Socialista Brasileiro (PSB), para que se investiguem problemas administrativos e estruturais da gestão municipal. Meneguzzi recordou que o orçamento da saúde em Caxias do Sul gira próximo dos R$ 500 milhões anuais e que, por isso, é necessário fiscalizar o bom uso dos recursos públicos “Está na hora de a gente ir mais a fundo na investigação desses recursos, dessas empresas e das ações desse governo na área da saúde”, apontou.

Para ser instaurada, a CPI precisa ter a anuência de um terço dos parlamentares, ou seja, de oito vereadores.

Meneguzzi e Kiko Girardi pedem que MP intermedeie visita às obras na UPA Central

agosto 13, 2019

Documento endereçado à promotora Adriana Chesani sugere que o Ministério Público também acompanhe a vistoria

Os vereadores Alberto Meneguzzi (PSB) e Kiko Girardi (PSD) protocolaram, na tarde desta terça-feira, 13 de agosto, ofício no Ministério Público Estadual, solicitando que o órgão intermedeie a visita dos parlamentares às obras da UPA Central. No documento, endereçado à promotora Adriana Chesani, é sugerido que o MP acompanhe a vistoria.

Meneguzzi e Kiko justificam que estão preocupados com os serviços de atendimento de saúde de Caxias do Sul, porque a UPA Zona Norte não tem dado conta de todas as demandas e o plano de contingenciamento anunciado pela prefeitura para o inverno apresenta falhas. Além disso, o Pronto Atendimento 24h, que passará a se chamar UPA Central, está fechado e sem prazo para reabertura. Não se tem conhecimento sobre o estágio do andamento das obras e já foi negada a visita à Comissão de Saúde da Câmara, pelas secretarias municipais da Saúde e de Planejamento.

De acordo com Meneguzzi, a visita se faz necessária para ver o andamento da reforma, bem como tirar dúvidas sobre a gestão compartilhada e licitações da UPA Central. “Já que não há uma liberação por parte da prefeitura para as visitas e não foram cumpridos os prazos que era de abertura ate abril e também não há garantia que vai abrir até o fim de 2019, precisamos saber o que está acontecendo e como está acontecendo”, explica.

Meneguzzi saúda Hospital Pompéia pelos 106 anos de serviços prestados à comunidade

agosto 12, 2019

Atualmente, 60% dos seus 296 leitos são destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS); Instituição também é referência de traumatologia e cardiologia para a Serra Gaúcha

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) saúda o Hospital Pompéia pela passagem dos seus 106 anos, nesta segunda-feira, 12 de agosto. A instituição foi fundada, em 1913, pelo grupo de voluntárias Pio Sodalício das Damas de Caridade. Atualmente, a instituição é dirigida por Francisco Ferrer, com o apoio das Damas de Caridade. O estabelecimento foi construído com o apoio financeiro da comunidade. Por isso, os princípios da história do estabelecimento são focados na caridade, na solidariedade e no amor ao próximo.

O Hospital Pompéia, atualmente, disponibiliza 296 leitos, dos quais 60% são destinados ao sistema público de saúde. São cerca de 1.150 cirurgias de média e grande complexidades e 1300 internações mensais. Além disso, 98% do atendimento ambulatorial do Pompéia é pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A instituição conta com 1.500 colaboradores e três centros de saúde especializados para o atendimento de doenças crônicas: Instituto de Nefrologia (Innefro), Instituto do Câncer (Incan) e o Instituto de Cardiologia (Incardio).

Para marcar a data, o Pompéia vai realizar uma ação social no pátio do Hospital, onde os alunos da Escola de Saúde farão medição de pressão arterial e aplicação de testes de glicose. O grupo também vai oferecer orientações de saúde a população, além de uma série de atrações de lazer, como espaço para as crianças realizarem pinturas e atividades desenvolvidas pelos voluntários do Espanta Dodói. “Parabéns ao nosso Pompéia, parabéns à comunidade de Caxias. Eu luto por investimentos e pela saúde de qualidade. Luto para que a verba para a saúde seja ainda maior”, salienta Meneguzzi.

Meneguzzi reitera a necessidade de fiscalização em exames de visão realizados por óticas

agosto 8, 2019

Ainda em 2017, parlamentar denunciou realização desses atos e também venda casada de óculos

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) reitera a necessidade de a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) fiscalizar a realização de exames de visão por óticas e profissionais optometristas em bairros de Caxias do Sul. Ainda em 2017, parlamentar denunciou, por meio de ofícios à Secretaria Municipal da Saúde, ao Procon e ao Ministério Público a venda irregular de óculos no município. Ele recebeu diversas denúncias de que optometristas, isto é, profissionais técnicos dos laboratórios de lentes, estariam fazendo contato com os presidentes das associações de moradores, oferecendo um trabalho gratuito de exames oculares.

Ao chegar nos locais, de acordo com as denúncias, os envolvidos emitem indevidamente a receita das lentes, indicam suas empresas e até carregam armações e máquinas de cartões de crédito/débito para procederem com as vendas. “As lideranças comunitárias, em sua intenção de ajudar os moradores, aceitam tal proposta. Os indícios recebidos dão conta de pessoas que adquiriram óculos e tiveram lesões de visão, tendo em vista que não precisavam do acessório ou o grau das lentes era diferente do receitado. O optometrista é um técnico e não pode receitar óculos para pacientes, de acordo com a Lei”, alerta Meneguzzi.

Para Meneguzzi, falta de resposta do Executivo sobre saúde e educação são desrespeito à comunidade

agosto 7, 2019

Vereador questiona a falta de argumentos do líder de governo, vereador Renato Nunes e do vice, Elisandro Fiuza

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) utilizou o espaço do Pequeno Expediente, na sessão desta quarta-feira, 07 de agosto, para criticar a postura dos parlamentares da bancada do governo. De acordo com ele, a falta de respostas dos representantes do Executivo sobre diversos assuntos, sobretudo relacionados à saúde e educação são um desrespeito à comunidade. No momento do discurso, nem o líder de governo, Renato Nunes (PR) e o vice, Elisandro Fiuza (PRB), estavam no plenário.

Para Meneguzzi, a estratégia de Nunes de se inscrever no Pequeno Expediente por último e, na indisposição de tempo de falar, se ausentar do plenário, representa o que o Executivo diz combater: a velha política. “Qual é a função do líder de governo afinal de contas? É ficar aqui sentado, se inscrever por último para falar só as questões políticas e criticar as falas anteriores ou é dar respostas as demandas da população? É dar respostas as demandas da população”, pontuou.