UBS Cinquentenário já tem novo endereço

julho 3, 2020

A Unidade Básica de Saúde será instalada na Avenida Júlio de Castilhos, em frente ao SENAC

O vereador Alberto Meneguzzi/PSB, se manifestou em suas redes sociais na noite desta quinta-feira (02), sobre o surto de coronavírus na UBS Cinquentenário. Na manhã desta sexta-feira (03), a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) informou o novo endereço da Unidade Básica de Saúde, a qual deverá ser reaberta em 30 dias. Será instalada na Avenida Júlio de Castilhos, 3633, em frente ao SENAC.

A SMS já estudava um novo espaço, pois o atual é pequeno para os mais de 25 mil usuários. No total, são 20 servidores e uma higienizadora. Desses, 5 foram afastados imediatamente quando iniciaram os primeiros sintomas gripais e foram testados por meio do método RT-PCR.

Segundo o secretário Municipal da Saúde, Jorge Olavo Hahn Castro, todos os usuários que estiverem com sintomas gripais e foram atendidos na UBS Cinquentenário no período de 11 de junho a 1º de julho serão testados após o 14º dia do início dos sintomas. A Unidade Básica de Saúde entrará em contato para fazer o agendamento.

Em caso de necessidade de atendimento médico, os usuários podem procurar a UPA Central.

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Vereador Alberto Meneguzzi vistoria UPA Central

março 6, 2020

Parlamentar reitera função fiscalizadora da terceirização dos serviços de saúde pública

O integrante da Comissão de Saúde e Meio Ambiente (CSMA) do legislativo de Caxias do sul, vereador Alberto Meneguzzi/PSB, vistoriou, na manhã desta sexta-feira (06), as instalações da UPA Central, antigo Postão 24 Horas. Ele foi acompanhado pela diretora do InSaúde, que realiza a gestão compartilhada com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Candida Brum, e pela enfermeira Cintia Demeneghi.

O parlamentar conheceu todos os setores da unidade de pronto atendimento, inaugurada em dezembro do ano passado. Segundo informações da diretora, são mais de 250 funcionários, entre celetistas e autônomos, que atendem uma média de 8 mil pacientes por mês.

A fiscalização do serviço público faz parte da atribuição dos vereadores. Ainda mais se for um contrato terceirizado, como são os casos do IGH e InSaúde. Houve muitas denúncias com relação à gestão do IGH na UPA Zona Norte. Levamos ao plenário e às autoridades competentes. Continuarei fiscalizando o investimento público em saúde, não só por meio das terceirizadas, mas também, na rede básica, administrada diretamente pelo Executivo e com servidores públicos”, ressaltou.

Meneguzzi recebeu informações sobre protocolos e modalidades de atendimento e gestão de recursos humanos, entre outras questões administrativas e operacionais. Ainda conforme as gestoras, a procura pela nova unidade aumentou a partir de fevereiro, voltando ao patamar de 60% do total dos casos de urgência e emergência, sendo que o restante é realizado na UPA Zona Norte.

Meneguzzi pede mais acessibilidade aos contratos de gestão da saúde pública

fevereiro 4, 2020

Vereador defende amplo debate nos novos rumos do pronto atendimento

O vereador Alberto Meneguzzi/PSB participou, na tarde desta terça-feira (04), da primeira reunião ordinária da Comissão de Saúde e Meio Ambiente (CSMA). Ele é integrante do grupo de trabalho, que é presidido pelo vereador Rafael Bueno/PDT. Foram discutidos diversos temas, entre eles, o material encaminhado pelo parlamentar, referente à prestação de contas do Instituto de Gestão e Humanização (IGH), que administra a UPA Zona Norte, referente ao período 2017-2019, onde a comissão de avaliação apontou diversas irregularidades e cobrou a devolução de R$ 1,9 milhão aos cofres públicos.

Meneguzzi repassou à presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sindiserv), Silvana Piroli, uma cópia do contrato com o  Instituto Nacional de Pesquisa e Gestão em Saúde (InSaúde), que faz a gestão compartilhada da nova UPA Central. A líder sindical ressaltou a dificuldade em obter o texto por meio da gestão anterior e do Portal da Transparência. “O Executivo precisa dar mais transparência aos contratos. O cidadão precisa ter um acesso mais rápido e fácil a esse tipo de documento”, salienta Meneguzzi.

O parlamentar participará, na tarde desta quarta-feira (05), de uma reunião da Comissão com o prefeito Flavio Cassina e o novo secretário de Saúde, Jorge Olavo Hahn Castro. Um dos assuntos será o rumo do pronto atendimento em Caxias. “Defendo que precisa ser discutido amplamente com todos os setores envolvidos, como o Sindiserv, a Comissão e o Conselho de Saúde e o Executivo. A municipalização é um caminho gradual. A experiência que tivemos com o IGH e agora, com o InSaúde, nos faz acreditar que a terceirização foi uma decisão equivocada do governo anterior, que só trouxe prejuízo para o Município e para os cidadãos que precisam da rede pública de saúde”, afirmou.

Alberto Meneguzzi também se solidarizou com as reivindicações das Agentes Comunitárias de Saúde (ACSs) presentes à reunião. Elas estão preocupadas com a falta de estrutura de trabalho e foram solicitar o apoio dos integrantes do grupo de trabalho. A ideia da Comissão é promover uma audiência pública para tratar do tema.

Alberto Meneguzzi defende municipalização gradual do pronto atendimento

janeiro 7, 2020

Vereador reitera a fiscalização rigorosa das empresas terceirizadas pela saúde pública

O vereador Alberto Meneguzzi/PSB se pronunciou, na sessão representativa desta terça-feira (07), sobre desemprego, projetos que tramitam no Legislativo e a terceirização dos serviços de pronto atendimento em Caxias do Sul. O parlamentar voltou a cobrar mais fiscalização na execução dos contratos com o Instituto de gestão e Humanização (IGH) e InSaúde, para a gestão compartilhada das UPAs Zona Norte e Central.

Segundo Meneguzzi, há uma cobrança que ocorre há três anos. Ele ressaltou que o IGH já recebeu mais de R$ 50 milhões, porém, só apresentou problemas, como falta de insumos, descumprimento de contrato e dass leis trabalhistas e prestação de contas incompleta, entre outros. “As denúncias que chegaram durante esses três anos foram trazidas por servidores e ex-servidores. Alguns nem aguentaram trabalhar muito tempo ali, pediram demissão ou foram perseguidos por essa empresa que se diz gestão e humanização, mas que de gestão e humanização não tem nada”, ressaltou.

Meneguzzi lembrou que um dos itens da denúncia de impeachment do ex-prefeito Daniel Guerra foi o desprezo do Executivo para com o posicionamento contrário do Conselho Municipal de Saúde para com a terceirização da saúde pública. “O Conselho diz o quê? Não à terceirização. Então, não entendo esse movimento de conversa com essa empresa e de dar qualquer possibilidade dessa empresa continuar administrando a UPA Zona Norte. Temos que ter uma alternativa, uma nova licitação, uma nova empresa ou, pelo menos, um momento de transição em que a gente preserve um pouco a vida profissional daqueles 250 servidores lá, mas que caminhe de forma concreta de volta à municipalização pelo menos de uma unidade”, afirma.

Ainda conforme ele, o IGH desistiu do contrato depois que o governo Guerra mudou de postura e apertou a fiscalização, no final do ano passado. Entretanto, reiterou que o serviço precisa voltar ao controle do Município. “O ex-secretário Júlio Freitas começou a ser mais rigoroso. Quando apertou a fiscalização a empresa caiu fora. Então queremos saber, e essa administração seja ela que for, precisa trazer à tona, quais são os problemas, quais são as dívidas, quais são as irregularidades. Qual é o plano a curto e médio prazo para administrar a UPA Zona Norte e a favor da municipalização”, concluiu.

Meneguzzi expressa indignação com falta de materiais básicos em UBSs

outubro 3, 2019

Ele lastima ausência de investimentos na área da saúde, enquanto o Executivo esbanja dinheiro nas diárias do chefe de gabinete Chico Guerra

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) foi a tribuna da Câmara, na sessão ordinária desta quinta-feira, 03 de outubro, e expressou sua indignação com a falta de investimentos em materiais básicos nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Caxias do Sul. Em contrapartida, o Executivo esbanja dinheiro nas diárias do prefeito Daniel Guerra e do chefe de gabinete e seu irmão Chico Guerra, ambos do partido Republicanos.

Meneguzzi recordou que em outra ocasião, o vereador Arlindo Bandeira (PP) relatou que em Fazenda Souza, um dentista estava utilizando a luz do telefone celular para fazer os procedimentos, pois a cadeira odontológica estava com a lâmpada queimada e não havia como substituir. Da tribuna, também reforçou a fala da vereadora Gladis Frizzo (MDB) que comprou pilhas para uma UBS. Para ele, essas denúncias são gravíssimas e a falta de materiais para atender a população é o cúmulo.

Na visão do parlamentar, as UBSs têm servidores competentes, mas se encontram de mãos atadas. Caso se pronunciem sobre as situações ou façam denúncias, correm risco de perseguição por parte do Executivo. Meneguzzi lembrou o que ouviu de uma servidora da área da saúde, que não tinha folhas de ofício no seu local de trabalho e que levava papel higiênico de casa.

Diante disso Meneguzzi comparou as deficiências no atendimento e a falta de materiais com o gasto do gabinete do prefeito em passagens e diárias. “Quase R$ 60 mil gastos só pelo vereador Chico Guerra, chefe de gabinete, em diárias para diversos lugares sem nem prestar contas dessas viagens. Mais não sei quanto para o prefeito, isso já dá R$ 160 mil, R$ 170 mil no ano, e não temos dinheiro para pilha para verificação de sinais vitais numa UBS”, concluiu.

Vereadores aprovam pedido de informações de Meneguzzi sobre o Canil Municipal

setembro 5, 2019

Parlamentar busca saber detalhes sobre procedimentos de eutanásia e castração

O requerimento 134/2019, que solicita informações ao Executivo e à Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma) sobre o Canil Municipal, foi aprovado por todos os vereadores presentes na sessão desta quinta-feira, 05 de setembro. O documento é em complementação ao requerimento 103/2019, que, segundo o autor, Alberto Meneguzzi (PSB), recebeu respostas evasivas.

Ele questiona, onde ficam os cães idosos, quais os critérios para realização da eutanásia e como funciona o programa de castração. Ainda solicita o mapeamento das castrações a partir do levantamento feito pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e da realização dos procedimentos.

Meneguzzi justificou o pedido, argumentando serem necessárias respostas mais completas. Segundo o socialista, não teriam sido contempladas no requerimento anterior.

 

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Meneguzzi entrega denúncias de precarização do Postão ao Ministério Público

dezembro 13, 2017

Entre os problemas, falhas na escala médica e pressão sobre os servidores

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) entregou ao Ministério Público, na tarde desta quarta-feira, 13 de dezembro, denúncias que chamam a atenção por mostrarem a precarização do Pronto Atendimento 24h. De acordo com o parlamentar, a estratégia do Executivo é o fornecimento do mínimo do serviço para justificar a gestão compartilhada já prometida pelo prefeito Daniel Guerra (PRB).

No documento, Meneguzzi ilustra dois casos de vistorias realizadas por ele em 1º e 09 de dezembro. Na primeira situação, havia cidadãos aguardando por mais de seis horas para serem consultados. Além disso, conversou com servidores, que relataram a desatenção da administração com o PA. O vereador constatou, entre outras coisas, um elevador que estava quebrado há mais de uma semana e um condicionador de ar que expedia água para dentro da sala, sendo recolhida em um balde.

Já no sábado, 09 de dezembro, estavam de plantão apenas três médicos durante a tarde, com a perspectiva de atendimento de dois no plantão noturno. Assim, os servidores, tanto os médicos quanto a equipe de enfermagem, que estavam trabalhando ficaram extremamente sobrecarregados. “O caos está instaurado no SUS em Caxias e, porque é nítida a vontade da atual administração de sucatear, provocar pressão e estresse aos servidores, a fim de justificar a terceirização ou a extinção de serviços básicos à população”, salienta Meneguzzi.

A falta de profissionais e as falhas no atendimento geraram um memorando escrito pela equipe médica e de enfermagem para a coordenação de enfermagem e direção-geral do PA 24H, sobre a escala médica insuficiente. O documento exara: “Declaramos que as condições de trabalho da equipe de plantão na data de hoje foram precárias e insalubres, sobrecarregando todos os funcionários e colocando a equipe e a população em risco – e a população se queixando de um atendimento demorado”.

De acordo com o memorando, os profissionais contataram o diretor-geral do PA, solicitando a reposição de médicos ou a sua presença para plantão e não foram atendidos. O referido gestor informou que estava de sobreaviso em outro serviço.

“Não bastasse isso, a imprensa de Caxias veiculou uma matéria nesta quarta onde o Executivo diz que a grande justificativa para terceirizar o Postão é a demora no atendimento. Ora, se existe uma sindicância aberta para tratar desse assunto, um processo dito como sigiloso, e a prefeitura coloca no edital de seleção da empresa que vai gerenciar a UPA que a problemática está instaurada nos servidores e no atendimento é, no mínimo, estranho”, rebate Meneguzzi.

As denúncias foram encaminhadas à promotora Adriana Chesani, que está com o restante da documentação referente aos fatos levantados contra o IGH na administração da UPA Zona Norte, acompanhadas de provas e documentos.

Os vereadores Rafael Bueno (PDT) e Renato Oliveira (PCdoB), também integrantes da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Câmara, também estiveram presentes e fizeram a entrega de denúncias que denotam a terceirização do Albergue Municipal.