Explicações que a polícia a administração da UPA ZONA NORTE precisam dar

junho 7, 2021

*Por Alberto Meneguzzi

Quem faz a segurança da Upa Zona Norte? A UCS, que administra o local, recebe R$ 1,8 milhão por mês para fazer a gestão da UPA. Tem esquema de segurança quando os apenados dos presídios são levados para atendimento no local? Este sistema de escolta, é o ideal? A função da Guarda Municipal, qual é afinal: fazer blitz de trânsito ou cuidar do que é público?

E o batalhão de choque, com mais de 100 policiais, que ocupam o antigo Senai José Gazola, bem pertinho da UPA, como se ocupam? E a Susepe, não tem outro modelo de escolta de presidiários, ainda mais com um apenado com histórico terrível de confronto com forças de segurança? E quem se importa com os funcionários da UPA, que vivem constante perigo?

Em tempo: minha solidariedade aos familiares do agente penitenciário morto nesta madrugada quando escoltava um preso perigoso até a UPA. Este apenado, forjou que estava com uma crise renal, e fez com que fosse levado até a UPA Zona Norte. Lá já havia todo um esquema organizado para resgatar este bandido.

Inteligência policial para o caso? Zero, por enquanto.

“Morte de menino de 10 anos na UPA Zona norte requer esclarecimentos urgentes por parte do IGH e da Secretaria da Saúde” diz Meneguzzi

outubro 6, 2019

“A morte de um menino de 10 anos na manhã deste sábado, 05 de outubro,  na UPA Zona Norte merece um esclarecimento urgente por parte do IGH, empresa que administra o local e da Secretaria de Saúde do município.  Há suspeita de negligência no atendimento. ” diz o Vereador Meneguzzi, do PSB. O parlamentar levou na manhã deste domingo, dia 06 de outubro, o assunto para o presidente da Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores de Caxias, vereador Renato de Oliveira. Segundo Meneguzzi,  é importante que a secretaria de saúde e a administração da UPA através da empresa IGH esclareçam rapidamente o que aconteceu para que não fiquem dúvidas sobre responsabilidades.”
O vereador do PSB não integra neste ano de 2019 a Comissão de Saúde, mas recebe quase diariamente demandas a respeito do setor. Na noite deste sábado, recebeu a notícia da morte do menino e que o assunto teria parado na polícia. Familiares da criança teriam  procurado a UPA há duas semanas  mas ele teria sido liberado sem a realização de exames para saber os reais motivos o que levaram até lá.  Neste final de semana, o menino voltou em busca do atendimento e acabou morrendo. ” Vou acompanhar bem de perto os desdobramentos a partir das denuncias que chegaram até mim ainda na noite deste sábado. É importante que tudo seja esvlarecido, para que os processos de atendimento da UPA sejam melhorados a cada dia”. finaliza o Vereador Alberto Meneguzzi

Meneguzzi solicita informações e sugere posto da Guarda Municipal do antigo prédio do INSS

julho 22, 2019

Parlamentar pede que o município detalhe os testes realizados na estrutura física e o plano de ocupação

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) protocolou, na tarde desta segunda-feira, 22 de julho, pedido de informações sobre o plano de ocupação e os testes estruturais no antigo prédio do INSS, localizado no bairro Cinquentenário e de propriedade do Executivo desde 2017. No documento, composto por cinco questões, o parlamentar pede que a prefeitura detalhe as ações realizadas em relação à segurança e preservação do imóvel.

Meneguzzi também encaminhou indicação às secretarias de Planejamento e de Segurança Pública, na qual sugere que seja implantado um posto da Guarda Municipal no prédio. Ele cita a falta de segurança e o episódio da morte de uma jovem, encontrada com o corpo parcialmente carbonizado. “Esse prédio pertence à comunidade e precisa funcionar a serviço da população e não servir como espaço de violência”, explica.

Meneguzzi lamenta a morte do padre Fábio Piazza

maio 16, 2019

Vereador considera que o sacerdote era exemplo de humanidade e serviço pelo bem comum

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB)  lamentou o falecimento do padre Fábio Thomás Piazza, aos 100 anos, ocorrido na tarde desta quinta-feira, 16 de maio. O sacerdote, que atuou em diversas paróquias da Diocese de Caxias do Sul e dedicou quase duas décadas ao serviço no Santuário de Caravaggio, em Farroupilha, completou um século de vida em dezembro de 2018.

De acordo com Meneguzzi, padre Fábio foi exemplo de humanidade e serviço pelo bem comum. Ele era conhecido pela generosidade, pelo dom da confissão e pela capacidade de servir ao próximo. O sacerdote estava hospitalizado há cerca de uma semana no Hospital Saúde, em Caxias do Sul. “Uma perda muito grande para a Igreja e também para a sociedade. Conheci o padre Fábio através do sobrinho dele, padre Nivaldo Piazza, que foi pároco de Lourdes aqui em Caxias, onde iniciei minha missão”, explica.

Filho de Giulio Piazza e Julia Radaelli, padre Fábio Piazza nasceu em 5 de dezembro, no distrito de Nova Milano, em Farroupilha. Seu avô materno é Tomaso Benedetto Radaelli, que juntamente com sua avó, Maria Pirovena, foi um dos primeiros imigrantes italianos a chegar a Farroupilha, e tornar o local, posteriormente, o berço da imigração italiana no Estado do Rio Grande do Sul.

Sua alfabetização ocorreu no hoje chamado Colégio Santa Cruz, ainda em Nova Milano, que na época era de responsabilidade das irmãs da congregação de São Carlos. Em 1937, com 18 anos, Padre Fábio ingressou no Seminário Central São Leopoldo, onde mais tarde, na década de 40, cursou Teologia e Filosofia. Antes disso, entre 1938 e 1939, padre Fábio também estudou no Seminário Nossa Senhora Aparecida, em Caxias do Sul.

Vida sacerdotal

A vida sacerdotal do presbítero teve início em 8 de dezembro de 1950, quando foi ordenado por Dom José Barea. Sua primeira missa solene ocorreu na Igreja Matriz de Nova Milano dois dias após, em 12 de dezembro. Mais tarde, em 1989, voltou a Nova Milano, e atuou como pároco da paróquia de Santa Cruz durante 22 anos.

Na cidade de Farroupilha, ao longo de sua vida, padre Fábio passou também pela paróquia de Caravaggio por três períodos diferentes: em 1953, como vigário, onde permaneceu por seis meses; de 1978 a 1980, como vigário auxiliar; em 1984, durante cinco anos, como administrador; e desde 2011 até os dias atuais trabalha como padre auxiliar no Santuário. Na cidade, em 1954, também foi vigário auxiliar da paróquia Sagrado Coração de Jesus, onde permaneceu por quase oito anos.

Além de sua terra natal, o sacerdote também trabalhou, ao longo de sua trajetória sacerdotal, por outras cidades da região, como Caxias do Sul (nos anos de 1951 e 1952, e 1983), Cambará do Sul (em 1952), Coronel Pilar (em 1953), Garibaldi (em Marcorama, no ano de 1962) e Cotiporã (em 1964). Além disso, também foi pároco de Nova Andradina, no Mato Grosso do Sul, por duas vezes, em 1973 e depois em 1983.