Prefeitura de Caxias faz 2,5 mil vistorias desde o início do decreto e adverte 60% dos estabelecimentos vistoriados

abril 2, 2020

Oito bares foram interditados em diferentes pontos da Cidade de Caxias. A ação que foi preventiva e também seguiu denúncias da comunidade via Alô Caxias,  aconteceu na noite da última terça-feira (31.03)

Segundo a Prefeitura de Caxias, durante o dia, a fiscalização também fechou estabelecimentos comerciais na área central. Estabelecimentos estes que não se enquadram em serviços essenciais à população, conforme decretos de combate ao coronavírus.

Desde o início do decreto de fechamento de estabelecimentos, dia 18 de março, já foram realizadas pela Secretaria de Urbanismo, mais de 2,5 mil vistorias, 60% dos estabelecimentos foram advertidos e apenas um, até agora, foi multado.

(*Fonte: Caxias.rs.gov.br  Foto: Andreia Copini)

Meneguzzi solicita que Secretaria Municipal da Saúde fiscalize condições de trabalho de funcionários da UPA Zona Norte

março 29, 2020

O Vereador Alberto Meneguzzi/PSB irá encaminhar nesta segunda-feira ( 30), uma solicitação  Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia (antigo Ministério do Trabalho) e à Secretaria Municipal da Saúde para que a fiscalização das condições de trabalho dos funcionários da UPA Zona Norte seja ainda mais rigorosa. O parlamentar, que é integrante  da Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul, também enviará oficio  para o SindiSaúde, sindicato que representa os trabalhadores do setor. No ofício, Meneguzzi relata  algumas denúncias sobre o falta de zelo e cuidado da empresa IGH com os seus funcionários neste período de combate ao Coronavírus
Segundo o  vereador,  “se uma empresa que recebe recursos públicos para atender a população usuária do SUS não trata com profissionalismo e zelo os seus próprios servidores, tem algo errado nisso. Quem cuida, também precisa de cuidados.”

O parlamentar recebeu denúncias de que trabalhadores da UPA, que se enquadrariam no grupo de risco do Coronanvírus,  continuam trabalhando, colocando em risco a própria  saúde, de colegas de trabalho e da população em geral.  “Se dentro de uma UPA há um número considerável de funcionários doentes, porque há resistência em afastar eles do trabalho?” questiona Meneguzzi.  As denúncias também vão desde  a falta de Equipamentos de Proteção Individual ( EPIs)  até de que funcionários que  estariam doentes e apresentam quadro de risco, continuam trabalhando sem a devida atenção da empresa.

O vereador solicita que os gestores da área da saúde façam a devida averiguação das denuncias.  “É bom lembrar que esta empresa recebe R$ 2,2 milhões para fazer a gestão da UPA e já apresenta um histórico de desrespeito ao contrato firmado com a Prefeitura de Caxias do Sul, que venho denunciando e fiscalizando desde 2017”, salienta.

Meneguzzi lembra  que o momento requer cuidados redobrados, principalmente, com quem está na ponta do atendimento da população, como os trabalhadores das duas UPAS, das UBSs e dos hospitais. “Num momento como o que estamos vivendo, os profissionais da área da saúde são os primeiros que precisam ser cuidados, pois eles é que estão na ponta do atendimento da população”, ressalta.

 

 

Meneguzzi questiona o Executivo sobre a falta de medicamentos

novembro 22, 2019

Parlamentar pede esclarecimentos referentes a denúncias de pacientes que aguardam a entrega dos remédios

O vereador Alberto Meneguzzi/PSB protocolou, nesta sexta-feira (22), um pedido de informações ao Executivo sobre a falta de medicamentos nas quatro farmácias administradas pelo Município de Caxias do Sul. São cinco questões onde o parlamentar pretende esclarecer informações sobre a falta de remédios nas unidades.

O Gabinete de Meneguzzi recebeu várias denúncias de cidadãos sobre a falta de medicamentos nas farmácias Básica, Especializada, Territorial do Esplanada e de Componente Estratégico. Os órgãos são administrados pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS)

Segundo Meneguzzi, o fato prejudica os pacientes que dependem da rede pública de saúde para fazer tratamento médico. “Há informações de que estão faltando até mesmo remédios de uso contínuo, como por exemplo, a insulina. Esta situação demonstra a falta de planejamento e de responsabilidade do Executivo para com os pacientes e a morosidade nas licitações de medicamentos”, conclui. O documento deverá ser votado na próxima semana.

QUESTIONAMENTOS:

1. Quais os medicamentos em falta nas quatro farmácias?

2. Desde quando cada medicamentos listado está em falta?

3. Qual a previsão de regularização de cada produto?

4. Qual a orientação da Secretaria de Saúde para os pacientes?

5. Quantos processos de judicialização de medicamentos o Município responde?

Ouça a notícia em podcast

Meneguzzi questiona licitação de empresa envolvida em corrupção para a UPA Central

outubro 29, 2019

Vereador critica postura do Executivo sobre as denúncias públicas sobre o InSaúde

O vereador Alberto Meneguzzi/PSB se manifestou, na sessão desta terça-feira (29), sobre o resultado da licitação para a empresa que vai administrar a gestão compartilhada da UPA Central. O parlamentar lamentou que as duas finalistas da licitação estão envolvidas em denúncias de má gestão e, principalmente a vencedora, em um caso de corrupção, no município de Mococa, no interior do estado de São Paulo.

Segundo Meneguzzi, o receio é de que o InSaúde, que venceu a licitação para a nova UPA atue da mesma forma com que o Instituto de Gestão e Humanização (IGH) administra a UPA Zona Norte. Ele afirmou que o IGH não tem organização no trato com os funcionários. “Há dois anos, temos falado sobre isso aqui, mas parece que é em vão. Os servidores estão doentes, pagando o preço de uma empresa desorganizada. Além disso, eu pesquisei e uma das que foram desabilitadas tinha mais de 200 autos de infração no país inteiro”, reforçou.

Alberto Meneguzzi também criticou a postura do Executivo com relação às denúncias contras as concorrentes, que foram veiculadas na mídia nacional. Fatos que levaram o prefeito de Mococa a ser afastado do cargo. “Isso não é fake news, como o prefeito Daniel Guerra faz nas redes sociais. Também não é boato, como o secretário de Saúde (Julio Cesar Freitas da Rosa) fala da imprensa de Caxias do Sul”, ressalta.

O parlamentar questionou se é este o modelo de saúde pública que o governo municipal quer para Caxias. “Essa empresa é mais uma de fachada. Ela está prestes a fazer a gestão, entre aspas, da UPA Central e está envolvida nas mais diversas falcatruas, entre elas, a organização criminosa. É isso que a gente quer para administrar saúde Caxias”, perguntou Meneguzzi.

Meneguzzi protocola denúncias sobre suposta negligência na UPA Zona Norte

outubro 11, 2019

Denúncias foram oficializadas aos Ministérios Públicos Federal e Estadual

O vereador Alberto Meneguzzi/PSB protocolou, na manhã desta sexta-feira (11), documentos nos Ministérios Públicos Federal e Estadual, solicitando investigação sobre duas denúncias de suposta negligência por parte do Instituto de Gestão e Humanização (IGH), na UPA Zona Norte.

Os casos se referem a dois casos de óbito, sendo um deles, dentro da UPA Zona Norte. Trata-se do menino Theillor Martins Matos, de 10 anos, que morreu no último sábado (05), por meningite bacteriana, segundo atestado de óbito fornecido pela unidade de pronto atendimento. Outra denúncia é sobre o falecimento de Marlene das Graças Ribeiro da Silva, de 52 anos, no dia 1º de outubro. Ela morreu em casa, depois de ter sido atendida na UPA, no dia 30 de setembro, com sintomas de diabetes. Na certidão de óbito, o médico atestou infarto do miocárdio.

As duas mortes merecem esclarecimentos, principalmente, por parte do IGH, que gere a UPA Zona Norte. Até o momento, o Executivo nem sequer se manifestou a respeito das denúncias de supostas negligências. Acionei a Comissão de Saúde para questionar a Secretaria Municipal de Saúde. Agora, encaminhei aos Ministérios Públicos as denúncias para que sejam apuradas as responsabilidades”, salienta o parlamentar.

Nos documentos, Meneguzzi solicitou audiência com a promotora e o procurador para tratar do assunto. O vereador deverá ser acompanhado pelos denunciantes Jomar Matos, pai de Theillor; e Gleison da Silva, filho de Marlene.

 

Município revogará edital de terceirização do Postão

dezembro 22, 2017

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) avalia como prudente e democrática a decisão do Executivo em revogar o edital de gestão compartilhada do Pronto Atendimento 24h. A rejeição do projeto de terceirização foi votada na noite da última quarta-feira, 20 de dezembro, durante reunião extraordinária do Conselho Municipal de Saúde, no plenário da Câmara. O parlamentar acompanhou todo o encontro, que se estendeu até às 23h.

Meneguzzi, no entanto, lamenta a intenção do Executivo em criar a polêmica antes de apresentar o projeto UBS+ ao Conselho, que tem caráter deliberativo. Além disso, vê que a terceirização, nos moldes que o município propôs, iria sucatear ainda mais a estrutura. O edital propunha um valor superior a R$ 2,5 milhões e a empresa selecionada pelo menor preço avaliou a prestação dos serviços no valor de R$ 1,8 milhão.

“O PA precisa, sim, de melhorias para o atendimento ser, de fato, melhor à população, mas entregar o Postão a uma empresa terceirizada que investiria o mesmo tanto que o IGH está recebendo pela UPA, que é menor e está sob investigação do Ministério Público, não seria a melhor solução”, conclui o vereador.

Meneguzzi cobra agilidade e ampla divulgação de comissão destinada a fiscalizar a UPA

dezembro 20, 2017

Equipe formada por dois integrantes da sociedade civil e três servidores está prevista em contrato

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) está cobrando agilidade na fiscalização por parte da Comissão de Avaliação e Fiscalização dos Serviços, prevista em contrato para analisar o trabalho trimestral da UPA Zona Norte. O parlamentar encaminhou ofício ao gabinete do prefeito Daniel Guerra (PRB), na tarde desta quarta-feira, 20 de dezembro.

No documento, Meneguzzi recorda a portaria 10/2017, do Ministério da Saúde, que responsabiliza o chefe do Executivo e o seu secretário de Saúde como gestores da Unidade de Pronto Atendimento 24h. Além disso, cita o contrato de gestão compartilhada, assinado entre o município e o Instituto de Gestão e Humanização (IGH), em 14 de agosto. A cláusula terceira prevê que a Comissão avalie o desenvolvimento das atividades e serviços prestados pela organização que administra a UPA a cada três meses.

“O contrato fala que essa comissão precisa ser nomeada por portaria especial para avaliar a UPA a cada três meses. Hoje, 20 de dezembro, a UPA completa noventa dias em funcionamento. Nesse período foram inúmeras as denúncias feitas por sindicatos, além das que eu apresentei baseado em conversas com funcionários e ex-colaboradores da entidade, além de uma vistoria, onde pude constatar que, de fato, existem algumas situações irregulares. Se essa comissão existe, ela não é pública. Estou pedindo que o resultado da fiscalização seja amplamente divulgado”, justifica o vereador.

O parlamentar apresentou denúncias de irregularidades do IGH na gestão da Unidade em quatro oportunidades. A primeira em 10 de novembro e a segunda em 22 do mesmo mês. Nos dias 11 e 12 de dezembro, Meneguzzi abordou novas situações que foram fundamentais para a abertura de inquérito civil pelo Ministério Público Estadual.

“Não recebemos qualquer resposta da Prefeitura ou do IGH sobre essas demandas. Por meio da imprensa, a Secretaria da Saúde disse que tudo foi apurado e que não há irregularidades. Considero isso também um desrespeito com o Legislativo. Por isso peço a devida agilidade dessa Comissão, que deve ser formada por dois integrantes da sociedade civil, escolhidos no Conselho de Saúde e três servidores da Secretaria da Saúde. Tudo precisa ser muito transparente, porque são quase R$ 2 milhões por mês que os cidadãos pagam e as denúncias continuam a chegar”, salienta Alberto Meneguzzi.

Silêncio do Executivo sobre as denúncias contra o IGH preocupa Meneguzzi

dezembro 8, 2017

Ministério Público solicitou provas das denúncias; material será encaminhado na segunda-feira

 

“Trinta dias é tempo suficiente para averiguar pelo menos algumas das denúncias trabalhistas ou ao menos as de falta de materiais e insumos e dar satisfação à população”, explica o vereador Alberto Meneguzzi (PSB), que se diz preocupado sobre o silêncio da prefeitura acerca das denúncias apresentadas por ele sobre uma série de irregularidades do IGH na administração da UPA Zona Norte.

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Meneguzzi lança ranqueamento para monitorar preços dos combustíveis

dezembro 7, 2017

Aplicativo Acredita Caxias também dispõe de novo serviço para denúncias de preços abusivos

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) lança, nesta sexta-feira, um ranqueamento dos valores praticados pelas revendas no comércio de combustíveis em Caxias do Sul. A tabela estará disponível no blog acredita.caxias.br e será atualizada periodicamente pelo gabinete do parlamentar. Além disso, o aplicativo Acredita Caxias, o qual conta com quase 300 downloads e 76% das demandas resolvidas, também passa a contar com um menu para denúncias sobre preços abusivos praticados pelos postos.

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Meneguzzi formaliza novas denúncias sobre UPA

novembro 28, 2017

Documentos apontam irregularidades na administração e foram expedidos para a secretaria e ministérios

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) encaminhou nesta segunda-feira (27/11) de novembro novos ofícios ao Ministério do Trabalho, Ministério Público Estadual, Ministério Público e Secretaria Municipal da Saúde. Nos documentos, o parlamentar dá ciência de outras denúncias recebidas por parte de ex-colaboradores do Instituto de Gestão e Humanização (IGH) sobre irregularidades na UPA Zona Norte. Além disso, pede que os órgãos tomem as devidas providências para a solução dos problemas.

“Enviei aos órgãos documentos que somam novas irregularidades àquelas que apresentei em 10 de novembro. Além das questões salariais e de CLT, temos a quarteirização do setor de pediatria da Unidade e o despreparo dos gestores do IGH. As novas denúncias são fruto de mais de três horas de conversa com profissionais que trabalhavam na UPA e dão conta da falta de medicamentos e da administração de soro fisiológico puro, sem qualquer remédio, em diversos pacientes”, explica Meneguzzi.