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Ministério Público solicitou provas das denúncias; material será encaminhado na segunda-feira

 

“Trinta dias é tempo suficiente para averiguar pelo menos algumas das denúncias trabalhistas ou ao menos as de falta de materiais e insumos e dar satisfação à população”, explica o vereador Alberto Meneguzzi (PSB), que se diz preocupado sobre o silêncio da prefeitura acerca das denúncias apresentadas por ele sobre uma série de irregularidades do IGH na administração da UPA Zona Norte.

Meneguzzi apresentou as primeiras quatro páginas de denúncias na tribuna da Câmara, na sessão de 09 de novembro. No mesmo dia, encaminhou cópia dos documentos a líder de governo no Legislativo, vereador Chico Guerra (PRB) e ao gabinete do prefeito Daniel Guerra (PRB). As acusações são fruto de conversas com um grupo de colaboradores do Instituto de Gestão e Humanização (IGH). No dia seguinte, remeteu os ofícios também ao Ministério Público, Ministério Público do Trabalho, Ministério do Trabalho e Secretaria Municipal da Saúde.

No dia 22 de novembro, Alberto Meneguzzi expôs outras quatro páginas, oriundas de denúncias de ex-funcionários da UPA. Em ambos os relatórios constavam irregularidades trabalhistas, falta de material e insumos para o desenvolvimento das atividades, indisposição de medicamentos e ambulância, dentre outras.

As novas delações também foram encaminhadas ao Executivo que sequer deu respostas sobre alguma possível investigação a ser instaurada. “Me admira muito, a prefeitura que repassa R$ 1,8 milhão por mês para o IGH, não investigar, não dizer onde e como está sendo investido o dinheiro público”, comenta Meneguzzi.

A promotora do Ministério Público do RS, Adriana Chesani, encaminhou ofício ao gabinete do vereador, pedindo que o mesmo apresente provas que fundamentem a abertura de inquérito civil. De acordo com o vereador, na próxima segunda-feira, 11 de dezembro, será encaminhado um CD com os áudios das conversas com os colaboradores e ex-funcionários, bem como demais documentos que comprovam ações do IGH que infringem o contrato celebrado com o município em 14 de agosto.

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