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Parlamentar criticou suposta retaliação adotada pela Secretaria de Saúde

O vereador Alberto Meneguzzi/PSB se pronunciou, na sessão desta terça-feira (15) para repercutir documentos recebidos da Controladoria-Geral do Município (CGM) sobre uma sugestão de sindicância enviada à Secretaria Municipal de Saúde (SMS). O órgão enviou uma documentação a respeito da indicação do parlamentar, para que a Secretaria investigasse o suposto favorecimento a um médico, no atendimento por meio de horas extras, aos sábados, no Centro Especializado em Saúde (CES). O agravante é de que o referido profissional é marido da coordenadora desta unidade de atendimento.

Juntamente com a documentação, foi enviada a cópia de um e-mail trafegado entre as servidoras Lauren Raymundi Moreira (médica) e Nicole Alberti Golin (coordenadora do CES). Na mensagem, Lauren pede os pontos originais dela e de mais três médicos, de janeiro a julho deste ano, sendo que a intenção é instruir um processo judicial contra dois deles.

Eu pedi que fosse feita uma apuração, baseada em informações que eu recebi através do pedido de informações. Mas na Secretaria da Saúde, em vez de explicar essa situação, eles começaram caça às bruxas. Quem foi que deu informações para o vereador? Quem me trouxe essa informação foi o meu pedido de informações. A CGM disse que não é prerrogativa deste vereador, mas nós temos legitimidade para fiscalizar a correta aplicação dos recursos públicos”, afirmou.

Meneguzzi criticou o fato de Lauren ter citado na mensagem, que as informações serviriam também para ingressar com uma representação ele na Comissão de Ética Parlamentar da Câmara de Vereadores. “A Dra. Lauren, até 2017 era contra o prefeito Guerra, depois virou CC e agora é a favor. Ela quer documentos para processar dois médicos e para ingressar contra mim na Comissão de Ética”, salienta.

No documento, Lauren também faz uma denúncia contra a ex-secretária da Saúde, Dilma Tessari. Segundo a mensagem, teria havido irregularidade na contratação do serviço de interpretação de exames por parte de médicos cardiologistas vinculados ao Hospital Geral. “Sinceramente, Dra. Lauren peça exoneração do cargo. Não tem competência. Por que não fiscalizou se tem algum problema com os contratos”, afirmou.

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