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Para o vereador, ao invés do e-commerce, administração deveria se preocupar em punir assédios contra servidores

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) reafirma seu posicionamento em defesa da solidez e da atuação da Farmácia do IPAM, que completa 58 anos nesta quarta-feira, 03 de julho. De acordo com ele, apesar de sucateado pela atual administração municipal, o órgão sempre teve atuação destacada no serviço à comunidade de Caxias do Sul e aos funcionários públicos.

Desde o início de seu mandato como vereador, em 2017, Meneguzzi tem defendido que a empresa pública permaneça aberta e os seus servidores sejam respeitados. Para o vereador, ao invés do e-commerce que será lançado nesta quarta-feira, a administração municipal deveria se preocupar em punir os assédios contra os funcionários da Farmácia. Em diversas oportunidades, ele foi à tribuna em defesa da manutenção das atividades e votou contrário à tentativa do Executivo de vender as cotas de capital social.

Além da defesa na tribuna, Meneguzzi já endereçou dois pedidos de informações sobre a Farmácia. O primeiro, ainda em setembro de 2017, buscava entender a situação fiscal da entidade e o segundo, que será votado na quinta-feira, 04 de julho, trata especificamente sobre os custos da plataforma e-commerce, que será lançada nesta quarta e contraria as ações tomadas pela prefeitura desde o início da atual gestão.

Meneguzzi ainda cobrou por diversas vezes sobre a transparência dos dados financeiros, bem como da atualização, que não erva feita regularmente, da escrituração contábil da Farmácia do IPAM. “Primeiro tentaram sucatear, fecharam unidades, quiseram forçar a ideia da venda e de que o poder público não deve comercializar remédios e perfumaria. Agora, em junho de 2019, uma matéria falando sobre recorde de vendas e em julho o comércio pela internet, sendo que entre os itens estão produtos de higiene e beleza. Um pouco estranha essa mudança de ideia”, salienta.

Neste ano de 2019, o parlamentar foi enfático também na contrariedade ao fechamento do plantão noturno da Farmácia, ação que era ventilada pelo Executivo. Meneguzzi apontou, ainda, assédios morais e outras infrações cometidas pela atual diretora administrativa da Farmácia do IPAM. Ele participou de diversas reuniões e encontros promovidos pela Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Câmara, bem como se colocou ao lado dos servidores para batalhar pela manutenção sólida da unidade.

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