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Parlamentar protocolou pedido de informações em regime de urgência; será votado nesta quinta-feira

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) protocolou, em regime de urgência, na tarde desta quarta-feira, 27 de março, pedido de informações ao Executivo caxiense sobre o edital 245/2018 que trata do Programa Municipal de Financiamento do Esporte e Lazer (Fiesporte) 2019. No requerimento, que deve ser remetido à Central de Licitações e à Secretaria Municipal do Esporte e Lazer (Smel), o parlamentar pergunta, entre outras situações, sobre os critérios de desclassificação de projetos de pessoa física do processo deste ano.

Meneguzzi foi à tribuna da Câmara na sessão ordinária desta quarta-feira onde criticou o tratamento que a atual administração municipal dá aos desportistas. O vereador leu o desabafo que um promotor de ações esportivas descreveu em suas redes sociais. Ele ressaltou que a principal luta dos profissionais aos quais o Fiesporte ajuda a atender crianças e adolescentes, é mostrar que o edital e as ações da comissão julgadora e da Central de Licitações não possuem unidade. “Quer dizer, o edital diz uma coisa, a comissão que faz a seleção aponta outros e esses projetos todos são analisados pela Central de Licitações fazendo isso ela dificulta cada vez mais os projetos, aprovação de projetos”, explica.

São oito os questionamentos de Meneguzzi, sendo que dentre eles está o pedido de justificativa pela desclassificação de projetos cuja solicitação era a demostração de que os desportistas residem em Caxias do Sul há, no mínimo, dois anos. Ele também pede qual o valor do orçamento disponibilizado ao Fiesporte de 2013 a 2018, bem como a relação dos projetos de entidades e pessoas físicas aprovados e executados em 2017 e 2018.

Por ter sido protocolado em regime de urgência, o requerimento será votado na sessão ordinária desta quinta-feira, 28 de março. “Transparência é o mínimo que a prefeitura precisa ter. Não se deve criar empecilhos e sim ser claro. É esse o objetivo desse pedido de informações: ver o que está acontecendo para que os desportistas não precisem minguar para atender crianças e adolescentes que, caso não estejam nesses projetos, podem ficar nas ruas ou desocupados”, esclarece.

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