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Documentos apontam irregularidades na administração e foram expedidos para a secretaria e ministérios

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) encaminhou nesta segunda-feira (27/11) de novembro novos ofícios ao Ministério do Trabalho, Ministério Público Estadual, Ministério Público e Secretaria Municipal da Saúde. Nos documentos, o parlamentar dá ciência de outras denúncias recebidas por parte de ex-colaboradores do Instituto de Gestão e Humanização (IGH) sobre irregularidades na UPA Zona Norte. Além disso, pede que os órgãos tomem as devidas providências para a solução dos problemas.

“Enviei aos órgãos documentos que somam novas irregularidades àquelas que apresentei em 10 de novembro. Além das questões salariais e de CLT, temos a quarteirização do setor de pediatria da Unidade e o despreparo dos gestores do IGH. As novas denúncias são fruto de mais de três horas de conversa com profissionais que trabalhavam na UPA e dão conta da falta de medicamentos e da administração de soro fisiológico puro, sem qualquer remédio, em diversos pacientes”, explica Meneguzzi.

De mesma forma que na primeira vez em que foi à tribuna e protocolou os documentos, Meneguzzi compilou a conversa em outras quatro páginas de material digitado. No ofício estão descritas também irregularidades como a falta de materiais, medicamentos tais como paracetamol em gotas e espaçador para administração de bombinhas inaladoras em crianças.

O documento também foi encaminhado para o gabinete do prefeito Daniel Guerra (PRB), para que o Executivo tome as providências necessárias, se

Foto: Felipe Padilha

ja na investigação ou punição da empresa pelas irregularidades cometidas. “Já se passaram 15 dias desde que protocolei as primeiras denúncias, trazidas por um grupo de enfermeiros e nem a prefeitura, nem o IGH vieram a público para desmentir ou explicar quaisquer um dos itens que foram apontados. É dinheiro público investido numa empresa que está dando o mínimo”, lamenta o parlamentar.

Meneguzzi também pontuou a gravidade da falta de protocolos de atendimento, uma vez que o contrato celebrado entre o município e o IGH exigem que tais documentos estivessem à disposição até o dia 14 de novembro e, no entanto, ainda não existem. O parlamentar questiona a falta de agilidade do município em compor e nomear, por meio de portaria específica, os membros da comissão de avaliação dos serviços.

Cópia do ofício também foi entregue ao presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente, vereador Renato Oliveira (PCdoB).

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