A vida não pode ser “maquiada”

maio 26, 2020

Diante dos problemas da vida, não procure atalhos. Confie em Deus. Ele não lhe deixará faltar a sua ajuda. A vida, não pode ser “maquiada” quando as coisas vão mal. Aceite o que lhe acontece, não fuja das situações ruins. Quando há dificuldade, é preciso considerá-la, falar a respeito, nunca escondê-la.
Tenha certeza e fé: quando houver problemas, é preciso enfrentá-los, e o Senhor nos ajudará a resolvê-los.
Não devemos ter medo dos problemas. Com as dificuldades da vida, com as situações difíceis, com os problemas que às veze s parecem sem solução, devemos confiar. Jesus mesmo nos diz ” Sou eu, não tenhais medo.” Sempre, quando o mundo parecer ruir, sempre, o Senhor está por perto.
Não é boa atitude fazer maquilagem da vida. A vida, é como é, é a realidade. É como Deus quer que seja, ou como Deus permite que seja. O espírito do Senhor nos dará a solução para os problemas.
Jesus nos diz ” Não tenhais medo, sou eu. É o que ele diz sempre quando a dificuldade se apresenta. Nos momentos onde tudo é escuro, e não sabemos o que fazer, Jesus está presente e nos faz ir em frente, seguindo um caminho certo.
Não tenhai
s medo.
Tome a vida como vem e procure resolver os problemas. Busque o encontro com Jesus, que sempre estará ao seu lado, mesmo nos momentos mais escuros.
Eu acredito em dias melhores.
É preciso acreditar.

Mensagem: “Tudo isso vai passar, mas queria que passasse logo”

abril 26, 2020

Uma revolução de pensamentos, ideias, sentimentos, decisões: esse período de pandemia tem sido assim, pelo menos para mim. Reafirmei alguns propósitos, reposicionei alguns projetos, descartei muitas “tralhas”.
Não trato pessoas como coisas, mas até nisso eu estou mais consciente: quem vale a pena ter por perto e quem não vale nem mais insistir.
É tudo muito louco o que estamos passando. Comigo, um “Velho Alberto” ressurge, na sua essência, como se fosse o menino sonhador que outrora fui. Por um outro lado, nasce um “novo Alberto”, com uma força incrível para recomeçar e com uma vontade enorme de fazer as coisas de um outro jeito.
É um tsunami de emoções que estão muito presentes na minha vida neste momento.
E eu, a cada dia, tento controlar tudo isso. Vou abrir o meu coração: ando ansioso, angustiado, em alguns momentos triste. Teve dias que até chorei, assim, do nada pensando em tudo que estamos passando. Não consigo ver “covas” sendo abertas, filhos enterrando seus pais, netos chorando pelos seus avós, profissionais da saúde exaustos, milhares de mortos em todo mundo e achar tudo isso normal. Fico tocado, chocado até.
Tudo isso vai passar, eu sei, mas eu queria que passasse de uma vez, que acabasse de uma vez por todas este drama, estas notícias ruins, este momento pesado. Sei lá se vocês me entendem, mas estou assim, com os nervos à flor da pele, como se fosse aquele “pet” na porta de casa, olhando pra fora, pronto para sair por aí para passear, louco para se jogar num novo dia, num novo jeito, numa nova era.
Apesar de tantos sentimentos difusos que tomam conta de mim, mesmo assim, eu acredito em dias melhores e vou continuar acreditando. Porque diante de tudo isso, o que eu mais quero é viver, de outro jeito, mas quero vida e vida em abundância. “

 

Mensagem: “Não é hora de ter medo, é hora de ter coragem”.

abril 25, 2020

Porque a gente insiste, às vezes, de querer andar sozinho, sem ajuda de ninguém?
Por mais que algumas pessoas nos decepcionem, e isso acontece muito e vai continuar acontecendo, ninguém nasceu para ficar sozinho. Precisamos uns dos outros.
Talvez seja a hora, definitiva, de selecionarmos melhor quem queremos como amigos e parceiros de caminhada. Nem todo mundo merece nossa energia, nossa atenção, nossa disposição. Há pessoas que somente sugam nossas forças e tiram a nossa paz. Sim, existem pessoas assim. Mas por causa delas, vamos entristecer, jogar a tolha, desistir de lutar, se isolar em algum quarto escuro e nos privar de viver a vida?
Se a gente observar, temos muito mais motivos para sorrir do que para chorar. Conviver com as pessoas verdadeiramente humanas, com gente do bem, com pessoas da nossa família, com amigos que gostamos e admiramos, é mais importante do que desistir de relacionamentos e de vida social, por causa de gente má, sem índole e invejosa.
Não é hora de nos encolher ou de ter medo.É hora do resgate das verdadeiras amizades, de ter por perto quem nos faz bem, de quem nos eleva, nos indica caminhos e se alegra com a nossa felicidade. A hora da coragem de fazer escolhas, de recomeçar, de pedir ajuda se necessário for. É hora, também, de não esquecermos a nossa vida espiritual, de agradecer a Deus por tudo e pedir a ele, com ardor, com força e fé, rumos diferentes nas nossas vidas.
Ele atende, pode ter certeza, Ele não nos deixa na mão. Lembre-se : ninguém é tão frágil que não possa suportar suas dores sozinho, mas ninguém é tão forte assim que não precise de amor, de amigos, de verdadeiras companhias e de Deus.

Não é hora de ter medo de nada, apesar da situação está do jeito que está. Agora sim, é o momento de mostrarmos força. São Paulo dizia “Quando sou fraco, aí é que sou forte”.

 

No dia mundial das missões, uma homenagem a todos evangelizadores

outubro 21, 2019

Neste domingo, dia 20 de outubro, lembramos o dia Mundial das missões.
“A missão não pode ser um peso, mas um dom para oferecer.” Foi o que disse o Papa Francisco neste domingo, no Vaticano.
Eu ofereço este dom desde 1985, como catequista e liderança cristã.
A partir de 2005, Deus me deu uma missão incrível que foi evangelizar através das redes sociais. E foi um presente dos maiores para mim. Nunca pensei que eu pudesse conhecer tantos lugares, conversar com tantos catequistas e ver a realidade de tantas cidades simplesmente por causa da minha paixão de anunciar.
Estive em cidades como Jaru e Porto Velho, em Rondônia.
Franca, São Paulo, Leme, Itu e Araçoiaba da Serra em São Paulo.
Belo Horizonte, São João Del Rei e Conselheiro Lafayete em Minhas Gerais.
Tangará da Serra, em Mato Grosso.
Londrina e Araucária, no Estado do Paraná.
Por aqui, no meu estado, em cidades como Horizontina, Novo Hamburgo, São Leopoldo, Porto Alegre, Garibaldi, Carlos Barbosa, Bento Gonçalves, Igrejinha, Taquara, Monte Belo do Sul, Barão, Flores da Cunha . Aqui em Caxias do Sul, em quase todos os cantos da cidade em diversas comunidades e paróquias.
Minha missão é evangelizar, sempre foi.

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Artigo: “Não é hora de ter medo. É hora de ter coragem” sobre a Campanha da Fraternidade 2019

outubro 11, 2019

A Campanha da Fraternidade deste ano fala sobre políticas públicas e tem como chamada um trecho bíblico do livro de Isaías que diz: “Serviço transformativo e construtivo de novas relações que possibilitem a participação de todos na construção de uma sociedade fraterna baseada no direito e na justiça.” (Is 1,27)
A CF 2019 tem como objetivo geral estimular a participação em políticas públicas, à luz da Palavra de Deus e da Doutrina Social da Igreja, para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais de fraternidade.
Ora, o estímulo à cidadania, ao diálogo, o acompanhamento direto da atuação de nossos governantes tanto em âmbito executivo como legislativo, é algo fundamental para debatermos e fiscalizarmos as chamadas políticas públicas.
Mas alguns setores da igreja não entendem isso. Rezam,frequentam a missa, participam de pastorais e serviços, se dizem lideranças comunitárias, mas quando o debate se refere ao que diretamente afeta a vida das pessoas e que estão na pauta, como a reforma da previdência, atendimento público de saúde,  politica para idosos, falta de vagas em creches, falta de investimento na educação, insegurança, falta de vagas de emprego, violência e corrupção,  acabam dizendo que “isso não é assunto que se fale na igreja”.
Mas afinal de contas, o que de fato precisamos discutir sobre uma campanha da fraternidade que trata sobre politicas públicas, que não seja
o que atinge diretamente a vida das pessoas?
Não podemos ficar distantes da política e quando trato disso, não falo apenas em política partidária. Falo da construção de uma sociedade mais justa e igualitária, através da participação efetiva e fiscalizadora. Dialogar, participar, reunir, discutir é construir um mundo diferente. Isso se faz também através da política.
São João Paulo II afirmou que ” todos e cada um têm o direito e o dever de participar da política, embora em diversidade de formas, niveis, funções e responsabilidades”.  Ele quer dizer com isso, que todos nós devemos dedicar parte do nosso tempo e das nossas preocupações ao bem comum, ainda que de diversas formas e segundo diferentes vocações.
O texto-base da CF 2019 acrescenta ainda: “Assim, uns se dedicarão a atividades comunitárias, outros a sindicatos, grupos e associações, outros ao exercício de mandato político”(178)
Então, não é hora de ter medo, é hora de ter coragem.
Não é pecado discutir políticas públicas nos nossos grupos de igreja.
Não é o fim do mundo participar de forma efetiva da política, exercendo um mandato ou não.
Pecado mesmo é ficar omisso, calar diante de tantos desafios com a justificativa de quem alguns temas não são apropriados para um ambiente cristão.
O que de fato não  é apropriado para o ambiente cristão é a hipocrisia.

Artigo: o Papa Francisco nos diz que é preciso “primeirear”.

setembro 14, 2019

Na exortação apostólica “ Evangelh gaudium” sobre o anuncio do evangelho no mundo atual, o Papa Francisco reforça a necessidade de que tenhamos paciência no trabalho de evangelização e usa até um termo estranho para explicar a “Igreja em saída”. “ É a comunidade de discípulos e missionários que primeireiam , que se envolvem, que acompanha, que frutificam e festejam. Depois, mais adiante, ele explica o significado: Primeirear é tomar a iniciativa.

Todos somos convidados a aceitar a chamada para esta nova “saída” missionária. Mas é preciso sair também da própria comodidade e ter a devida coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do evangelho. E o Papa Francisco dá ênfase: “ A alegria do evangelho, enche a vida da comunidade dos discípulos, é uma alegria missionária.” Infelizmente, muitos de nós, batizados, inseridos na comunidade-igreja, participantes desta ou daquela pastoral, agimos como evangelizadores tristes, impacientes ou ansiosos. Com isso, não irradiamos fervor, alegria e a coragem tão necessária para transformar o mundo. No contato com os outros, no diálogo e na doação verdadeira, é que a vida se fortalece. Solitária, isolada e de forma cômoda, a vida enfraquece e a missão se torna tarefa.

O Papa Francisco reforça a necessidade de entendermos, de uma vez por todas, de que “quando a Igreja faz apelo ao compromisso evangelizador, não faz mais do que indicar aos cristãos o verdadeiro dinamismo da realização pessoal” E ele reforça: “ Aqui descobrimos outra profunda lei da realidade: a vida se alcança e amadurece à medida que é entregue para dar vida aos outros. Por isso, um evangelizador que vive sempre com uma cara de funeral, reclamando de tudo, sempre arranjando desculpas para não fazer e queixas disso e daquilo, não consegue tocar corações. Nós todos que nos sentimos chamados, devemos identificar a alegria do convite amoroso que Deus nos fez. Lembremo-nos sempre que a  nossa missão não é uma tarefa pessoal. Devemos entender que Jesus é o primeiro e maior evangelizador. É Ele que inspira, é Ele que provoca, é Ele que orienta e nos acompanha de mil e uma maneiras. Esta convicção nos permite manter a alegria do meio desta tarefa tão exigente e desafiadora que somos convidados a executar. Que tenhamos a certeza, de que da mesma forma que Deus nos pede tudo, Ele, ao mesmo tempo, nos dá tudo. Por isso, cuida do trigo, mas não perde  a paz por causa do joio.

E lembre-se: discípulos e missionários, “primeireiam”

Meneguzzi participa de palestra e ações comunitárias no final de semana

junho 16, 2019

Agenda do parlamentar iniciou no loteamento Jardim La Paloma; vereador esteve junto aos casais do movimento católico ECC

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) teve um final de semana movimentado. Na tarde de sábado, 15 de junho, o parlamentar participou de uma ação comunitária na igreja Santa Clara, no loteamento Jardim La Paloma. A atividade contou com a presença de dezenas de pessoas e os recursos arrecadados serão destinados à manutenção do atendimento pastoral e demais ações.

Ainda na tarde de sábado, Meneguzzi palestrou para os participantes da terceira etapa do movimento católico Encontro de Casais com Cristo (ECC), no colégio Murialdo, em Ana Rech no sábado a tarde. O encontro teve como tema “Batizados e enviados para a missão, na simplicidade de Cristo”, e nesse contexto, o parlamentar falou sobre a justiça social e a responsabilidade do cristão. “Precisamos cada vez mais nos inserir nos meios de decisão, para podermos lutar pelos menos favorecidos. Essa é a missão dos leigos: dar voz e cara às ações de busca pelo bem comum”, salienta.

Já neste domingo, 16 de junho, Meneguzzi participou de almoço da festa de Santo Antônio, na Paróquia Imaculada Conceição, dos capuchinhos, em Caxias do Sul.

Evangelização: não dá mais para ficar em cima do muro

junho 2, 2019

Em cima do muro

Todos somos catequistas, independentemente de termos uma “turminha” de crianças ou jovens com encontros semanais. Quem trabalha com a evangelização, é catequista de alguma forma. Quem se diz cristão, é batizado, atua numa comunidade-igreja, seja lá o serviço ou pastoral que for, é catequista. Em casa, no trabalho, na roda de amigos, na faculdade, na família, enfim, em todos os lugares, nossas atitudes devem transmitir aquilo que acreditamos. A evangelização não admite mais gente que vacila, que não se posiciona, que não  sai de cima do muro, ou que é cristão apenas conforme suas conveniências ou interesses pessoais.
O cristo fácil é aquele que está apenas dentro do ambiente de igreja,  no convívio com quem é, com quem atua na mesma jornada, com quem prega as mesmas coisas, é fácil ser cristão. Mas que diz sim, precisa assumir e se preparar também com o Cristo difícil, ou seja, assumir o compromisso com o projeto de Deus no meio de quem renega, faz chacota, não acredita, depõe contra e este tipo de pessoa, nós podemos encontrar inclusive na nossa própria família.
Alguém que se diz “catequista” não pode ligar e desligar a chave conforme o ambiente que está, tipo ” agora estou no encontro de igreja então eu sou catequista” ou “agora estou no meu ambiente de trabalho, então eu não sou catequista”.
Quem diz sim, quem diz que é, quem se apresenta para ser e dispõe ao serviço sempre será catequista, em todos os ambientes. Não tem como separar.
Por isso, cuidado com o que você diz, com o que você posta nas suas redes sociais, com o que você acredita, com suas atitudes, com quem você admira, segue, lê, com o o que você curte e compartilha.
Em alguns casos, como dizia Madre Tereza de Calcutá, “talvez você seja o único evangelho que o seu irmão lê”.
É a mais pura verdade!
E o que o seu irmão tem lido?

Meneguzzi lamenta a morte do padre Fábio Piazza

maio 16, 2019

Vereador considera que o sacerdote era exemplo de humanidade e serviço pelo bem comum

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB)  lamentou o falecimento do padre Fábio Thomás Piazza, aos 100 anos, ocorrido na tarde desta quinta-feira, 16 de maio. O sacerdote, que atuou em diversas paróquias da Diocese de Caxias do Sul e dedicou quase duas décadas ao serviço no Santuário de Caravaggio, em Farroupilha, completou um século de vida em dezembro de 2018.

De acordo com Meneguzzi, padre Fábio foi exemplo de humanidade e serviço pelo bem comum. Ele era conhecido pela generosidade, pelo dom da confissão e pela capacidade de servir ao próximo. O sacerdote estava hospitalizado há cerca de uma semana no Hospital Saúde, em Caxias do Sul. “Uma perda muito grande para a Igreja e também para a sociedade. Conheci o padre Fábio através do sobrinho dele, padre Nivaldo Piazza, que foi pároco de Lourdes aqui em Caxias, onde iniciei minha missão”, explica.

Filho de Giulio Piazza e Julia Radaelli, padre Fábio Piazza nasceu em 5 de dezembro, no distrito de Nova Milano, em Farroupilha. Seu avô materno é Tomaso Benedetto Radaelli, que juntamente com sua avó, Maria Pirovena, foi um dos primeiros imigrantes italianos a chegar a Farroupilha, e tornar o local, posteriormente, o berço da imigração italiana no Estado do Rio Grande do Sul.

Sua alfabetização ocorreu no hoje chamado Colégio Santa Cruz, ainda em Nova Milano, que na época era de responsabilidade das irmãs da congregação de São Carlos. Em 1937, com 18 anos, Padre Fábio ingressou no Seminário Central São Leopoldo, onde mais tarde, na década de 40, cursou Teologia e Filosofia. Antes disso, entre 1938 e 1939, padre Fábio também estudou no Seminário Nossa Senhora Aparecida, em Caxias do Sul.

Vida sacerdotal

A vida sacerdotal do presbítero teve início em 8 de dezembro de 1950, quando foi ordenado por Dom José Barea. Sua primeira missa solene ocorreu na Igreja Matriz de Nova Milano dois dias após, em 12 de dezembro. Mais tarde, em 1989, voltou a Nova Milano, e atuou como pároco da paróquia de Santa Cruz durante 22 anos.

Na cidade de Farroupilha, ao longo de sua vida, padre Fábio passou também pela paróquia de Caravaggio por três períodos diferentes: em 1953, como vigário, onde permaneceu por seis meses; de 1978 a 1980, como vigário auxiliar; em 1984, durante cinco anos, como administrador; e desde 2011 até os dias atuais trabalha como padre auxiliar no Santuário. Na cidade, em 1954, também foi vigário auxiliar da paróquia Sagrado Coração de Jesus, onde permaneceu por quase oito anos.

Além de sua terra natal, o sacerdote também trabalhou, ao longo de sua trajetória sacerdotal, por outras cidades da região, como Caxias do Sul (nos anos de 1951 e 1952, e 1983), Cambará do Sul (em 1952), Coronel Pilar (em 1953), Garibaldi (em Marcorama, no ano de 1962) e Cotiporã (em 1964). Além disso, também foi pároco de Nova Andradina, no Mato Grosso do Sul, por duas vezes, em 1973 e depois em 1983.

Meneguzzi participa de painel sobre a Campanha da Fraternidade na Paróquia Santa Catarina

abril 3, 2019

Vereador foi mediador da mesa-redonda que contou com a presença de produtores culturais

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) mediou, na noite de terça-feira, 02 de abril, o painel “Políticas Públicas na área cultural”, pomovido pela Paróquia Santa Catarina e pela Coordenação Diocesana de Pastoral. O evento foi realizado no espaço da catequese da igreja Santa Catarina e abordou a temática no âmbito da Campanha da Fraternidade 2019, que trata do acesso dos brasileiros às políticas públicas.

Além Meneguzzi, participaram da mesa-redonda, a presidente do Conselho Municipal de Cultura, Magali Quadros, o músico Ladir Brandalise e a produtora cultural e analista de mercado da UCS, Cristina Nora Calcagnotto. O evento que atraiu lideranças católicas e produtores culturais, se estendeu por mais de 1h30 e abordou, sobretudo, a falta de incentivos públicos para a produção cultural nas esferas municipal, estadual e federal.

Meneguzzi avaliou o encontro como positivo, sobretudo a partir da ótica cristã. Segundo ele, as lideranças culturais acabam também por encontrar dificuldades para dialogar com a Igreja Católica. “Motivar encontros de reflexão e debate sobre políticas públicas é desafiador e a Paróquia e a Coordenação de Pastoral estão de parabéns. O objetivo é esse: percebermos as sombras e luzes do caminho para vermos onde é necessário mudar”, salienta.

O próximo painel será na terça-feira, 09 de abril, às 20h, e abordará as políticas públicas para a juventude.