Mensagem: “Tudo isso vai passar, mas queria que passasse logo”

abril 26, 2020

Uma revolução de pensamentos, ideias, sentimentos, decisões: esse período de pandemia tem sido assim, pelo menos para mim. Reafirmei alguns propósitos, reposicionei alguns projetos, descartei muitas “tralhas”.
Não trato pessoas como coisas, mas até nisso eu estou mais consciente: quem vale a pena ter por perto e quem não vale nem mais insistir.
É tudo muito louco o que estamos passando. Comigo, um “Velho Alberto” ressurge, na sua essência, como se fosse o menino sonhador que outrora fui. Por um outro lado, nasce um “novo Alberto”, com uma força incrível para recomeçar e com uma vontade enorme de fazer as coisas de um outro jeito.
É um tsunami de emoções que estão muito presentes na minha vida neste momento.
E eu, a cada dia, tento controlar tudo isso. Vou abrir o meu coração: ando ansioso, angustiado, em alguns momentos triste. Teve dias que até chorei, assim, do nada pensando em tudo que estamos passando. Não consigo ver “covas” sendo abertas, filhos enterrando seus pais, netos chorando pelos seus avós, profissionais da saúde exaustos, milhares de mortos em todo mundo e achar tudo isso normal. Fico tocado, chocado até.
Tudo isso vai passar, eu sei, mas eu queria que passasse de uma vez, que acabasse de uma vez por todas este drama, estas notícias ruins, este momento pesado. Sei lá se vocês me entendem, mas estou assim, com os nervos à flor da pele, como se fosse aquele “pet” na porta de casa, olhando pra fora, pronto para sair por aí para passear, louco para se jogar num novo dia, num novo jeito, numa nova era.
Apesar de tantos sentimentos difusos que tomam conta de mim, mesmo assim, eu acredito em dias melhores e vou continuar acreditando. Porque diante de tudo isso, o que eu mais quero é viver, de outro jeito, mas quero vida e vida em abundância. “

 

Mensagem: “Não é hora de ter medo, é hora de ter coragem”.

abril 25, 2020

Porque a gente insiste, às vezes, de querer andar sozinho, sem ajuda de ninguém?
Por mais que algumas pessoas nos decepcionem, e isso acontece muito e vai continuar acontecendo, ninguém nasceu para ficar sozinho. Precisamos uns dos outros.
Talvez seja a hora, definitiva, de selecionarmos melhor quem queremos como amigos e parceiros de caminhada. Nem todo mundo merece nossa energia, nossa atenção, nossa disposição. Há pessoas que somente sugam nossas forças e tiram a nossa paz. Sim, existem pessoas assim. Mas por causa delas, vamos entristecer, jogar a tolha, desistir de lutar, se isolar em algum quarto escuro e nos privar de viver a vida?
Se a gente observar, temos muito mais motivos para sorrir do que para chorar. Conviver com as pessoas verdadeiramente humanas, com gente do bem, com pessoas da nossa família, com amigos que gostamos e admiramos, é mais importante do que desistir de relacionamentos e de vida social, por causa de gente má, sem índole e invejosa.
Não é hora de nos encolher ou de ter medo.É hora do resgate das verdadeiras amizades, de ter por perto quem nos faz bem, de quem nos eleva, nos indica caminhos e se alegra com a nossa felicidade. A hora da coragem de fazer escolhas, de recomeçar, de pedir ajuda se necessário for. É hora, também, de não esquecermos a nossa vida espiritual, de agradecer a Deus por tudo e pedir a ele, com ardor, com força e fé, rumos diferentes nas nossas vidas.
Ele atende, pode ter certeza, Ele não nos deixa na mão. Lembre-se : ninguém é tão frágil que não possa suportar suas dores sozinho, mas ninguém é tão forte assim que não precise de amor, de amigos, de verdadeiras companhias e de Deus.

Não é hora de ter medo de nada, apesar da situação está do jeito que está. Agora sim, é o momento de mostrarmos força. São Paulo dizia “Quando sou fraco, aí é que sou forte”.

 

Rota cervejeira: mais emprego, renda e possibilidades para Caxias

dezembro 6, 2019

A lei que inclui Caxias do Sul e Farroupilha na Rota Cervejeira do Estado foi aprovada recentemente pela Assembleia Legislativa. A Serra, tradicional pela produção de vinhos, passa agora a ser conhecida também como um dos principais polos cervejeiros do país. Caxias é o terceiro município em número de cervejarias artesanais, só perdendo para Porto Alegre e Nova Lima (MG). São 16 cervejarias no Município, segundo o Ministério da Agricultura, mas a Associação dos Produtores de Cerveja da Serra Gaúcha (Aprocerva) ressalta que são 24 empresas ativas, fabricando entre 160 mil e 200 mil litros por mês.

Apesar de o setor estar em franca expansão, os números mostram que somente 1% da cerveja consumida no Brasil é especial, propiciando o crescimento do setor. No ranking nacional, o Rio Grande do Sul é também o primeiro em número de fábricas de cerveja, à frente de São Paulo. Em 2018, foram abertas 44 novas empresas do ramo, chegando a 186 (quase 21% do total nacional). Com 889 fábricas, o Brasil somou, em 2018, 210 a mais do que em 2017 (+30%). Em média, pode-se dizer que a cada dois dias uma cervejaria abre as portas no país.

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGEG) mostram também que só de janeiro a outubro de 2018, 1.757 empregos foram gerados por cervejarias. As empresas de pequeno porte (até 99 funcionários) – foram as que mais abriram vagas: 951 (54,13%). O destaque vai para as cervejarias artesanais independentes, com até quatro colaboradores, responsáveis por 800 novas vagas.

Esse resultado mostra a força do segmento e evidencia a atuação de empresas que estão iniciando ou se estruturando agora. A inclusão de Caxias e Farroupilha na Rota Cervejeira cria uma alternativa importante para a geração de emprego e renda e turismo. Para isso, foi fundamental o trabalho conjunto da Câmara de Vereadores, empresários cervejeiros, CIC, Prefeitura de Caxias, Governo do Estado e Assembleia Legislativa.

Meneguzzi destaca os seus 29 meses de mandato como vereador de Caxias do Sul: ” Um trabalho intenso e verdadeiro, com um olhar pelo bem comum”.

maio 26, 2019

A luta pelo bem comum

Já são 29 meses de mandato como vereador em Caxias do Sul. Neste tempo todo, fiz a minha obrigação: não faltei a nenhuma sessão, e não me ausentei de nenhuma votação importante. propus diversos projetos, fiz centenas de indicações, atendi diversas pessoas, participei de inúmeras reuniões e conversei com todos os segmentos da sociedade. Aio longo deste tempo todo, fiz discursos duros, mas ao mesmo tempo, fiz homenagens emocionantes. Tive discussões fortes, ao mesmo tempo, também tive palavras de respeito e consideração co muitas pessoas. Dialoguei com gente que pensa igual a mim, mas tive a capacidade de respeitar e ouvir, pessoas que pensam completamente diferente do que eu penso.
Recebi muitos elogios. Ganhei admiração de muita gente.
Ao mesmo tempo, recebo muitas críticas, até ofendido sou, por pessoas que pensam que nenhum político presta e que eu sou mais um, igual a todo mundo.
Já fiquei noites sem dormir quando tive que tomar decisões importantes. Ao mesmo tempo, na maioria das vezes, eu consigo chegar em casa e colocar a cabeça no travesseiro e dormir com a consciência tranquila de que estou trilhando o caminho certo.
Não vou vender a minha alma, nem minhas convicções. Posso até mudar alguns conceitos ( e mudei alguns), mas no meu íntimo, na minha formação, está um cara que sempre teve como objetivo principal, trabalhar pelas pessoas que mais necessitam e pelo bem comum, sendo justo, correto, ético e verdadeiro. Sem meias palavras, direto ao ponto. Eu não quero ter pressa, mas não quero perder tempo.
Fiz sempre isso na minha vida, como jornalista, evangelizador, catequista, liderança comunitária.
Não quero decepcionar minha família, meus amigos e todos aqueles que apostaram em mim lá em 2016. “Estou ” vereador, isso é passageiro. Não ambicioso ou vaidoso e não deixo me levar por cargos, posições ou funções.
Exerço um cargo público, recebo recursos públicos, sou vereador e fui presidente da Câmara de Vereadores no ano passado, mas não mudei um ” pontinho” sequer do meu jeito de ser. Minha profissão é jornalista, e sou catequista. Posso, neste tempo de mandato, ter errado aqui e ali. Sim, não sou a pessoa perfeita que faz tudo certo, que fala as coisas certas, que tem o melhor projeto a indicar. Não sou. Mas de uma coisa vocês podem ter certeza: eu não peco pela omissão, não fico em cima do muro, não deixo de falar o que eu tenho para falar, não tenho medo de ameaças, não vendo minha alma nem meu caráter para ninguém. Sou um fiscal ferrenho, me torno até chato, mas sou um ferrenho observador e fiscal da utilização do dinheiro público. Defendo a transparência total e a prestação de contas e esse meu jeito até meio “maluco” de ser, é claro, não agrada algumas pessoas. Azar é delas. Enquanto eu estiver revestido de um cargo público, minha função é zelar para que os recursos que também são públicos,sejam usados da melhor maneira possível em benefício da população e não para proveito próprio de uma pequena maioria.
Eu sou Alberto Meneguzzi, sou jornalista, catequista, vereador de primeiro mandato em Caxias do Sul. Eu acredito em dias melhores e vou continuar sendo o que eu sempre fui : verdadeiro, verdadeiro e verdadeiro.
Prefiro ser assim, do que ser um inútil.

( Alberto Meneguzzi)

 

Precisa-se de trabalho

abril 30, 2019

Reflexão sobre o 1º de Maio de 2019

Aquela velha máxima de que “o trabalho dignifica o homem” ainda é válida nos dias de hoje. De fato, não há nada mais digno do que o indivíduo poder sustentar a si e sua família com os frutos do seu próprio trabalho. Entretanto, para trabalhar é preciso ter oportunidades. Oportunidades essas que estão escassas desde o momento em que a crise econômica começou a atingir o Brasil, em 2014.

Empresas de Caxias do Sul, apesar de terem retraído suas vendas de 2014 a 2017, iniciaram sua recuperação em 2018. Tato isso é verdade, que no final de 2018, anunciaram lucros históricos e começaram a criar empregos, mas ainda falta muito para recuperar as vagas daqueles 30.000 que foram demitidos em virtude da recessão, sem contar os jovens que estão chegando ao mercado.

Precisa-se de trabalho para que o jovem não precise ir para o mundo da criminalidade, não fique desocupado no contra-turno escolar. Precisa-se de políticas públicas para que as pessoas sejam capacitadas para o mercado de trabalho. Antes ainda, precisa-se de políticos que estejam preocupados com os desempregados, para que essas leis sejam propostas, criadas e aplicadas.

Eu sonho em ver Caxias do Sul com uma economia pujante novamente, tenho esperança em dias melhores onde jovens e pessoas acima dos 50 anos também possam ser empregadas e ganhem seu salário dignamente. Mas antes disso, me preocupo e já propus dois projetos para facilitar a geração de emprego e renda na cidade.

Porque a gente precisa acreditar que, um dia, tenhamos um Programa Municipal do Primeiro Emprego e uma Agência Municipal de Empregos atuante, em busca de formação e de emprego e renda para os caxienses.

 

Aproveita e consulta os projetos… é só clicar no link deles aqui embaixo

Criação da Agência Municipal de Empregos

Programa Municipal do Primeiro Emprego

Uma abraço!
Feliz Dia do Trabalhador

Vereador Alberto Meneguzzi | PSB
(54) 9 9185-7334

Artigo: a vida é um sopro

setembro 23, 2018

Artigo publicado na coluna Ponto de Vista do Jornal Lourdes – edição de setembro/2018

Perdi recentemente um amigo, que lutou bravamente durante oito anos contra um tumor cerebral. Faz um mês que fui visitá-lo. Tomamos um café juntos e falamos sobre igreja, política e sobre a efemeridade da vida e a fragilidade das relações. Naquele dia, ele já estava com bastante dificuldades de visão e de locomoção. Tomou o café, guiado pela sua esposa, parceira de muitos anos, amiga, companheira.

No fundo no fundo, esse meu já sabia que a sua vida estava chegando ao fim, depois de uma longa batalha contra este tumor terrível que se alojou na sua cabeça. Ainda quando eu trabalhava na Rádio, convidei este meu amigo para ir inúmeras vezes aos programas que eu apresentava para relatar o seu drama e a sua luta contra o tumor. Era uma forma de encorajar quem ouvisse a enfrentar seus dilemas pessoais com a mesma determinação dele. Ele sempre aceitava o convite e dava verdadeiras lições de vida, sempre deixando como palavra final o ensinamento de que devemos lutar pela vida, agradecer cada momento, não nos entregarmos nunca.

Ao vê-lo ali, no seu velório, veio-me cada uma das suas palavras de coragem e fiquei pensando que eu, e tantas outras pessoas, não temos nenhum problema de saúde, e mesmo assim agradecemos tão pouco e reclamamos um bocado de vezes de coisas tão simples.

O café que eu tomei com o meu amigo recentemente, foi o nosso último contato. E ali, refletimos como são poucos os amigos nos momentos de uma doença, mas como são verdadeiros alguns que se apresentam nestas horas, nem que seja para um simples café num sábado a tarde para falar sobre coisas banais.

Ando perdendo meus amigos, pessoas com as quais convivi na escola, na adolescência, ou em algum momento na minha vida. E estas perdas, tem sido cada vez mais doloridas.

Estou aqui mais uma vez escrevendo sobre este sentimento que se apodera de mim quando vejo pessoas próximas partirem. Fico sempre refletindo sobre o óbvio: que a vida é breve, e que devemos aproveitar cada momento como se fosse o último.

Chorei de novo a perda de um amigo e meu dia foi triste, mas sei que devemos todos reagir, lutar contra a maré, enfrentar as dificuldades, e sermos gratos por tudo, mas tudo mesmo.

A vida é um sopro e isso eu aprendo a cada dia!

Vale a pena ser catequista

agosto 19, 2018

“Um catequista é, antes de qualquer coisa, alguém que acredita”

“Vale a pena ir á missa, todo o final de semana, mesmo que nenhuma das suas crianças da catequese apareça por lá. Vale a pena organizar momentos de formação, encontros, celebrações, mesmo que nenhum pai ou mãe de seus catequizandos, apareça por lá. Vale a pena rezar, mesmo que ninguém ao seu redor reze.

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Estamos todos doentes

julho 8, 2018

“Há pessoas que tem o sol dentro de si. Não se abalam com as dificuldades e fazem questão de iluminar os outros.”

Li esta frase no meio de tantas outras que leio diariamente postadas em alguma rede social. Pode parecer simples demais para uma reflexão mais profunda, mas ela tem o seu fundo de verdade.

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Tanto faz, tanto fez

maio 20, 2018

Artigo publicado na coluna Ponto de Vista do Jornal Lourdes do mês de maio de 2018