“Estamos indo de mal a pior” diz Meneguzzi sobre desemprego no país

janeiro 12, 2021
Cinco mil empregos serão perdidos por causa do fechamento das fabricas da Ford no Brasil? Ao mesmo tempo, a empresa anuncia o investimento de mais de R$ 3 bilhões em unidades na Argentina? Outra: mais 300 serão perdidos por causa do fechamento da fabrica da Ioki em Nova Prata? Vão fabricar pipoca em Minas Gerais?
O Banco do Brasil quer enxugar seu quadro funcional em quase 5 mil funcionários através do fechamento de agências, postos de atendimento e escritórios e de um plano de demissões voluntárias.
Caraca! O nosso país vai indo de mal a pior.
E a vacina?
Quando será?
Segundo o Ministro Pazzuelo ( o cara do exército), será no dia D e na hora H. Quando?
Oiiiii? Eu ouvi bem?
O Ministro tá dizendo que vacina vai chegar em todos os estados, no mesmo instante, na mesma hora “H”e no dia “D”?
Eu nunca ouvi tanta burrice e estupidez por parte de um Ministro da Saúde. É o que há de pior.
**Alberto Meneguzzi, jornalista e relações públicas

Lixo, entulho e até um sofá: parte do cenário nas estradas do interior de Caxias

janeiro 11, 2021

*Por Alberto Meneguzzi

As belezas naturais de Caxias do Sul são incríveis e possuem um potencial turístico que precisa ser explorado.  Mas, ao circularmos por alguma das estradas do interior, lamentavelmente encontramos descarte de lixo:  entulhos, material de construção e até móveis na beira de estradas. No caminho que conhecemos popularmente de “estrada da Pedreira Guerra” que leva até algumas  localidades como Loreto, São Valentin da 2ª légua e Forqueta, a gente se depara com cenas degradantes e que se repetem há muito tempo.  Não sei se são moradores próximos ou gente que vem de outros bairros e descarta material na beira da estrada. O fato é que é necessário uma campanha ostensiva de educação e de alerta à população, sobre os perigos e as punições para quem descarta material em local errado, e por um outro lado, é preciso indicar caminhos para que as pessoas possam saber onde e como devem fazer o correto descarte  de produtos como colchões, sofás, camas, geladeiras, TVs e material de construção. É preciso orientar mas também punir. O que não dá mais, é continuar vendo isso acontecer sistematicamente e não fazer nada. As imagens que eu fiz nesta segunda-feira, 11 de janeiro, enviei para a Secretaria de Obras, Secretaria de Trânsito e Codeca. Não sou mais vereador, mas vou continuar fazendo a minha parte como cidadão comum e jornalista. Com isso, posso continuar colaborando para uma Caxias do Sul melhor, mais humana, mais limpa e mais preparada para sair da vala comum em que se meteu nos últimos anos.

Servidores que honram o serviço público? Eles existem

janeiro 4, 2021
Essa equipe da foto honrou serviço público ( Aline, Fernando e Romila).
Uma honra ter trabalhado com eles no gabinete.
Hoje, nos despedimos momentaneamente.
Já recolhemos as nossas coisas e o gabinete que ocupávamos será de outro vereador. Sempre falei, em todas as nossas reuniões, que “estávamos ali” representando pessoas. Um mandato eletivo tem apenas um dono: o povo.
Saio de cabeça erguida e com a consciência de que fiz o melhor que pude nestes quatro anos de mandato.
Democracia é isso e eleição é importante para que possamos renovar, mudar, eleger quem a gente achar que deve eleger. Em 2016, me elegi raspando. Desta vez, não me elegi. Outros se elegeram e por certo, saberão representar seus eleitores.
O nosso gabinete não ficará vazio. A partir do dia 1º de janeiro, será ocupado pelo Senhor Gilfredo De Camillis, uma liderança comunitária séria, um senhor de 71 anos, que realiza o seu sonho de também ser vereador. Já havia sido candidato umas seis vezes e não tinha conseguido se eleger. Aliás, em 2017, o Deputado Estadual Ellton Webber me pediu que eu lhe indicasse alguém para representar o seu mandato em Caxias do Sul, eu indiquei justamente o senhor De Camillis.
Hoje, foi um dia de despedida. Conversei com meus assessores e agradeci a cada um. Nos abraçamos, rimos, choramos e agora seguimos cada qual o nosso rumo profissional e pessoal que escolhermos. Sou grato a eles por terem honrado o mandato que também era deles e por jamais, em momento algum, terem deixado quem nos procurou, seja por qual motivo fosse, sem respostas. Eles deram o melhor de si, também dei o meu melhor, a vida segue, outros assumem e viva a democracia.
Obrigado Aline, Fernando e Romila.
Jamais vou esquecer vocês.
Um agradecimento especial também ao jornalista Felipe Padilha que trabalhou comigo durante dois anos e um beijão no coração da Rosmari Bortolini ( a rosca), que esteve comigo por alguns meses e nos alegrou com o seu incrível senso de humor.
Um agradecimento especial também aos jornalistas Tales Armiliato ( que foi meu diretor de comunicação quando eu fui presidente em 2018) e ao jornalista Mauro Camargo, que eu indiquei em 2020 para ser o coordenador da TV Câmara.
Que Deus nos abençoe!
Ps: Dei a eles uma caixinha de Bis, vai que um dia a democracia, e as urnas, possibilitem um novo mandato…

“Não haverá vacina contra hipocrisia, burrice e egoísmo” diz Meneguzzi

janeiro 4, 2021
Eu não tenho mais esperança que qualquer autoridade ou governo vai conseguir coibir aglomerações e festas em vários lugares.
As pessoas, simplesmente não querem isolamento e não querem mais respeitar regra alguma.
E não é de agora. Aqui em Caxias, foi sempre assim. Andem pelas ruas e verão a quantidade de pessoas caminhando, circulando, correndo, nas paradas de ônibus, sem máscara. Elas não estão nem aí. Confesso que a vontade que eu tenho é sair gritando ” coloca a máscara, olha a máscara, tira a máscara do queixo.” Vi até uma corredora de rua com a máscara pendurada no cotovelo.
Qual o efeito de uma máscara no queixo ou no cotovelo? Qual o efeito de uma máscara pendurada na bermuda? Eu sempre disse desde o início desta pandemia: ela está servindo para que as “máscaras caiam”. Sim, as máscaras das pessoas estão caindo de uma forma mais rápida. Muita gente está mostrando quem verdadeiramente é nesta pandemia: egoístas, materialistas, sem humanidade alguma, babacas, idiotas, que só tem olhar para o próprio umbigo e sem condição nenhuma de observar e sentir a dor do outro.

Surpresa? Capaz!

Antes, tudo isso acontecia também, mas agora começamos a observar de forma mais concreta quem é de verdade e quem é de mentira.
Nem vou falar de praias lotadas, hotéis abarrotados de gente, festas das mais diversas e tantas outras situações constrangedoras que os meios de comunicação andam divulgando.
Mas a morte, a doença, o sofrimento de famílias inteiras, não faz mais efeito. Não toca mais o coração de ninguém dizer que ainda morrem mais de 1 mil pessoas por dia no Brasil. Ninguém sente nada ao saber que contêineres de refrigeração estão sendo colocados novamente ao lado dos hospitais de Manaus para receber corpos de vítimas. Ninguém tá nem aí se aqui no RS estamos de bandeira preta, amarela, laranja, vermelha e muito menos com a ocupação de leitos nos hospitais do sus e particulares na cidade onde mora. Nada mais emociona, nada mais entristece, nada mais faz refletir, nada mais toca o coração. Podem divulgar o que quiser, os números mais temerosos e as notícias mais assustadoras a respeito da pandemia.
A julgar pelas fotos, pela exposição nas redes sociais das viagens dos mergulhos, dos encontros, das aglomerações, das bebedeiras e dos flagrantes desrespeito as regras ( leis) e orientações de saúde para este período que estamos vivendo, julgo que boa parte de nós todos já estamos contaminados, mas não com a Covid, mas sim, com o vírus da hipocrisia, ignorância, exibicionismo, estupidez e desumanidade.
E contra isso, nenhuma vacina dará um jeito.
( Alberto Meneguzzi é jornalista e Relações Públicas. Foi integrante da Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores de Caxias do SuLldurante três anos.)

Meneguzzi defendeu a qualidade da saúde e educação públicas de Caxias do Sul

dezembro 29, 2020

Vereador também lutou por políticas públicas para a capacitação profissional e geração de emprego, principalmente, para os jovens

Uma das maiores lutas do primeiro mandato do vereador Alberto Meneguzzi/PSB foi pela qualidade da prestação dos serviços públicos de saúde e de educação. Desde 2017, denunciou o descaso praticado pelo Instituto de Gestão e Humanização (IGH), que operou a UPA Zona Norte, até o ano passado, baseado em informações recebidas de funcionários e usuários do SUS. “Foram dezenas de denúncias encaminhadas ao Ministério Público Federal e Estadual, Cremers e Ministério do Trabalho sobre mau atendimento da população e infração da legislação trabalhista, como atos de assédio moral aos trabalhadores”, ressalta.

Meneguzzi também denunciou problemas na gestão da UPA Central (antigo Postão), por parte do InSaúde, principalmente, este ano, por causa da pandemia. “Como integrante da Comissão de Saúde e Meio Ambiente, foram dezenas de vistorias, inclusive, de madrugada, verificando denúncias, como morosidade no atendimento, entre outras. Este ano, tivemos situações que envolveram o descumprimento das medidas de prevenção ao Coronavírus, como festas e confraternizações na UPA Central, por exemplo”, destaca.

O parlamentar também integrou a Comissão de Educação, onde entre várias ações, articulou pela manutenção do Senai José Gazola e a utilização do espaço físico como um centro de capacitação profissional para jovens. Além disso, foi autor do projeto do Programa Municipal do Primeiro Emprego, aprovado este mês pelo plenário, favorecendo o ingresso de jovens no mercado de trabalho e concedendo incentivos fiscais para empresas que aderirem ao programa.

Também lutei pela geração de emprego e renda para a população, principalmente, pelo acesso às informações sobre vagas. Idealizei o projeto de lei que criou a Agência Municipal de Emprego, aprovado pela Câmara, mas o prefeito cassado recorreu à Justiça e não implantou o órgão, que seria um auxiliar do FGTAS/Sine, na busca e intermediação de mão de obra”, ressalta.

Mandato de Meneguzzi foi marcado por ações de transparência no serviço público

dezembro 28, 2020

Parlamentar propôs a Lei Anticorrupção e foi o principal articulador da Lei Antinepotismo

O vereador Alberto Meneguzzi encerra o primeiro mandato, com a proposição de 14 projetos de lei e mais três leis complementares. Isso, em três anos de atividade parlamentar, pois em 2018, ele foi presidente da Câmara de Vereadores e, conforme o Regimento Interno, esteve impedido de legislar. Alguns deles, em parceria com a bancada do PSB e outros em autoria coletiva, como é o caso do projeto que visa criar a Lei Antinepotismo. A finalidade é alterar o Art. 7º da Lei Orgânica Municipal, proibindo a contratação de parentes até o terceiro grau, como cargos comissionados (CCs) do Executivo e Legislativo de Caxias do Sul.

A matéria tramitou dois anos consecutivos (2019 e 2020), mas não foi votada em plenário e será arquivada, tendo em vista o final da atual legislatura. Em uma das últimas sessões, no início deste mês, Meneguzzi desabafou: “Se alguém tinha medo que afetasse o secretário, algum assessor de vereador, de comissão, agora é hora de colocar o Projeto Antinepotismo na pauta. Chega ser vergonhoso que esse projeto fique sendo encaminhado de comissão para comissão, buscando pareceres que já foram dados,” salientando ainda a morosidade que o projeto tramitou nos órgãos de consultoria externos (IGAM e DP), Executivo e Comissão de Constituição e Justiça da Casa (CCJL). “O Legislativo perdeu a chance de moralizar o serviço público municipal e terminar com essa farra que é a contratação de parentes como CCs”, afirma.

De autoria própria do vereador, o projeto da Lei Anticorrupção, também será arquivado pelo mesmo motivo do Antinepotismo. A proposta busca instituir normas de controle interno contra a corrupção por parte de empresas que participam de licitações no Município. O projeto tramita desde a metade do ano passado e também não foi a plenário, tendo em vista a falta de parecer da CCJL. “Acredito que esta lei garantiria mais lisura aos processos licitatórios da Câmara e da Prefeitura de Caxias. Trata-se da regulamentação de uma legislação federal, que busca evitar fraudes e atos de corrupção no sistema de compras”, enfatiza.

Em outras ações durante o mandato, Alberto Meneguzzi implementou o processo seletivo para contratação de estagiários e a transmissão ao vivo das sessões de licitação pela TV Câmara e redes sociais e iniciou a modernização administrativa da Casa, aprovada este ano pelo plenário, que gerará uma economia de R$ 2,8 milhões por ano ao Legislativo, somente com corte de CCs e cargos efetivos vagos ou em processo de vacância e verba de representação. “A Câmara de Caxias é uma das mais austeras do Brasil. Além do congelamento de salários dos vereadores por três legislaturas consecutivas, incluindo a próxima, reduzimos a máquina administrativa e a despesa, onde eu devolvi, em 2018, R$ 9,5 milhões ao Executivo para investir em obras e serviços para a população”, acrescenta.

Neste mandato, Meneguzzi também apresentou 454 Indicações de serviços ao Executivo, efetuou 42 pedidos de informações à Prefeitura e propôs 122 votos de congratulações, pesar e louvor, entre outros expedientes parlamentares.

Estado mantém Caxias e Serra Gaúcha na bandeira vermelha do Coronavírus

dezembro 18, 2020

A atualização preliminar dos índices de propagação do Coronavírus, divulgada nesta sexta-feira (18), manteve a classificação de Caxias do Sul e a Serra Gaúcha, no Modelo de Distanciamento Controlado do governo estadual, como zona de alto risco da pandemia. Com isso, os 49 municípios da região deverão manter as medidas de contenção referentes à bandeira vermelha, no período de 22 a 28 de dezembro.

Nesta rodada, a única região Covid que não apresenta risco alto de contágio é Guaíba, classificada em bandeira laranja (risco epidemiológico médio). Na tarde desta sexta-feira, não há informação de que o Executivo irá recorrer da decisão por meio da Associação dos Municípios da Encosta superior do Nordeste (Amesne). Neste caso, o resultado sairá na tarde de segunda-feira (21), depois da reunião do Gabinete de Crise do governo gaúcho. 

 

*Com informações do governo do Estado

Legislativo inaugura foto de Meneguzzi na galeria dos ex-presidentes

dezembro 17, 2020

O parlamentar presidiu a Câmara de Vereadores em 2018

O vereador Alberto Meneguzzi/PSB, entrou, na manhã desta quinta-feira (17), para a galeria de ex-presidentes do Legislativo caxiense. O parlamentar presidiu a Câmara em 2018, no segundo ano de mandato. Ele participou de todas as Mesas Diretoras da XVII Legislatura.

O ato ocorreu na Sala de Reuniões da Presidência, e contou com a presença de poucas pessoas devido às restrições referentes à pandemia do coronavírus. Entre elas, a esposa, Margô Segat, irmãos, cunhados, sobrinhos e alguns vereadores e servidores do Legislativo.

Meneguzzi saudou a esposa Margô e a família. “Obrigado por chorarem junto comigo, na derrota, agora, mas por sorrirem e vibrarem comigo nas vitórias. Principalmente, por serem pessoas que me acolhem independentemente da função que eu ocupe”, concluiu.

Depois do descerramento da foto, o atual presidente da Câmara, vereador Ricardo Daneluz/PDT, que havia sido vice-presidente em 2018, agradeceu a Meneguzzi pela contribuição social dele como parlamentar. Os vereadores Felipe Gremelmaier/MDB, Elisandro Fiuza/Republicanos, Renato Oliveira/PCdoB e Gladis Frizzo/MDB também se manifestaram, ressaltando a luta do vereador na área da saúde.

Alberto Meneguzzi foi vice-presidente da Casa, em 2017, no seu primeiro mandato como vereador. Em 2018, foi presidente do Legislativo. Em 2019 e 2020, também fez parte da Mesa Diretora, atuando como 2º secretário nos dois períodos.

Ainda no final da manhã, se reuniu com alguns funcionários da Câmara de Vereadores aos quais fez agradecimentos.

Vereador Meneguzzi pede esclarecimentos sobre renovação de contrato com o InSaúde

dezembro 16, 2020

Executivo não divulgou nenhuma informação sobre o futuro do contrato de gestão da UPA Central

O integrante da Comissão de Saúde e Meio Ambiente do Legislativo municipal, vereador Alberto Meneguzzi/PSB, encaminhou, nesta quarta-feira (16), um ofício ao secretário municipal de Saúde, Jorge Olavo Castro. No documento, ele solicita informações sobre a renovação do contrato de gestão compartilhada da UPA Central com o InSaúde, que encerrou no dia 14 de dezembro.

Segundo o parlamentar, os questionamentos se devem à total falta de informações sobre o processo. “Enviei mensagem de WhatsApp ao secretário, mas não recebei nenhuma resposta. Nem sequer à presidência da Comissão, o Executivo deu qualquer satisfação sobre o processo”, justificou.

No mesmo ofício, Meneguzzi pediu informações sobre os valores repassados, este ano, pelos governos Federal e Estadual para as medidas de contenção à pandemia da Covid-19. “eu quero saber quanto o Município recebeu da União e do Estado para investir na prevenção e no tratamento dos pacientes de Coronavírus. Além disso, em que foram gastos estes valores”, salientou.

 

Legislativo aprova projeto de Meneguzzi que institui o Programa Municipal do Primeiro Emprego

dezembro 15, 2020

A proposta concede inventivos para empresas que contratarem jovens de até 29 anos

O projeto de lei complementar que cria o Programa Municipal do Primeiro Emprego, de autoria do vereador Alberto Meneguzzi/PSB, foi aprovado na sessão desta terça-feira (15). A matéria foi protocolada ainda em 2017. O objetivo é conceder incentivos fiscais para empresas que derem oportunidade de trabalho para jovens entre 16 e 29 anos. O projeto vai para sanção do Executivo. O prazo é de 30 dias.

Conforme a proposta de Meneguzzi, as empresas que aderirem ao programa deverão se cadastrar na Secretaria da Receita Municipal. Elas precisarão manter em seus quadros funcionais, 20% desta faixa etária, se forem microempresas ou empresas de pequeno e médio porte. No caso de empresas de grande porte, o percentual é de 30%. Elas terão redução do valor do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), que será cobrado pela menor alíquota vigente no Município.

O parlamentar reafirma sua posição de defesa dos interesses da juventude. “Com este projeto, estamos buscando a inclusão social e o seu crescimento profissional, bem como pelo enriquecimento de suas experiências, a criação de mecanismos legais que democratizem o acesso ao primeiro emprego”, justifica Meneguzzi.