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Em cima do muro

Todos somos catequistas, independentemente de termos uma “turminha” de crianças ou jovens com encontros semanais. Quem trabalha com a evangelização, é catequista de alguma forma. Quem se diz cristão, é batizado, atua numa comunidade-igreja, seja lá o serviço ou pastoral que for, é catequista. Em casa, no trabalho, na roda de amigos, na faculdade, na família, enfim, em todos os lugares, nossas atitudes devem transmitir aquilo que acreditamos. A evangelização não admite mais gente que vacila, que não se posiciona, que não  sai de cima do muro, ou que é cristão apenas conforme suas conveniências ou interesses pessoais.
O cristo fácil é aquele que está apenas dentro do ambiente de igreja,  no convívio com quem é, com quem atua na mesma jornada, com quem prega as mesmas coisas, é fácil ser cristão. Mas que diz sim, precisa assumir e se preparar também com o Cristo difícil, ou seja, assumir o compromisso com o projeto de Deus no meio de quem renega, faz chacota, não acredita, depõe contra e este tipo de pessoa, nós podemos encontrar inclusive na nossa própria família.
Alguém que se diz “catequista” não pode ligar e desligar a chave conforme o ambiente que está, tipo ” agora estou no encontro de igreja então eu sou catequista” ou “agora estou no meu ambiente de trabalho, então eu não sou catequista”.
Quem diz sim, quem diz que é, quem se apresenta para ser e dispõe ao serviço sempre será catequista, em todos os ambientes. Não tem como separar.
Por isso, cuidado com o que você diz, com o que você posta nas suas redes sociais, com o que você acredita, com suas atitudes, com quem você admira, segue, lê, com o o que você curte e compartilha.
Em alguns casos, como dizia Madre Tereza de Calcutá, “talvez você seja o único evangelho que o seu irmão lê”.
É a mais pura verdade!
E o que o seu irmão tem lido?

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