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Prefeito e conselheiros do Conselho do Patrimônio Histórico pediram novos documentos para embasar a decisão

Iniciado em julho de 2017 junto ao Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural (COMPAHC), o processo encaminhado pelo vereador Alberto Meneguzzi (PSB) para tornar a encenação da Via-Sacra dos Pavilhões da Festa da Uva um patrimônio cultural e imaterial do município de Caxias do Sul, terá um novo desdobramento. Após as reuniões do colegiado, houve a decisão pelo indeferimento, mas o Executivo caxiense pediu novas instruções e documentos para embasar a decisão.

A partir de agora, o gabinete do parlamentar irá trabalhar para reunir a documentação e material veiculado pela imprensa nas edições de 2018 e 2019, sendo que esta última será realizada em 19 de abril deste ano. De acordo com o parlamentar, a apresentação, que acontece na manhã de Sexta-Feira Santa, desde 2005, junto à escadaria do Monumento Jesus Terceiro Milênio, reúne mais de 60 jovens dos diversos grupos pastorais e movimentos da Igreja Católica.

Constam da documentação relatos inscritos no Livro de Tombo da Paróquia São José, onde a apresentação teve início, e clipagens da imprensa da cidade e do Estado, desde o ano de 2008. A iniciativa existe há mais de 15 anos e aconteceu, por alguns anos, nas quadras próximas à igreja do bairro. Depois, em 2005, passou a ser realizada junto ao Monumento Jesus Terceiro Milênio, organizada pelos jovens das paróquias Santa Catarina, São José e Santa Fé.

Em 2014, com a intenção de abranger a juventude de toda a cidade, a coordenação da encenação passou a ser realizada pelo Setor Diocesano da Juventude. “Há alguns anos, a apresentação esteve presente no calendário cultural do município. Nós entendemos que ela precisa entrar para a história de Caxias. A apresentação dos Pavilhões chega a reunir mais de 1.500 pessoas e é conhecida pelo Estado afora. Além de ser artístico, por mostrar os últimos passos de Jesus, antes de sua morte, esse evento congrega e valoriza os jovens”, ressalta Meneguzzi.

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