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Parlamentar questiona falta de testagem em servidores e aplicação da verba devolvida pelo Legislativo

O integrante da Comissão de Saúde e Meio Ambiente (CSMA) do Legislativo de Caxias do Sul, vereador Alberto Meneguzzi/PSB, entregou, na tarde desta terça-feira (24), um ofício ao secretário municipal de saúde, Jorge Olavo Hahn Castro, solicitando informações e providências relativas a duas situações. Ele questiona o Executivo sobre manifestações recebidas de servidores da rede básica municipal de saúde, que demonstram preocupação com a eficácia das medidas de contenção do Coronavírus adotadas pelo Município.

Na reunião promovida pela Comissão de Saúde, na manhã desta terça-feira, no Legislativo, sobre as condições de trabalho dos profissionais da categoria, ele revelou o sentimento de alguns trabalhadores com relação à realidade de Caxias do Sul. “Entendo que há um esforço por parte da Prefeitura, mas já passaram três meses desde o início da pandemia e a gente não tem ainda uma alternativa viável de testagem de servidores”, ressaltou. No documento, o parlamentar também pede providências para o conserto de refrigeradores de algumas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), como as dos bairros Rio Branco e Cinquentenário, por exemplo.

O ofício foi entregue durante a audiência da Comissão de Saúde para a prestação de contas do primeiro quadrimestre pelo Executivo, onde o parlamentar questionou despesas com pagamento de aluguéis de prédios para unidades de saúde e a retenção de valores devidos pelo Instituto de Gestão e Humanização (IGH) pelo descumprimento do contrato de gestão compartilhada da UPA Zona Norte. Além disso, sobre a utilização dos R$ 5 milhões devolvidos pelo Legislativo para ações de contenção do Coronavírus.

Na reunião realizada pela manhã, o vereador ainda relatou e pediu providências sobre a falta de estrutura de uma sala de atendimento, em uma UBS de Caxias, onde trabalham cinco profissionais. Segundo informações recebidas pelo parlamentar, o local não tem ventilação suficiente para proporcionar segurança às medidas de contenção ao Coronavírus. “Como é que aquela sala pode estar funcionando sem abertura suficiente, muito abafada e sem espaço. Será que teria como alguém ir lá supervisionar isso?”,questionou. 

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