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Parlamentar recebeu reclamações de servidores do IGH, responsável pelo funcionamento da unidade de saúde

A administração compartilhada da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Zona Norte, realizada desde 2017 pelo município junto com o Instituto de Gestão e Humanização (IGH), foi tema do pronunciamento do vereador Alberto Meneguzzi (PSB). Na sessão ordinária desta quarta-feira, 13 de fevereiro, o parlamentar relatou denúncias de servidores da unidade, envolvendo as condições do local e os pagamentos da folha salarial.

Conforme Meneguzzi, o IGH recebeu até o momento mais de R$ 25 milhões do poder público. O valor destinado ao instituto é de cerca de R$ 1,8 milhão por mês, desde setembro de 2017 (data da abertura da UPA). O parlamentar disse ter recebido reclamações de funcionários do instituto, que apontam o descumprimento de itens do contrato de trabalho.

Entre os apontamentos, os maiores problemas estão na área de pessoal e recursos humanos. Segundo o socialista, os servidores alegam não receber a cópia do registro do ponto biométrico, terem horas descontadas, atrasos nos pagamentos dos plantões e também a não concessão de dias de folga. Outra reivindicação é sobre a estrutura de trabalho e a disparidade do salário recebido, conforme o informado no momento da contratação.

O vereador leu trechos de relatos de alguns funcionários do IGH. De acordo com ele, o serviço de ambulância da UPA Zona Norte é feito por um automóvel do modelo Fiat Doblô, cujo espaço não comporta uma maca deitada, fazendo com que os pacientes sejam transportados de forma sentada. Afirmou que irá encaminhar as demandas recebidas em seu gabinete à Comissão de Saúde da Câmara para possíveis providências.

Meneguzzi reiterou a importância da abertura da UPA e de como a demanda do Postão 24 horas (fechado para reformas desde outubro) migrou para a nova unidade de saúde, mas pediu respeito a quem realiza todos os atendimentos do local. Os vereadores Elói Frizzo (PSB), Paulo Périco (MDB), Edson da Rosa (MDB), Felipe Gremelmaier (MDB), Rafael Bueno (PDT) também contribuíram com as colocações do colega e cobraram respostas do Executivo.

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