Meneguzzi lamenta nova ocorrência policial de problemas com o atendimento na UPA Zona Norte

junho 13, 2019

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) lamentou, na manhã desta quinta-feira, 13 de junho, a notícia de uma nova ocorrência policial sobre problemas com o atendimento da Unidade de Pronto Atendimento da Zona Norte (UPA Zona Norte). O registro realizado no dia 12 de junho, dá conta de uma mãe, moradora do bairro São Cristóvão, que na manhã da última segunda-feira, 10 de junho, o filho de 11 anos passou mal na escola, tendo sofrido um ataque epilético ou uma convulsão, sendo removido à UPA pelo SAMU.

De acordo com o boletim de ocorrência, não havia leitos disponíveis nos hospitais, e a criança foi liberada, após ser submetida a exame de urina, de sangue e raio-x de tórax. Segundo a denúncia, na UPA não foi realizado nenhum exame cerebral. O menino seguiu reclamando de fortes dores de cabeça, e foi então levada a uma Unidade Básica de Saúde. Lá, a mãe recebeu a informação de que não tinha médicos, e que portanto não havia possibilidade de realizar mais exames na criança.

Meneguzzi foi à tribuna da Câmara  ainda na sessão de 04 de junho para denunciar e repudiar o fato de uma mãe ter de pedir ajuda para a Brigada Militar para ter o atendimento de seu filho, que havia sofrido uma queimadura nas costas, na UPA Zona Norte, pois uma funcionária do Instituto de Gestão e Humanização (IGH) teria negado o atendimento, com o argumento de que a Unidade estava superlotada.

Para Meneguzzi, o fato é lamentável e tanto a comissão de avaliação da Secretaria Municipal da Saúde, quanto os diretores do IGH, que administra a UPA, precisam ser responsabilizados. “Conciliar, dar paz e tranquilidade é atender bem a população na área da saúde. Mais um assunto de não atendimento ou de atendimento precário na saúde de Caxias do Sul. As pessoas precisam ser atendidas de forma decente, para que esses assuntos não precisem ir para a polícia”, apontou.

 

Meneguzzi denuncia que ex-servidora do IGH teria ficado trancada em sala antes da homologação de sua rescisão

junho 12, 2019

Acontecimento da última terça-feira, 11 de junho, o caso foi alvo de boletim de ocorrência na Polícia Civil

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) foi à tribuna da Câmara Municipal de Caxias do Sul, durante a sessão desta quarta-feira, 12 de junho, para denunciar o caso de uma servidora do Instituto de Gestão e Humanização, empresa que administra a UPA Zona Norte, que teria ficado trancada em uma sala por não ter concordado com alguns dos termos da homologação de sua demissão. O acontecimento da última terça-feira, 11 de junho, foi alvo de boletim de ocorrência na Polícia Civil.

Para Meneguzzi, além de descumprir o contrato de gestão compartilhada com o município, a empresa demitiu nove funcionários nas últimas semanas e ainda não fez a sua reposição. Segundo ele, a instituição que leva em seu nome a humanização está agindo de forma desumana com a sua equipe de colaboradores e ex-servidores. “Essa empresa tem agido assim, assediando moralmente os seus servidores, não prestando contas das inúmeras denúncias que têm sido feitas nesta Casa. Por consequência, nós cidadãos é que pagamos aquela conta de mais de R$ 2,2 milhões por mês para que essa empresa administre a UPA, que é extremamente importante para Caxias do Sul”, desabafou.

Por fim, o parlamentar relatou a visita que fez ao Hospital Virvi Ramos, na tarde da terça-feira, 11 de junho, para conhecer detalhes do plano de contingenciamento de inverno proposto pela Secretaria Municipal da Saúde. Apesar de reconhecer como importante a medida, Meneguzzi acredita que a ação poderia ser mais ousada, visto que o inverno está se aproximando e o frio pode ser intenso.

 

Meneguzzi sugere que Comissão de Saúde promova reunião para tratar sobre plano de inverno

junho 3, 2019

Para o vereador, UPA Zona Norte não tem condições de atender toda a demanda; nove funcionários foram demitidos

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) encaminhou, na manhã desta segunda-feira, 03 de junho, ofício ao presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Câmara, Renato Oliveira (PCdoB), na qual sugere a realização de um encontro para tratar sobre o plano de inverno para a saúde dos caxienses. No documento, ele especifica que o convite seria destinado ao secretário da Saúde de Caxias do Sul, Júlio Freitas, à coordenadora da 5ª Coordenadoria Regional de Saúde, Solange Sonda, e os diretores dos hospitais que atendem ao SUS na cidade.

Meneguzzi relata mensagens que tem recebido de servidores municipais e também de funcionários da Unidade de Pronto Atendimento da Zona Norte (UPA Zona Norte), sobre a falta de estratégias para o atendimento das doenças respiratórias, bem como de um hospital de campanha ou a criação e divulgação de materiais para a prevenção da gripe H1N1 e demais situações que envolvam o inverno. O parlamentar não acredita que a UPA possa ter condições de atender toda a demanda, sem o reforço do PA 24h.

Ainda de acordo com o parlamentar, na última semana, nove trabalhadores foram demitidos pelo Instituto de Gestão e Humanização (IGH), empresa que gerencia a UPA. Entre eles estão técnicos de enfermagem e enfermeiros. Os cargos ainda não foram preenchidos e a previsão é de que faça mais frio nos próximos dias. “Caxias do Sul precisa de um plano de inverno; precisa de uma UPA funcionando a pleno vapor, e não demitindo sem recontratar. Se for necessário que se compre leitos nos hospitais particulares, que isso seja feito. E esse debate precisa ser puxado pela Câmara, pois pelo que percebemos a prefeitura não se manifestou sobre o assunto ainda”, salienta.

Meneguzzi denuncia falta de materiais na UPA Zona Norte e pede responsabilização da direção do IGH

maio 31, 2019

Além da falta de extensor para ventilação por meio de oxigênio, ambulância continua a transportar pacientes em excesso

Novas denúncias de falta de materiais na Unidade de Pronto Atendimento da Zona Norte (UPA Zona Norte) foram recebidas pelo vereador Alberto Meneguzzi (PSB), nesta sexta-feira, 31 de maio. De acordo com as informações, não há extensores – mangueiras para ventilação mecânica por meio de oxigênio – e outros insumos que não foram adquiridos pelo Instituto de Gestão e Humanização (IGH), empresa que administra o local.

Além disso, Meneguzzi já denunciou nas redes sociais e na tribuna do Legislativo que a ambulância da UPA Zona Norte, uma Fiat Doblò, transporta pacientes em número excessivo e também carrega pessoas com problemas psiquiátricos e pacientes eletivos no mesmo veículo. Ademais, o carro transita pela cidade, na maioria das vezes, sem a presença de um técnico de enfermagem e sem materiais como talas e extensores.

Durante esta semana também aconteceram pelo menos cinco demissões, entre elas técnicos de enfermagem, enfermeiros e funcionários da portaria e limpeza. De acordo com o vereador, o Ministério Público segue investigando as denúncias apresentadas por ele desde novembro de 2017. “Queremos que a direção do IGH seja responsabilizada pela falta de materiais e também de pessoal. Estamos iniciando um final de semana, que será de muito frio em não houve contratação de profissionais para compor a escala”, explica.

“É preocupante a falta de um plano para o inverno na saúde em Caxias”, alerta Meneguzzi

maio 28, 2019

Vereador foi à tribuna da Câmara e se disse surpreso com a informação de que o IGH não recebeu nenhuma denúncia de mau atendimento, falta de materiais ou assédio moral, mesmo com inquéritos abertos

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) foi à tribuna da Câmara Municipal, na sessão desta terça-feira, 28 de maio, para repercutir a vistoria realizada na Unidade de Pronto Atendimento da Zona Norte (UPA Zona Norte), no último dia 22. Em sua fala, o parlamentar denunciou a falta de um planejamento específico para o atendimento das doenças respiratórios e decorrentes das baixas temperaturas. Segundo ele, o novo diretor do local, que é administrado pelo Instituto de Gestão e Humanização (IGH) se reuniu com o secretário da Saúde, Júlio Freitas, pela primeira vez desde que havia assumido, 20 dias antes, naquela manhã.

Entre outras denúncias de Meneguzzi está a de que a ambulância do local, um veículo Doblò, não poderia transportar mais do que um paciente por vez, e acaba por levar três a quatro pessoas e em diversas situações, pacientes psiquiátricos. O vereador também falou sobre a falta de insumos dentro do veículo. As denúncias dão conta da falta de talas e outros materiais, bem como da falta de acompanhamento de técnicos de enfermagem nos deslocamentos.

Da tribuna, Meneguzzi também se disse surpreso com a informação recebida da direção administrativa da UPA Zona Norte, que o IGH não havia recebido, até o momento da vistoria, qualquer denúncia de mau atendimento, negligência, falta de insumos ou assédio moral, mesmo com os inquéritos abertos nos Ministérios Públicos estadual e federal. “Afinal de contas nós estamos lidando com vidas humanas, nós estamos lidando com atendimento público de saúde, nós estamos lidando com o SUS. E nós não queremos ver as pessoas reclamando toda hora do atendimento da UPA. Nós não queremos ouvir toda hora reclamação como essas de assédio aos funcionários”, pontuou.

Além Meneguzzi, estiveram presentes o presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente (CSMA) da Câmara, Renato Oliveira (PCdoB) e a vereadora Denise Pessôa (PT). Os parlamentares constataram o agravamento da fila de espera por atendimento, onde pacientes aguardavam por mais de seis horas para a consulta. No local, também estava acontecendo uma auditoria do gerente da Secretaria da Previdência e Trabalho de Caxias do Sul, Vanius Corte

Em vistoria, Meneguzzi constata agravamento da fila de espera na UPA Zona Norte

maio 23, 2019

Visita também teve a presença do presidente da Comissão de Saúde, Renato Oliveira e pela vereadora Denise Pessôa

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) realizou vistoria à Unidade de Pronto Atendimento da Zona Norte (UPA Zona Norte), na tarde da quarta-feira, 22 de maio. Além dele, estiveram presentes o presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente (CSMA) da Câmara, Renato Oliveira (PCdoB) e a vereadora Denise Pessôa (PT). Os parlamentares constataram o agravamento da fila de espera por atendimento, onde pacientes aguardavam por mais de seis horas para a consulta.

No local, também estava acontecendo uma auditoria do gerente da Secretaria da Previdência e Trabalho de Caxias do Sul, Vanius Corte. Esse fato também teve início a partir da entrega de denúncias recebidas por Meneguzzi ainda em 2017 ao extinto Ministério do Trabalho e Emprego, hoje transformado em secretaria. Na visita, os vereadores também perceberam a alocação de pacientes psiquiátricos no mesmo espaço dos atendimentos eletivos da sala de emergência.

De acordo com Vanius Corte, o Instituto de Gestão e Humanização (IGH), que administra a UPA, será notificado e terá prazo para regularizar algumas situações trabalhistas denunciadas pelo parlamentar e averiguadas pela secretaria federal. “São inúmeras demandas que recebemos de funcionários, de pacientes e também de pessoas que aguardam horas por atendimento. E como vereador, eu os demais temos essa prerrogativa de fiscalizar e garantir que o recurso público seja bem investido. São mais de R$ 40 milhões já pagos a essa empresa desde setembro de 2017”, salienta Meneguzzi.

Meneguzzi encaminha denúncias de suposta negligência na UPA Zona Norte à Comissão de Saúde

maio 20, 2019

Parlamentar pede que o grupo de vereadores busque se inteirar sobre as causas de duas mortes ocorridas em maio

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) encaminhou, na tarde desta segunda-feira, 20 de maio, ofício à Comissão de Saúde e Meio Ambiente (CSMA) da Câmara, no qual denuncia suposta negligência no atendimento da Unidade de Pronto Atendimento da Zona Norte (UPA), que teria levado a dois óbitos neste mês. No documento, ele pede que o grupo de parlamentares busque se inteirar sobre as causas das mortes.

Meneguzzi relata que seu gabinete recebeu denúncias de que uma criança veio a óbito na UPA, no dia 1º de maio, acometida de parada cardiorrespiratória, mesma causa supostamente atribuída à morte de uma mulher, no último dia 15. Ele se colocou à disposição da CSMA para possíveis esclarecimentos e ações necessárias. “Nossa função é essa, de receber as demandas e encaminhar para que sejam devidamente apuradas e, sobretudo, para que os caxienses tenham atendimento digno e de qualidade no SUS”, salienta.

Meneguzzi cobra mais rigor do Cremers com empresa que administra UPA Zona Norte

abril 17, 2019

Vereador participou de reunião da Comissão de Saúde da Câmara e ressaltou o descumprimento do contrato desde o início das operações, em setembro de 2017

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) cobrou mais rigor do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers) com relação ao Instituto de Gestão e Humanização (IGH), empresa que administra a UPA Zona Norte, no modelo de gestão compartilhada. Esse pedido foi feito durante reunião da Comissão de Saúde e Meio Ambiente do Legislativo caxiense, na tarde da terça-feira, 16 de abril, quando o órgão apresentou o relatório de suas vistorias realizadas na Unidade, em cinco UBSs e nos hospitais Pompéia e Geral em 08 de março. Estiveram na Câmara, o coordenador da Comissão de Fiscalização do órgão, Geraldo Pereira Jotz, e o médico fiscal Mário Henrique Osanai.

Ao falar especificamente sobre a UPA Zona Norte, Meneguzzi recordou o histórico de problemas e os recorrentes descumprimentos de contrato desde o início das operações do IGH na gestão do local e a sua abertura ao público, em setembro de 2017. As primeiras irregularidades foram denunciadas pelo vereador em 10 de novembro de 2017 e receberam novos fatos sucessivos. Entre os principais relatos estão a falta de materiais e insumos para atendimento, ausência de ambulância, assédio moral contra funcionários e aumento da demanda sem a contratação de novos profissionais após o fechamento do Postão 24h.

Meneguzzi pediu que não sejam concedidos novos prazos para regularização, uma vez que a empresa já recebeu um montante superior a R$ 30 milhões e demonstra despreparo para gerir uma unidade do porte da UPA. “Peço que o Cremers seja mais enérgico. Que fiscalize mais e não dê prazo nenhum a mais que o prazo legal. Eles descumprem o contrato e quem sofre é a população. O extrato do relatório do Cremers não me surpreendeu em nada, pois é o que tenho denunciado desde 2017. Não queremos que a UPA feche, mas queremos que Caxias tenha um atendimento de qualidade”, pontuou o vereador.

Meneguzzi pede que Executivo fiscalize o IGH e exija o cumprimento de contrato na UPA Zona Norte

março 25, 2019

Vereador recebeu reclamações pelo terceiro final de semana; demora no atendimento e poucos médicos são as principais denúncias

Pelo terceiro final de semana no mês de março, o vereador Alberto Meneguzzi (PSB) recebeu reclamações sobre a forma de atendimento da UPA Zona Norte. O primeiro episódio aconteceu no feriadão de Carnaval, onde a unidade ficou superlotada e pessoas aguardaram mais de 6h por atendimento. O mesmo aconteceu nos dias 16 e 17 e 23 e 24 de março. A situação motivou o envio de ofício do vereador à Secretaria Municipal da Saúde. No documento, ele pede que o Executivo fiscalize o Instituto de Gestão e Humanização (IGH) que gerencia o espaço, e exija o cumprimento do contrato, cujo investimento mensal é de R$ 1,8 milhão.

As denúncias dos usuários dão conta de demora no atendimento e baixo número de médicos, uma vez que a UPA é o ponto onde os pacientes que utilizavam o Pronto Atendimento 24h, fechado para reformas desde agosto de 2018, buscam os serviços de urgência e emergência. Além do mais, de acordo com o vereador, os servidores da UPA sofrem assédio moral e estão se desligando da empresa e não estão sendo recolocados os postos de trabalho.

Meneguzzi também fez algumas perguntas no documento e ressaltou que as respostas podem ser enviadas por e-mail. Entre os questionamentos está quantos e quais os médicos estavam atuando na UPA Zona Norte durante os dias em que houve superlotação, inclusive na ala pediátrica e quantos atendimentos foram realizados. “Como vereador que dá voz às denúncias de funcionários e ex-colaboradores do IGH, peço que a prefeitura de Caxias do Sul seja mais rigorosa com a empresa, visto que são investidos R$ 1,8 milhão na manutenção da UPA. É recurso público e por isso, os caxienses merecem atendimento de excelência”, salienta.

A partir de denúncias de Meneguzzi e inquérito do MP, Cremers avalia interdição da UPA Zona Norte

março 22, 2019

Vereador tem acompanhado a situação da falta de materiais, insumos e recursos humanos desde novembro de 2017

A partir de inúmeras denúncias e documentos enviados pelo vereador Alberto Meneguzzi (PSB), desde 2017, ao Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers), o órgão realizou vistoria na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Zona Norte. O relatório divulgado na quarta-feira, 20 de março, indica a possibilidade de interdição ética do local. Nesse sentido, o parlamentar tem acompanhado a situação da falta de materiais, insumos e recursos humanos praticados pelo Instituto de Gestão e Humanização (IGH), desde novembro daquele ano.

Na época, quando recebeu relatos de assédio moral, irregularidades de pagamento a servidores e descumprimento do contrato estabelecido pelo IGH com o Executivo caxiense com o custo de R$ 1,8 milhão mensal, Meneguzzi encaminhou denúncias ao Cremers, ao Ministério do Trabalho e também ao Ministério Público do Trabalho. O mesmo teor foi protocolado junto ao Ministério Público, que em dezembro de 2017, instaurou inquérito civil IC.00748.00162/2017, para “investigar irregularidades no funcionamento da UPA Zona Norte, no que tange à falta de medicamentos, equipamentos, materiais, ambulância, insuficiência de recursos humanos e falta de capacitação técnica dos funcionários.”

Periodicamente, o vereador vai à tribuna da Câmara para falar sobre o inquérito e novas denúncias que chegam ao gabinete do parlamentar. O número de relatos aumentou consideravelmente após o fechamento do Pronto Atendimento 24h para reformas, em agosto de 2017. Em diversas situações, sobretudo em feriados e finais de semana, a espera para atendimento passava de 8h. Meneguzzi pontua que a condição não é ser contra ou a favor da UPA Zona Norte, mas do IGH que administra o local desde a sua abertura, em 20 de setembro de 2017.

O relatório do Cremers descreve o subdimensionamento da equipe médica. Em dezembro de 2017, Meneguzzi denunciou e provou, por meio de cheques a quarteirização das equipes de pediatria, uma vez que a contratada era de Erechim. Ele define essa infração como a mais grave, já que, conforme protocolo, a unidade deveria contar com três médicos, sendo um para o gerenciamento dos atendimentos e outros dois para os consultórios ambulatoriais. Segundo as denúncias, em diversas situações, apenas dois profissionais precisam dar conta de todo o processo.

Para Meneguzzi, a situação demonstra a falta de compromisso do IGH com a comunidade de Caxias do Sul e a falta da fiscalização da prefeitura com o dinheiro público. “Esse sucateamento está respingando na população atendida, uma vez que diminuindo a qualificação das equipes, a incidência do assédio moral, o estresse dos servidores e a falta de insumos não são fiscalizados pelo Executivo que, mesmo tendo inquérito civil instaurado, opinou pela renovação do contrato com essa empresa”, completa o vereador.