Vagas de trabalho do Sine em Caxias do Sul para esta quarta-feira, 19 de junho

junho 18, 2019

VAGAS SINE CAXIAS DO SUL – 19/06/2019

AJUDANTE DE AÇOUGUEIRO
AJUDANTE DE EMBALADOR
ANALISA DA QUALIDADE – VAGA DE ESTÁGIO
ASSISTENTE DE CONTROLADORIA FISCAL – ESTÁGIO
ASSITENTE DE LOGÍSTICA DE TRANSPORTE
ASSITENTE DE VENDAS
ATENDENTE DE BALCÃO
AUXILIAR DE COZINHA
AUXILIAR DE CRÉDITO
AUXILIAR DE LIMPEZA – VAGA PARA PCD
AUXILIAR DE LINHA DE PRODUÇÃO- USINAGEM
CHURRASQUEIRO
CONFERENTE DE LOGÍSTICA
CORTADOR DE ROUPA
COZINHEIRO
DESENHISTA INDUSTRIAL GRÁFICO
EDUCADOR INFANTIL
ESQUADRIADOR
FRENTISTA – EXCLUSIVO PCD
FUNILEIRO
MANOBRISTA
MONTADOR DE MÁQUINAS
MONTADOR DE MÓVEIS
MONTADOR DE ESTRUTURAS METÁLICAS
OPERADOR DE CENTRO DE USINAGEM
OPERADOR DE ESPULADEIRA (TRANÇADEIRA)
OPERADOR DE MÁQUINA DE DOBRAR CHAPAS
PINTOR
PROGRAMADOR DE TI
PORTEIRO
SERRALHEIRO
TECNICO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
TÉCNICO ELETRICISTA
TECNICO ELETRÔNICO
TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA
TRABALHADOR AGROPECUÁRIO
VENDEDOR COMÉRCIO VAREJISTA
VENDEDOR INTERNO E EXTENO
VENDEDOR PRACISTA
VENDEDOR PRACISTA MOTORIZADO
VIGILANTE

OBS. AS VAGAS ACIMA ESTARÃO DISPONÍVEIS DE ACORDO COM O NÚMERO DE CANDIDATOS
SOLICITADOS PELO EMPREGADOR.
PCD VAGAS EXCLUSIVAS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA (COM LAUDO MÉDICO)

Programa Municipal do Primeiro Emprego será alternativa para a retomada da economia em Caxias

junho 14, 2019

Proposta de Meneguzzi deverá ir ao plenário na sessão do dia 25 de junho e pode se tornar lei

Durante o mês de junho deverá ser apreciado o Projeto de Lei Complementar 41/2017, de autoria do vereador Alberto Meneguzzi (PSB), que cria o Programa Municipal do Primeiro Emprego. A proposta, se tiver seu parecer de inconstitucionalidade derrubado, e se tornar lei, será uma alternativa para a retomada da economia em Caxias do Sul.

Isso porque, ao longo do primeiro trimestre de 2019, mais de 1,5 mil jovens estiveram na agência do Sine Caxias do Sul para confeccionar a primeira via de suas Carteiras de Trabalho e Previdência Social (CTPS). No mesmo período, mais que o dobro de pessoas solicitou o abono do seguro-desemprego. Esses números foram apresentados pelo coordenador do serviço na cidade, Valmir Funari.

A proposição prevê a cobrança de alíquota mínima do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), estabelecida em 2%, para empresas que tiverem em seu quadro funcional de 20% a 30% de jovens entre 16 e 29 anos, em situação de primeiro emprego. Na prática, as empresas que desejarem aderir ao Programa farão um cadastro junto à Secretaria da Receita Municipal, que analisará os pré-requisitos e aplicará a cobrança do ISSQN com a incidência da menor alíquota vigente. A medida terá vigência de cinco anos, sem possibilidade de prorrogação.

Para Meneguzzi, a criação de um Programa Municipal do Primeiro Emprego servirá como alternativa para a retomada da economia. “Precisamos pensar nos jovens, porque as vagas exigem experiência, mas como adquirir experiência se ninguém dá oportunidade? O coordenador do Sine nos falou isso: que todas as empresas exigem o mínimo de seis meses de prática”, explica.

Meneguzzi lamenta falta de iniciativa do Executivo em políticas de geração de emprego e renda

maio 31, 2019

Em resposta ao requerimento do vereador, prefeitura respondeu que a Comissão Municipal Tripartite de Empregos não deve ser reativada

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) recebeu, na última quinta-feira, 30 de maio, as respostas ao requerimento 61/2019, em que pediu as informações sobre a Comissão Municipal Tripartite de Empregos (CMTE). Nas respostas, conforme o parlamentar, o Executivo não demonstra interesse na reativação desse grupo de fomento e geração de emprego e renda. Ele lamenta a falta de iniciativa da prefeitura em políticas públicas de retomada das vagas de trabalho.

As cinco perguntas formuladas por Meneguzzi receberam respostas confusas e sem profundidade. Conforme o ofício, “a comissão é composta de forma tripartite e seja louvável o seu propósito, entendemos que não cabe à Prefeitura de Caxias do Sul retomá-la unilateralmente”. Um dos questionamentos não respondidos foi o que pedia a cópia da ata do último encontro do grupo.

A CMTE era formada por 18 instituições, de forma paritária, que representavam o poder público, os sindicatos e associações empresariais e entidades sindicais dos trabalhadores. O grupo, em seu decreto de regulamentação, tinha como finalidade indicar as áreas e setores prioritários para alocação de recursos e selecionar projetos de geração de emprego e renda, qualificação profissional e demais ações do Sistema Nacional de Emprego (Sine), financiados com recursos oriundos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

“Fechamos 30 mil postos de trabalho e pouca gente está sendo recontratada. Muitos estão nas filas do Sine e das agências de emprego para conseguir alguma vaga. Nós precisamos de políticas públicas sérias e o mínimo que a prefeitura deveria fazer é iniciar o debate para a reconstrução desse grupo tripartite”, salienta Meneguzzi.

Aprovado pedido de informações de Meneguzzi sobre processo de contratação de estagiários da Prefeitura

abril 30, 2019

Vereador deve propor a realização de processo seletivo para a contratação de estagiários

Foi aprovado, na sessão plenária desta terça-feira, 30 de abril, o requerimento 62/2019, que solicita informações ao poder Executivo e à Secretaria Municipal de Recursos Humanos e Logística, sobre o regime de contratação dos estagiários da Prefeitura e suas secretarias. De autoria do vereador Alberto Meneguzzi (PSB), ele quer saber, dentre outros questionamentos, o número de estagiários que a Prefeitura possui, se há empresa responsável pelo processo seletivo e se há previsão de novas contratações, bem como o custo anual do Executivo, secretarias e do Instituto de Previdência e Assistência Municipal (IPAM).

O pedido de informações foi acolhido pela unanimidade dos parlamentares. Segundo a Lei Orgânica Municipal, o Executivo terá 30 dias para enviar as respostas ao Legislativo.

DELIBERAÇÃO SOBRE O REQUERIMENTO nº 62/2019 (votação):

ADILÓ DIDOMENICO PTB Sim

ALBERTO MENEGUZZI PSB Sim

ALCEU THOMÉ PTB Sim

ARLINDO BANDEIRA PP Sim

CLAIR DE LIMA GIRARDI PSD Sim

DENISE DA SILVA PESSÔA PT Sim

EDI CARLOS PEREIRA DE SOUZA PSB Sim

EDIO ELÓI FRIZZO PSB Sim

EDSON DA ROSA MDB Sim

ELISANDRO FIUZA PRB Sim

FELIPE GREMELMAIER MDB Sim

FLÁVIO GUIDO CASSINA PTB Presente

GLADIS FRIZZO MDB Sim

GUSTAVO LUIS TOIGO PDT Ausente

PAULA IORIS PSDB Sim

PAULO FERNANDO PERICO MDB Sim

RAFAEL BUENO PDT Sim

RENATO JOSÉ FERREIRA DE OLIVEIRA PCdoB Sim

RICARDO DANELUZ PDT Sim

RODRIGO MOREIRA BELTRÃO PT Sim

TATIANE FRIZZO SD Sim

TIBIRIÇÁ VIANNA MAINERI PRB Sim

VELOCINO JOÃO UEZ PDT Sim

Meneguzzi reforça posição favorável à manutenção do plantão noturno da Farmácia do IPAM

abril 26, 2019

Dentre os assuntos levantados pelo vereador durante essa semana estão as políticas públicas de emprego e renda

O vereador Alberto Mneeguzzi (PSB) se manifestou diversas vezes nas sessões da Câmara Municipal de Caxias do Sul nesta semana. Uma de suas primeiras falas foi sobre uma reunião em que participou na Farmácia do IPAM. Segundo ele, a diretora teria enviado currículo ao Executivo “por brincadeira” e estaria apresentando números irreais, forçando prejuízo às contas da unidade, além de praticar assédio moral para com os servidores da drogaria municipal.

Na plenária da terça-feira, 23 de abril, Meneguzzi reforçou seu posicionamento favorável à manutenção do plantão noturno da Farmácia do IPAM. Segundo ele, a justificativa da direção da Farmácia do IPAM para o fechamento do local da meia-noite às 06h seria o prejuízo. “Eu desafio qualquer um mostrar que uma farmácia 24 horas tenha lucro! Da meia-noite às seis. Nenhuma tem, é uma questão de opção, de qualidade de serviço, de mostrar o serviço”, salienta.

Meneguzzi também defendeu a importância das políticas públicas voltadas à geração de emprego e renda. Foi na sessão ordinária desta quinta-feira, 25 de baril, que ele justificou a importância da Agência Municipal de Empregos, que teria a finalidade de captar as vagas formais e de estágios junto às empresas sediadas em Caxias do Sul, bem como o cadastramento de currículos, formação básica e encaminhamento aos postos de trabalho. O projeto de lei, protocolado por ele em 2017, segue em tramitação na Casa e deve ser votado nos próximos meses. “As vagas existem, mas faltam um órgão para atender com decência e que dê formação básica e demais capacitações para quem procura recolocação no mercado de trabalho”, completa.

 

Projeto de Meneguzzi que cria a Agência Municipal de Empregos segue tramitando na Câmara

abril 25, 2019

Proposta será encaminhada às comissões de Direitos Humanos e Desenvolvimento Econômico para avaliação do mérito

O projeto de lei 120/2017, de autoria do vereador Alberto Meneguzzi (PSB), que autoriza a criação da Agência Municipal de Empregos (AME), seguirá tramitando pela Câmara Municipal de Caxias do Sul e poderá vir a se tornar lei. Durante a sessão ordinário desta quinta-feira, 25 de abril, os vereadores, por maioria, derrubaram o parecer de inconstitucionalidade sobre a proposta. Agora, o material segue para as comissões de Direitos Humanos e de Desenvolvimento Econômico para os pareceres de mérito.

No projeto, Meneguzzi explica que a AME funcionaria conveniada à Secretaria do Trabalho e Previdência – extinto Ministério do Trabalho – e permitiria a captação de vagas formais e de estágios junto às empresas sediadas em Caxias do Sul, bem como o cadastramento de currículos, formação básica e encaminhamento aos postos de trabalho. A administração, segundo a proposição, seria da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Emprego (Sdete).

Durante sua fala no plenário do Legislativo, a fim de justificar a derrubada do parecer de inconstitucionalidade, Meneguzzi recordou que os veículos de imprensa desta quinta-feira trazem os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que revelou fechamento de postos nas três esferas. Somente em Caxias, no mês de março, foram fechados 331 vagas de trabalho. “As vagas existem, mas faltam um órgão para atender com decência e que dê formação básica e demais capacitações para quem procura recolocação no mercado de trabalho”, salientou.

A derrubada do parecer de inconstitucionalidade se deu por maioria de 19 votos a dois. Votaram pelo parecer, o relator Paulo Périco (MDB) e o vereador Tibiriçá Maineri (PRB). A intenção de Meneguzzi é que o projeto seja a base de um grande debate sobre a atuação da Sdete. As comissões de mérito devem organizar, inclusive, uma audiência pública sobre a matéria.

 

Meneguzzi quer informações sobre a Comissão Municipal Tripartite de Emprego

abril 17, 2019

Grupo formado pelo poder público e representantes dos trabalhadores e empregadores tem por finalidade fomentar projetos de geração de emprego e renda

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) protocolou, na manhã desta quarta-feira, 17 de abril, pedido de informações ao Executivo e à Secretaria Municipal do Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Emprego (Sdete) sobre a Comissão Municipal Tripartite de Emprego (CMTE), criada por meio do decreto 10.620/2002. No documento, o parlamentar solicita a ata da última reunião do grupo e as atividades previstas.

A CMTE é formada por 18 instituições, de forma paritária, que representam o poder público, os sindicatos e associações empresariais e entidades sindicais dos trabalhadores. O grupo tem como finalidade indicar as áreas e setores prioritários para alocação de recursos e selecionar projetos de geração de emprego e renda, qualificação profissional e demais ações do Sistema Nacional de Emprego (Sine), financiados com recursos oriundos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Para Meneguzzi, esse pedido de informações servirá para esclarecer dúvidas, tais como a atividade ou não da CMTE e mesmo a existência ou não de recursos do FAT para a aplicação nos projetos. “Fechamos 30 mil postos de trabalho e pouca gente está sendo recontratada. Muitos estão nas filas do Sine e das agências de emprego para conseguir alguma vaga. Nós precisamos de políticas públicas sérias”, salienta.

O documento deverá ser votado na sessão da próxima terça-feira, 23 de abril.

Proposto por Meneguzzi, o Programa Municipal do Primeiro Emprego pode virar lei em 2019

janeiro 25, 2019

Projeto segue em tramitação nas comissões de Desenvolvimento Econômico de Direitos Humanos

O projeto de lei complementar 41/2017, de autoria do vereador Alberto Meneguzzi (PSB), segue em tramitação na Câmara Municipal de Caxias do Sul. Depois de receber parecer constitucional, na comissão que trata da legalidade da matéria, a proposta que cria o Programa Municipal do Primeiro Emprego deve ser votada e pode se tornar lei, em 2019. A proposição prevê a cobrança de alíquota mínima do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), estabelecida em 2%, para empresas que tiverem em seu quadro funcional de 20% a 30% de jovens entre 16 e 29 anos, em situação de primeiro emprego.

Na retomada do ano Legislativo, em fevereiro, a proposta deve receber o parecer da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Fiscalização e Controle Orçamentário (CDEFCO) e depois passará pela análise de mérito na Comissão de Direitos Humanos e Cidadania (CDHC). Caso seja aprovada e sancionada em 2019, a lei passará a valer em 2020. “Precisamos pensar nos jovens, porque as vagas exigem experiência, mas como adquirir experiência se ninguém dá oportunidade?”, questiona Meneguzzi.

Na prática, as empresas que desejarem aderir ao Programa farão um cadastro junto à Secretaria da Receita Municipal, que analisará os pré-requisitos e aplicará a cobrança do ISSQN com a incidência da menor alíquota vigente. O projeto de lei complementar inclui o parágrafo 3º no art. 64 da Lei Complementar 12/1994, e alterações posteriores, dispondo sobre o cálculo do ISSQN das empresas que aderirem a essa iniciativa. A medida teria vigência de cinco anos, sem possibilidade de prorrogação.

O documento expedido pela Comissão de Constituição e Justiça, que avaliza a viabilidade, ressalta a importância do interesse público da matéria. Para Meneguzzi, a criação de um Programa Municipal do Primeiro Emprego servirá como alternativa diante do fechamento de oportunidades de educação profissional, como o Senai José Gazola, no bairro São José. “Tenho convicção que será uma política pública de defesa dos direitos da juventude. E também, a certeza de que gerará um bom debate e poderá, se aprovada, vir a beneficiar muitos jovens caxienses e empresas. Qualificação e desenvolvimento andam juntos”, salienta.

Meneguzzi reencaminha sugestão de Central de Atendimento ao Cidadão ao Executivo

janeiro 3, 2019

Indicação visa reunir serviços de emprego, emissão de documentos e abertura de empresas num único espaço

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) encaminhou, nesta quinta-feira, 03 de janeiro, indicação ao Executivo para a criação da Central de Atendimento ao Cidadão. A intenção é reunir, num único espaço, órgãos que emitam Carteira de Trabalho e de Identidade, agência do Sine, posto da Junta Comercial do Rio Grande do Sul, os conselhos municipais, bem como uma unidade física do Alô Caxias e do Procon, além de outros serviços à comunidade. O parlamentar sugeriu que a repartição seja constituída junto ao complexo da Maesa.

Meneguzzi protocolou a sugestão nos meses de março e novembro de 2017 e, no entanto, não obteve resposta da administração municipal. De acordo com ele, as pessoas são obrigadas a percorrer todo o centro e arredores para acessar alguns serviços básicos. “Caxias tem mais de 500 mil habitantes e as pessoas precisam fazer uma peregrinação pelos órgãos públicos. Para fazer a Carteira de Identidade, tem de ir até São Pelegrino. Já a Carteira de Trabalho, por exemplo, é solicitada na agência do Sine”, comenta o vereador.

No documento, Meneguzzi elenca 17 serviços importantes para compor essa Central. Dentre eles estão os cursos do Sebrae e a sala do empreendedor. Postos das Receitas Federal e Estadual, da Defensoria Pública e da Central de Vagas Escolares também são reivindicados, bem como uma unidade da Farmácia Básica. “Precisamos pensar nas pessoas. E nós pensamos num espaço amplo, com vários serviços e que possibilitem aos caxienses o atendimento digno e a rapidez necessária”, conclui.

Meneguzzi é contrário a mudanças no Programa Nacional Jovem Aprendiz

setembro 3, 2018

Presidente do Legislativo se reuniu com a coordenadora da aprendizagem profissional no RS

O presidente do Legislativo, Alberto Meneguzzi (PSB), manifestou total apoio às mobilizações contrárias a mudanças no Programa Jovem Aprendiz, que atende a mais de 2,5 mil caxienses. O parlamentar se reuniu, na manhã desta segunda-feira, 03 de setembro, com a coordenadora da Aprendizagem no Rio Grande do Sul, Denise Gonzalez, e com o coordenador da Juventude do Executivo de Caxias do Sul, Lucas Guarnieri.

Na oportunidade, Meneguzzi recebeu cópia da moção de repúdio capitaneada pelo Fórum de Aprendizagem Profissional da Serra Gaúcha. O documento mostra o descontentamento dos órgãos de atendimento aos jovens de 14 a 24 anos com a revisão da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), sinalizada pelo Ministério do Trabalho. Caso essa mudança se confirme, mais de 70% dos contratos de jovens aprendizes seriam cancelados.

A legislação estabelece 68 mil vagas para aprendizes, no Rio Grande do Sul. No entanto, na prática, os contratos chegam a pouco mais da metade, num total de 35 mil, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de maio de 2018. A moção de repúdio prossegue: “haverá um substancial aumento do desemprego entre jovens, que, com a aprendizagem têm direitos como a Carteira de Trabalho assinada e a Previdência Social”.

O presidente da Câmara lamentou a ação do governo federal, uma vez que se trata de um decreto ministerial. Para Meneguzzi, deixar de investir em formação e profissionalização é gastar mais com segurança pública. “Nós precisamos apoiar nossos jovens. A Câmara Municipal se soma a essa preocupação de oferecer condições dignas de trabalho e qualificação para os adolescentes e jovens”, salientou.

Meneguzzi irá encaminhar cópia do documento à Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Segurança, para que analise a melhor forma de atuar e mobilizar os jovens locais contra a redução dos programas de aprendizagem profissional.