Em sessão emocionante, fotógrafa Liliane Giordano recebe Título de Cidadã Caxiense

agosto 20, 2019

Homenagem foi indicação do vereador Alberto Meneguzzi e teve a presença de representantes do setor cultural

A fotógrafa Liliane Giordano recebeu, na noite da segunda-feira, 19 de agosto, o Título de Cidadã Caxiense, em sessão solene no plenário do Legislativo. A homenagem foi proposta pelo vereador Alberto Meneguzzi (PSB) emocionou a todos os participantes e contou com a presença de representantes do setor cultural de Caxias do Sul. O ato foi presidido pela vereadora Paula Ioris (PSDB).

Em seu discurso, Meneguzzi citou que a fotografia, na comunicação, é a arte de eternizar os momentos em imagens. O parlamentar citou como exemplo as galerias de ex-prefeitos e ex-presidentes da Câmara de Caxias do Sul, localizada no saguão e na sala da presidência. Além disso, ele citou a aprovação, em 2017, da lei que formaliza a realização anual da Semana Municipal da Fotografia, que neste ano chega à 12ª edição.

Ao homenagear Liliane, o vereador fez memória da história da profissional que iniciou sua carreira na área da informática. Salientou o talento, a humildade, a capacidade empreendedora da fotógrafa. “Ela adotou Caxias, ela sempre deu o máximo de si para tornar a cultura caxiense mais sólida. Além disso, como professora, compartilha o conhecimento com jovens, adultos e nas igrejas, comunidades, ONGs e escolas, faz muitas ações voltadas ao ensino da arte de fotografar. Muito obrigado por tudo o que tu representas para Caxias”, concluiu Meneguzzi.

Liliane nasceu em Esmeralda/RS e veio para Caxias do Sul aos 22 anos de idade. Seu gosto pelo mundo da imagem não surgiu pelo resultado da fotografia em si, mas pelo que acontecia no processo, como a câmera funcionava e qual era a reação das pessoas frente a ela. Com o advento da fotografia digital, ela conciliou seus conhecimentos de informática com o mundo da fotografia.

Em 2007, Liliane iniciou a Sala de Fotografia, onde passou a dar cursos focados no processo, analisando como os estudantes reagiam às aulas e o que mudava em suas vidas. Aos poucos, isso se tornou um percurso didático, com aulas focadas na contribuição do estudante para a leitura da visualidade como um todo. Em 2018, lançou a “Liliane Giordano Arte em Roupa” que consiste na fabricação, com tiragem limitada, de peças de vestuário com estampas das fotografias feitas por ela.

Também é professora do Centro Universitário da Serra Gaúcha (FSG) e ministra cursos, oficinas e palestras gratuitas sobre fotografia e sua importância social. No seu trabalho comunitário e pela valorização da fotografia e da cultura caxiense, Liliane foi uma das fundadoras do Clube do Fotógrafo de Caxias do Sul. Também uma das incentivadoras e realizadoras da Semana da Fotografia de Caxias do Sul.

Após receber o diploma de Cidadã Caxiense, Liliane foi à tribuna da Câmara e emocionou a plateia com sua história de vida. Ela agradeceu pela homenagem e fez memória de sua família, que lhe ensinou os valores humanos e profissionais. “Eu escolhi morar em Caxias e Caxias me acolheu. Agradeço as oportunidades de trabalho, das universidades e também de conviver entre os jovens, criando com eles. Tudo isso me permite ajudar a construir uma cidade melhor, com pitadas de amor”, pontuou.

Até o dia 30 de agosto, a comunidade caxiense pode conferir a exposição “Cidadãos do Mundo”, da fotógrafa Liliane Giordano. São quadros que mostram sorrisos e linhas faciais de pessoas de diferentes culturas. A mostra está localizada no Espaço Cultural Mário Crosa.

A partir de Lei proposta por Meneguzzi, Semana Municipal da Fotografia ganhou mais respaldo

agosto 12, 2019

Programação começou no último dia 03 e segue até o final de agosto, com exposições, palestras e workshops gratuitos

A Semana da Fotografia de Caxias do Sul chega a sua 12ª edição, neste ano de 2019. A programação iniciou no dia 03 e segue até o final de agosto. Essa grande atividade cultural ganhou mais respaldo a partir da sanção da Lei 8.253/2017, de autoria do vereador Alberto Meneguzzi (PSB). A medida foi protocolada em 2017 e ganhou aprovação unânime da Câmara. A partir de então, essa iniciativa, que já existia há 10 anos, passou a ter base legal para acontecer.

Neste ano, a programação da Semana da Fotografia traz diversas exposições, palestras, workshops e oficinas de forma gratuita à comunidade caxiense. Trata-se de uma ação colaborativa entre instituições e entidades culturais e educacionais, visando debater, refletir, investigar e fomentar os processos de criação, produção e pesquisa relacionados à fotografia. Ela surgiu para comemorar o Dia Mundial da Fotografia, celebrado em 19 de agosto. Na Lei está descrito que o evento deve acontecer num período em que o dia 19 esteja inserido.

A 12ª Semana da Fotografia de Caxias do Sul é uma realização da prefeitura e da Sala de Fotografia, com o apoio de diversas instituições do município. De acordo com Meneguzzi, atividades como essa ajudam a fomentar a produção cultural local. “Fotografia é história e comunicação ao mesmo tempo. Ao longo das edições, a programação foi crescendo e ganhou uma expressão importantíssima. Era uma semana e agora é um mês cheio de atividades”, salienta.

16 de julho: Dia Municipal do Ato pela Cultura da Paz – Ana Clara Adami

julho 15, 2019

Proposta por Meneguzzi e pelo vereador Gustavo Toigo, lei tem por objetivo a realização de atividades que falem sobre a cultura de paz

Nesta terça-feira, 16 de julho, Caxias do Sul faz memória do quarto ano de falecimento da menina Ana Clara Benin Adami. Aos 11 anos, ela foi baleada quando chegava para o seu encontro de catequese, na paróquia São Pio X, em julho de 2015. Por iniciativa conjunta dos vereadores Alberto Meneguzzi (PSB) e Gustavo Toigo (PDT), existe a lei 8.254/2019, que institui o Dia Municipal do Ato pela Cultura da Paz – Ana Clara Adami.

Além disso, a proposição pretende estabelecer um dia para que os caxienses se organizem, saiam às ruas e mostrem sua indignação com a violência, mas que aceitem trabalhar, nos seus ambientes de convívio, pela construção de uma cultura de paz. “Quantas crianças são expostas, em Caxias do Sul, diariamente a situações de violência moral, física, sexual e até institucional? Quantas vidas são colocadas em risco no município? Quando o investimento em segurança será suficiente? Talvez a resposta para essas perguntas seja, de fato, a construção de ações de práticas da paz”, justifica Meneguzzi.

Está programada uma missa às 18h desta terça-feira, 16 de julho, na igreja São Pio X, em homenagem à Ana Clara.

Câmara promulga lei que regulamenta apresentações culturais em espaços públicos

julho 10, 2019

De autoria dos vereadores socialistas Alberto Meneguzzi, Edi Carlos Pereira de Souza e Elói Frizzo, o texto foi aprovado por unanimidade e vetado pelo Executivo

O presidente da Câmara Municipal de Caxias do Sul, vereador Flavio Cassina (PTB), promulgou, na manhã desta quarta-feira, a lei 8.405, originada pelo projeto de PL 218/2017, sobre regras para apresentação de artistas em logradouros públicos de Caxias do Sul. De autoria dos vereadores Alberto Meneguzzi, Edi Carlos Pereira de Souza e Elói Frizzo, da bancada do PSB, o texto foi aprovado por unanimidade no plenário do Legislativo e vetado pelo Executivo.

Na exposição de motivos, os autores realçam a pluralidade artística de Caxias do Sul e consideram as artes de rua, enquanto cultura popular, um patrimônio da humanidade. Segundo os parlamentares, a diversidade cultural é uma característica marcante da cidade, que conta com inúmeras manifestações artísticas.

“A pluralidade étnica e cultural impulsionou o desenvolvimento de nossa cidade, tornado-a cada vez mais multicultural e cosmopolita, e que, no Estado, é referência para a busca de oportunidades. Dessa maneira, há por parte da comunidade artística a necessidade de reconhecimento e proteção para que suas intervenções sejam inclusivas e democráticas, preservando a liberdade de expressão”, afirmam, em defesa da sanção ou promulgação do PL 218/2017.

Para Meneguzzi, a regulamentação é necessária para que a cultura possa ser exercida e promovida livremente e para que os cidadãos possam ter garantidos os seus direitos constitucionais. Ele reconhece a importância da promulgação, no entanto, vê com olhos negativos o veto do prefeito. “Quer dizer, incomoda um artista estar na parada de ônibus, na frente da catedral, tocando, cantando uma música. Incomoda isso? Incomoda o malabarista estar, sem atrapalhar o trânsito, sem atrapalhar o pedestre, estar no semáforo fazendo suas apresentações? Incomoda alguém estar na estação rodoviária? Incomoda alguém estar em alguma rua? Isso é um incômodo? Muito importante virar lei, mesmo que pela força da Câmara”, apontou.

O PL 218/2017 compreende como atividades culturais de artistas de rua, entre outras: o teatro, a dança individual ou em grupo, a capoeira, a mímica, as artes plásticas, o malabarismo ou outra atividade circense, a música, o folclore, a literatura e a poesia declamada ou em exposição física das obras. Também estabelece que as apresentações de trabalho cultural por artistas de rua em vias, cruzamentos, parques e praças públicas devem observar algumas condições.

Algumas delas são: permanência transitória no bem público, limitando-se a utilização ao período de execução da manifestação artística; gratuidade para os espectadores, permitidas doações espontâneas e coleta mediante passagem de chapéu; não impedir a livre fluência do trânsito; respeitar a integridade das áreas verdes e demais instalações do logradouro, preservando-se os bens particulares e os de uso comum do povo.

Também constam entre as exigências do projeto: não impedir a passagem e circulação de pedestres, bem como o acesso a instalações públicas ou privadas; não utilizar palco ou qualquer outra estrutura sem a prévia comunicação ou autorização junto ao órgão competente do Poder Executivo, conforme o caso; estarem concluídas até as 22h; e não terem patrocínio privado que as caracterize como evento de marketing, salvo projetos apoiados por lei municipal, estadual ou federal de incentivo à cultura.

O PL 218/2017 coloca, ainda, que, durante a atividade ou evento, fica permitida a comercialização de bens culturais duráveis como CDs, DVDs, livros, quadros e peças artesanais, desde que sejam de autoria do artista ou do grupo de artistas de rua em apresentação e sejam observadas as normas que regem a matéria.

Derrubado veto ao projeto assinado por Meneguzzi que disciplina apresentação de artistas nas ruas de Caxias do Sul

julho 3, 2019

De autoria dos vereadores socialistas Alberto Meneguzzi, Edi Carlos Pereira de Souza e Edio Elói Frizzo, o texto foi considerado pelo Executivo como matéria que afronta o interesse público

O plenário rejeitou, nesta terça-feira, 02 de julho, por maioria, o veto do poder Executivo ao projeto de lei (PL 218/2017) sobre regras para apresentação de artistas em logradouros públicos de Caxias do Sul. De autoria dos vereadores Alberto Meneguzzi, Edi Carlos Pereira de Souza e Elói Frizzo, da bancada do PSB, o texto foi considerado pelo Executivo como matéria que afronta o interesse público. O plenário, entretanto, entendeu que, pelo mérito, o texto deve virar lei. Caso o prefeito não sancionar, caberá ao presidente da Câmara promulgar.

Entre os argumentos do prefeito Daniel Guerra (PRB), já haveria na administração municipal um regramento para o referido fim, que é o decreto nº 19.736, de 8 de agosto de 2018.

Na exposição de motivos, os autores realçam a pluralidade artística de Caxias do Sul e consideram as artes de rua, enquanto cultura popular, um patrimônio da humanidade. Segundo os parlamentares, a diversidade cultural é uma característica marcante da cidade, que conta com inúmeras manifestações artísticas.

“A pluralidade étnica e cultural impulsionou o desenvolvimento de nossa cidade, tornado-a cada vez mais multicultural e cosmopolita, e que, no Estado, é referência para a busca de oportunidades. Dessa maneira, há por parte da comunidade artística a necessidade de reconhecimento e proteção para que suas intervenções sejam inclusivas e democráticas, preservando a liberdade de expressão”, afirmam, em defesa da sanção ou promulgação do PL 218/2017.

Na sessão ordinária, Meneguzzi fez considerações às razões do veto e questionou se a presença de músicos, atores e demais artistas incomoda o chefe do Executivo. “Quer dizer, incomoda um artista estar na parada de ônibus, na frente da catedral, tocando, cantando uma música. Incomoda isso? Incomoda o malabarista estar, sem atrapalhar o trânsito, sem atrapalhar o pedestre, estar no semáforo fazendo suas apresentações? Incomoda alguém estar na estação rodoviária? Incomoda alguém estar em alguma rua? Isso é um incômodo? Então realmente é um governo desastrado que trata a cultura desse jeito, que inibe a ação dos artistas de rua e com esse veto ridículo”, apontou.

O PL 218/2017 compreende como atividades culturais de artistas de rua, entre outras: o teatro, a dança individual ou em grupo, a capoeira, a mímica, as artes plásticas, o malabarismo ou outra atividade circense, a música, o folclore, a literatura e a poesia declamada ou em exposição física das obras. Também estabelece que as apresentações de trabalho cultural por artistas de rua em vias, cruzamentos, parques e praças públicas devem observar algumas condições.

Algumas delas são: permanência transitória no bem público, limitando-se a utilização ao período de execução da manifestação artística; gratuidade para os espectadores, permitidas doações espontâneas e coleta mediante passagem de chapéu; não impedir a livre fluência do trânsito; respeitar a integridade das áreas verdes e demais instalações do logradouro, preservando-se os bens particulares e os de uso comum do povo.

Também constam entre as exigências do projeto: não impedir a passagem e circulação de pedestres, bem como o acesso a instalações públicas ou privadas; não utilizar palco ou qualquer outra estrutura sem a prévia comunicação ou autorização junto ao órgão competente do Poder Executivo, conforme o caso; estarem concluídas até as 22h; e não terem patrocínio privado que as caracterize como evento de marketing, salvo projetos apoiados por lei municipal, estadual ou federal de incentivo à cultura.

O PL 218/2017 coloca, ainda, que, durante a atividade ou evento, fica permitida a comercialização de bens culturais duráveis como CDs, DVDs, livros, quadros e peças artesanais, desde que sejam de autoria do artista ou do grupo de artistas de rua em apresentação e sejam observadas as normas que regem a matéria.

Meneguzzi lamenta veto do Executivo ao projeto que regulamenta apresentações culturais em Caxias

junho 11, 2019

Projeto de Lei assinado pela bancada do PSB foi taxado de “inócuo” por não ter a mesma linguagem da atual administração

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) lamentou, durante a sessão desta terça-feira, 11 de junho, o veto total do prefeito Daniel Guerra (PRB) ao Projeto de Lei 218/2017, assinado por ele, em conjunto com os vereadores Edi Carlos Pereira de Souza (PSB) e Elói Frizzo (PSB). A proposta, que regulamenta as apresentações culturais em logradouros públicos de Caxias, foi aprovada por unanimidade, 02 de maio.

De acordo com o veto, que está em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Legislação (CCJL), o projeto foi taxado de inócuo, isto é, que não faz sentido uma vez que deixa de seguir as diretrizes da atual administração municipal e, por isso, contraria o interesse público. Para o vereador, é lamentável que o prefeito não consiga dialogar com o setor cultural. “No último final de semana, Caxias também foi assunto na imprensa, visto que gasta mais com café do que investe na área cultural”, comentou Meneguzzi.

A partir da análise jurídica do veto, ele será submetido ao plenário da Câmara. Se houver a derrubada, ele segue novamente para a sansão do prefeito e em caso de o chefe do Executivo silenciar, o presidente da Câmara promulgará a lei.

Meneguzzi participa de festas comunitárias e ressalta valor da cultura

junho 10, 2019

Em Ana Rech, prestigiou 3º Encontro de Corais e, no bairro Cruzeiro, esteve na festa do Sagrado Coração de Jesus

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) participou, neste final de semana, 08 e 09 de junho, de atividades comunitárias da cidade de Caxias do Sul. Na noite do sábado, o parlamentar prestigiou o 3º Encontro de Corais da paróquia Nossa Senhora de Caravaggio, em Ana Rech. Grupos de diversas cidades da Serra Gaúcha se apresentaram na Igreja Matriz e confraternizaram no salão paroquial.

Já no domingo, 09 de junho, Meneguzzi esteve na festa do padroeiro da igreja Sagrado Coração de Jesus, no bairro Cruzeiro. Os festejos abriram as comemorações dos 60 anos de criação daquela paróquia. De acordo com o parlamentar, é necessário valorizar as ações comunitárias, lugar de fé, trabalho e muita criatividade. “Em Ana Rech, dezenas de grupos, que se cotizaram para participar, cantaram e festejaram a cultura. E no Cruzeiro, é festa de seis décadas de muita doação e construção do desenvolvimento econômico da cidade. Eu sou defensor dessa cultura comunitária, como espaço de crescimento humano e social de Caxias”, salienta.

Aprovado projeto de Meneguzzi com a bancada do PSB sobre a apresentação de artistas em lugares públicos de Caxias

maio 2, 2019

Texto recebeu aprovação unânime e trata da pluralidade étnica e cultural da cidade

Uma proposta de regramento sobre a apresentação de artistas de rua nos logradouros públicos de Caxias do Sul poderá virar lei. O texto (projeto de lei/PL 218/2017) foi aprovado pela unanimidade do plenário na sessão desta quinta-feira, 02 de maio e seguirá, agora, para sanção ou veto do Executivo. A autoria é da bancada do PSB, composta pelos vereadores Alberto Meneguzzi, Edi Carlos Pereira de Souza e Edio Elói Frizzo.

Na exposição de motivos, os autores realçam a pluralidade artística de Caxias do Sul e consideram as artes de rua, enquanto cultura popular, um patrimônio da humanidade. Segundo os parlamentares, a diversidade cultural é uma característica marcante da cidade, que conta com inúmeras manifestações artísticas.

“A pluralidade étnica e cultural impulsionou o desenvolvimento de nossa cidade, tornado-a cada vez mais multicultural e cosmopolita, e que, no Estado, é referência para a busca de oportunidades. Dessa maneira, há por parte da comunidade artística a necessidade de reconhecimento e proteção para que suas intervenções sejam inclusivas e democráticas, preservando a liberdade de expressão”, afirmam, em defesa da aprovação do PL 218/2017.

O PL 218/2017 compreende como atividades culturais de artistas de rua, entre outras: o teatro, a dança individual ou em grupo, a capoeira, a mímica, as artes plásticas, o malabarismo ou outra atividade circense, a música, o folclore, a literatura e a poesia declamada ou em exposição física das obras. Também estabelece que as apresentações de trabalho cultural por artistas de rua em vias, cruzamentos, parques e praças públicas devem observar algumas condições.

Algumas delas são: permanência transitória no bem público, limitando-se a utilização ao período de execução da manifestação artística; gratuidade para os espectadores, permitidas doações espontâneas e coleta mediante passagem de chapéu; não impedir a livre fluência do trânsito; respeitar a integridade das áreas verdes e demais instalações do logradouro, preservando-se os bens particulares e os de uso comum do povo.

Também constam entre as exigências do projeto: não impedir a passagem e circulação de pedestres, bem como o acesso a instalações públicas ou privadas; não utilizar palco ou qualquer outra estrutura sem a prévia comunicação ou autorização junto ao órgão competente do Poder Executivo, conforme o caso; estarem concluídas até as 22h; e não terem patrocínio privado que as caracterize como evento de marketing, salvo projetos apoiados por lei municipal, estadual ou federal de incentivo à cultura.

O PL 218/2017 coloca, ainda, que, durante a atividade ou evento, fica permitida a comercialização de bens culturais duráveis como CDs, DVDs, livros, quadros e peças artesanais, desde que sejam de autoria do artista ou do grupo de artistas de rua em apresentação e sejam observadas as normas que regem a matéria.

Meneguzzi participa de painel sobre a Campanha da Fraternidade na Paróquia Santa Catarina

abril 3, 2019

Vereador foi mediador da mesa-redonda que contou com a presença de produtores culturais

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) mediou, na noite de terça-feira, 02 de abril, o painel “Políticas Públicas na área cultural”, pomovido pela Paróquia Santa Catarina e pela Coordenação Diocesana de Pastoral. O evento foi realizado no espaço da catequese da igreja Santa Catarina e abordou a temática no âmbito da Campanha da Fraternidade 2019, que trata do acesso dos brasileiros às políticas públicas.

Além Meneguzzi, participaram da mesa-redonda, a presidente do Conselho Municipal de Cultura, Magali Quadros, o músico Ladir Brandalise e a produtora cultural e analista de mercado da UCS, Cristina Nora Calcagnotto. O evento que atraiu lideranças católicas e produtores culturais, se estendeu por mais de 1h30 e abordou, sobretudo, a falta de incentivos públicos para a produção cultural nas esferas municipal, estadual e federal.

Meneguzzi avaliou o encontro como positivo, sobretudo a partir da ótica cristã. Segundo ele, as lideranças culturais acabam também por encontrar dificuldades para dialogar com a Igreja Católica. “Motivar encontros de reflexão e debate sobre políticas públicas é desafiador e a Paróquia e a Coordenação de Pastoral estão de parabéns. O objetivo é esse: percebermos as sombras e luzes do caminho para vermos onde é necessário mudar”, salienta.

O próximo painel será na terça-feira, 09 de abril, às 20h, e abordará as políticas públicas para a juventude.

Meneguzzi prestigia inauguração do espaço literário do Instituto de Leitura Quindim

novembro 30, 2018

Presidente do Legislativo colocou a Casa à disposição para sediar debates e outras atividades

O presidente do Legislativo caxiense, vereador Alberto Meneguzzi/PSB, prestigiou a inauguração do espaço literário do Instituto de Leitura Quindim (ILQ), junto ao Moinho da Cascata, no bairro Santa Catarina. A solenidade foi realizada no final da tarde desta sexta-feira (30/11) e reuniu dezenas de lideranças do setor cultural, escritores e atores do Grupo de Teatro Ueba, que também utiliza o local para a apresentação de peças.

A biblioteca de referência com mais de 5 mil livros e área de pesquisa nasce com os propósitos de pensar ainda mais na criança e nos adolescentes e criar um ambiente para acolhê-los e incentivá-los à leitura. Além disso, será um espaço para estudos por parte de educadores, pensadores e comunidade em geral. Presidido por Volnei Canonica, o ILQ também reúne diversos voluntários que contribuem com a cadeia literária e cultural em Caxias do Sul.

Antes da inauguração, no plenário da Câmara, Meneguzzi também participou da abertura do I Panorama sobre o Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Brasil: Onde estamos e para onde vamos?, do ILQ. Da tribuna, ele ressaltou a importância dos eventos e discussões acerca do tema e das políticas públicas de incentivo à leitura.

Durante o seu discurso, Meneguzzi recordou que a cultura sofre com a falta de investimentos, em todo o Brasil. O parlamentar ressaltou que a Câmara Municipal está sempre de portas abertas e à disposição para sediar debates e outras atividades. “Numa cidade que já foi Capital Brasileira da Cultura, os projetos de incentivo ao livro e à leitura estão fragilizados, bem como o setor cultural. Vida longa ao Quindim, vida longa à cultura e à literatura de Caxias. Contem com o Legislativo”, salientou.