Artigo: “Não é hora de ter medo. É hora de ter coragem” sobre a Campanha da Fraternidade 2019

outubro 11, 2019

A Campanha da Fraternidade deste ano fala sobre políticas públicas e tem como chamada um trecho bíblico do livro de Isaías que diz: “Serviço transformativo e construtivo de novas relações que possibilitem a participação de todos na construção de uma sociedade fraterna baseada no direito e na justiça.” (Is 1,27)
A CF 2019 tem como objetivo geral estimular a participação em políticas públicas, à luz da Palavra de Deus e da Doutrina Social da Igreja, para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais de fraternidade.
Ora, o estímulo à cidadania, ao diálogo, o acompanhamento direto da atuação de nossos governantes tanto em âmbito executivo como legislativo, é algo fundamental para debatermos e fiscalizarmos as chamadas políticas públicas.
Mas alguns setores da igreja não entendem isso. Rezam,frequentam a missa, participam de pastorais e serviços, se dizem lideranças comunitárias, mas quando o debate se refere ao que diretamente afeta a vida das pessoas e que estão na pauta, como a reforma da previdência, atendimento público de saúde,  politica para idosos, falta de vagas em creches, falta de investimento na educação, insegurança, falta de vagas de emprego, violência e corrupção,  acabam dizendo que “isso não é assunto que se fale na igreja”.
Mas afinal de contas, o que de fato precisamos discutir sobre uma campanha da fraternidade que trata sobre politicas públicas, que não seja
o que atinge diretamente a vida das pessoas?
Não podemos ficar distantes da política e quando trato disso, não falo apenas em política partidária. Falo da construção de uma sociedade mais justa e igualitária, através da participação efetiva e fiscalizadora. Dialogar, participar, reunir, discutir é construir um mundo diferente. Isso se faz também através da política.
São João Paulo II afirmou que ” todos e cada um têm o direito e o dever de participar da política, embora em diversidade de formas, niveis, funções e responsabilidades”.  Ele quer dizer com isso, que todos nós devemos dedicar parte do nosso tempo e das nossas preocupações ao bem comum, ainda que de diversas formas e segundo diferentes vocações.
O texto-base da CF 2019 acrescenta ainda: “Assim, uns se dedicarão a atividades comunitárias, outros a sindicatos, grupos e associações, outros ao exercício de mandato político”(178)
Então, não é hora de ter medo, é hora de ter coragem.
Não é pecado discutir políticas públicas nos nossos grupos de igreja.
Não é o fim do mundo participar de forma efetiva da política, exercendo um mandato ou não.
Pecado mesmo é ficar omisso, calar diante de tantos desafios com a justificativa de quem alguns temas não são apropriados para um ambiente cristão.
O que de fato não  é apropriado para o ambiente cristão é a hipocrisia.

Artigo: o Papa Francisco nos diz que é preciso “primeirear”.

setembro 14, 2019

Na exortação apostólica “ Evangelh gaudium” sobre o anuncio do evangelho no mundo atual, o Papa Francisco reforça a necessidade de que tenhamos paciência no trabalho de evangelização e usa até um termo estranho para explicar a “Igreja em saída”. “ É a comunidade de discípulos e missionários que primeireiam , que se envolvem, que acompanha, que frutificam e festejam. Depois, mais adiante, ele explica o significado: Primeirear é tomar a iniciativa.

Todos somos convidados a aceitar a chamada para esta nova “saída” missionária. Mas é preciso sair também da própria comodidade e ter a devida coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do evangelho. E o Papa Francisco dá ênfase: “ A alegria do evangelho, enche a vida da comunidade dos discípulos, é uma alegria missionária.” Infelizmente, muitos de nós, batizados, inseridos na comunidade-igreja, participantes desta ou daquela pastoral, agimos como evangelizadores tristes, impacientes ou ansiosos. Com isso, não irradiamos fervor, alegria e a coragem tão necessária para transformar o mundo. No contato com os outros, no diálogo e na doação verdadeira, é que a vida se fortalece. Solitária, isolada e de forma cômoda, a vida enfraquece e a missão se torna tarefa.

O Papa Francisco reforça a necessidade de entendermos, de uma vez por todas, de que “quando a Igreja faz apelo ao compromisso evangelizador, não faz mais do que indicar aos cristãos o verdadeiro dinamismo da realização pessoal” E ele reforça: “ Aqui descobrimos outra profunda lei da realidade: a vida se alcança e amadurece à medida que é entregue para dar vida aos outros. Por isso, um evangelizador que vive sempre com uma cara de funeral, reclamando de tudo, sempre arranjando desculpas para não fazer e queixas disso e daquilo, não consegue tocar corações. Nós todos que nos sentimos chamados, devemos identificar a alegria do convite amoroso que Deus nos fez. Lembremo-nos sempre que a  nossa missão não é uma tarefa pessoal. Devemos entender que Jesus é o primeiro e maior evangelizador. É Ele que inspira, é Ele que provoca, é Ele que orienta e nos acompanha de mil e uma maneiras. Esta convicção nos permite manter a alegria do meio desta tarefa tão exigente e desafiadora que somos convidados a executar. Que tenhamos a certeza, de que da mesma forma que Deus nos pede tudo, Ele, ao mesmo tempo, nos dá tudo. Por isso, cuida do trigo, mas não perde  a paz por causa do joio.

E lembre-se: discípulos e missionários, “primeireiam”

Meneguzzi participa de palestra e ações comunitárias no final de semana

junho 16, 2019

Agenda do parlamentar iniciou no loteamento Jardim La Paloma; vereador esteve junto aos casais do movimento católico ECC

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) teve um final de semana movimentado. Na tarde de sábado, 15 de junho, o parlamentar participou de uma ação comunitária na igreja Santa Clara, no loteamento Jardim La Paloma. A atividade contou com a presença de dezenas de pessoas e os recursos arrecadados serão destinados à manutenção do atendimento pastoral e demais ações.

Ainda na tarde de sábado, Meneguzzi palestrou para os participantes da terceira etapa do movimento católico Encontro de Casais com Cristo (ECC), no colégio Murialdo, em Ana Rech no sábado a tarde. O encontro teve como tema “Batizados e enviados para a missão, na simplicidade de Cristo”, e nesse contexto, o parlamentar falou sobre a justiça social e a responsabilidade do cristão. “Precisamos cada vez mais nos inserir nos meios de decisão, para podermos lutar pelos menos favorecidos. Essa é a missão dos leigos: dar voz e cara às ações de busca pelo bem comum”, salienta.

Já neste domingo, 16 de junho, Meneguzzi participou de almoço da festa de Santo Antônio, na Paróquia Imaculada Conceição, dos capuchinhos, em Caxias do Sul.

Evangelização: não dá mais para ficar em cima do muro

junho 2, 2019

Em cima do muro

Todos somos catequistas, independentemente de termos uma “turminha” de crianças ou jovens com encontros semanais. Quem trabalha com a evangelização, é catequista de alguma forma. Quem se diz cristão, é batizado, atua numa comunidade-igreja, seja lá o serviço ou pastoral que for, é catequista. Em casa, no trabalho, na roda de amigos, na faculdade, na família, enfim, em todos os lugares, nossas atitudes devem transmitir aquilo que acreditamos. A evangelização não admite mais gente que vacila, que não se posiciona, que não  sai de cima do muro, ou que é cristão apenas conforme suas conveniências ou interesses pessoais.
O cristo fácil é aquele que está apenas dentro do ambiente de igreja,  no convívio com quem é, com quem atua na mesma jornada, com quem prega as mesmas coisas, é fácil ser cristão. Mas que diz sim, precisa assumir e se preparar também com o Cristo difícil, ou seja, assumir o compromisso com o projeto de Deus no meio de quem renega, faz chacota, não acredita, depõe contra e este tipo de pessoa, nós podemos encontrar inclusive na nossa própria família.
Alguém que se diz “catequista” não pode ligar e desligar a chave conforme o ambiente que está, tipo ” agora estou no encontro de igreja então eu sou catequista” ou “agora estou no meu ambiente de trabalho, então eu não sou catequista”.
Quem diz sim, quem diz que é, quem se apresenta para ser e dispõe ao serviço sempre será catequista, em todos os ambientes. Não tem como separar.
Por isso, cuidado com o que você diz, com o que você posta nas suas redes sociais, com o que você acredita, com suas atitudes, com quem você admira, segue, lê, com o o que você curte e compartilha.
Em alguns casos, como dizia Madre Tereza de Calcutá, “talvez você seja o único evangelho que o seu irmão lê”.
É a mais pura verdade!
E o que o seu irmão tem lido?

Meneguzzi lamenta a morte do padre Fábio Piazza

maio 16, 2019

Vereador considera que o sacerdote era exemplo de humanidade e serviço pelo bem comum

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB)  lamentou o falecimento do padre Fábio Thomás Piazza, aos 100 anos, ocorrido na tarde desta quinta-feira, 16 de maio. O sacerdote, que atuou em diversas paróquias da Diocese de Caxias do Sul e dedicou quase duas décadas ao serviço no Santuário de Caravaggio, em Farroupilha, completou um século de vida em dezembro de 2018.

De acordo com Meneguzzi, padre Fábio foi exemplo de humanidade e serviço pelo bem comum. Ele era conhecido pela generosidade, pelo dom da confissão e pela capacidade de servir ao próximo. O sacerdote estava hospitalizado há cerca de uma semana no Hospital Saúde, em Caxias do Sul. “Uma perda muito grande para a Igreja e também para a sociedade. Conheci o padre Fábio através do sobrinho dele, padre Nivaldo Piazza, que foi pároco de Lourdes aqui em Caxias, onde iniciei minha missão”, explica.

Filho de Giulio Piazza e Julia Radaelli, padre Fábio Piazza nasceu em 5 de dezembro, no distrito de Nova Milano, em Farroupilha. Seu avô materno é Tomaso Benedetto Radaelli, que juntamente com sua avó, Maria Pirovena, foi um dos primeiros imigrantes italianos a chegar a Farroupilha, e tornar o local, posteriormente, o berço da imigração italiana no Estado do Rio Grande do Sul.

Sua alfabetização ocorreu no hoje chamado Colégio Santa Cruz, ainda em Nova Milano, que na época era de responsabilidade das irmãs da congregação de São Carlos. Em 1937, com 18 anos, Padre Fábio ingressou no Seminário Central São Leopoldo, onde mais tarde, na década de 40, cursou Teologia e Filosofia. Antes disso, entre 1938 e 1939, padre Fábio também estudou no Seminário Nossa Senhora Aparecida, em Caxias do Sul.

Vida sacerdotal

A vida sacerdotal do presbítero teve início em 8 de dezembro de 1950, quando foi ordenado por Dom José Barea. Sua primeira missa solene ocorreu na Igreja Matriz de Nova Milano dois dias após, em 12 de dezembro. Mais tarde, em 1989, voltou a Nova Milano, e atuou como pároco da paróquia de Santa Cruz durante 22 anos.

Na cidade de Farroupilha, ao longo de sua vida, padre Fábio passou também pela paróquia de Caravaggio por três períodos diferentes: em 1953, como vigário, onde permaneceu por seis meses; de 1978 a 1980, como vigário auxiliar; em 1984, durante cinco anos, como administrador; e desde 2011 até os dias atuais trabalha como padre auxiliar no Santuário. Na cidade, em 1954, também foi vigário auxiliar da paróquia Sagrado Coração de Jesus, onde permaneceu por quase oito anos.

Além de sua terra natal, o sacerdote também trabalhou, ao longo de sua trajetória sacerdotal, por outras cidades da região, como Caxias do Sul (nos anos de 1951 e 1952, e 1983), Cambará do Sul (em 1952), Coronel Pilar (em 1953), Garibaldi (em Marcorama, no ano de 1962) e Cotiporã (em 1964). Além disso, também foi pároco de Nova Andradina, no Mato Grosso do Sul, por duas vezes, em 1973 e depois em 1983.

Meneguzzi participa de painel sobre a Campanha da Fraternidade na Paróquia Santa Catarina

abril 3, 2019

Vereador foi mediador da mesa-redonda que contou com a presença de produtores culturais

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) mediou, na noite de terça-feira, 02 de abril, o painel “Políticas Públicas na área cultural”, pomovido pela Paróquia Santa Catarina e pela Coordenação Diocesana de Pastoral. O evento foi realizado no espaço da catequese da igreja Santa Catarina e abordou a temática no âmbito da Campanha da Fraternidade 2019, que trata do acesso dos brasileiros às políticas públicas.

Além Meneguzzi, participaram da mesa-redonda, a presidente do Conselho Municipal de Cultura, Magali Quadros, o músico Ladir Brandalise e a produtora cultural e analista de mercado da UCS, Cristina Nora Calcagnotto. O evento que atraiu lideranças católicas e produtores culturais, se estendeu por mais de 1h30 e abordou, sobretudo, a falta de incentivos públicos para a produção cultural nas esferas municipal, estadual e federal.

Meneguzzi avaliou o encontro como positivo, sobretudo a partir da ótica cristã. Segundo ele, as lideranças culturais acabam também por encontrar dificuldades para dialogar com a Igreja Católica. “Motivar encontros de reflexão e debate sobre políticas públicas é desafiador e a Paróquia e a Coordenação de Pastoral estão de parabéns. O objetivo é esse: percebermos as sombras e luzes do caminho para vermos onde é necessário mudar”, salienta.

O próximo painel será na terça-feira, 09 de abril, às 20h, e abordará as políticas públicas para a juventude.

Meneguzzi partilha história de vida com jovens do Projeto Pescar São José

abril 1, 2019

Gabinete do parlamentar esteve entidade durante a tarde desta segunda-feira, 1º de abril

O gabinete do vereador Alberto Meneguzzi (PSB) busca dinamizar as práticas que visam o bem comum. Esse foi o sentido da palestra realizada pelo parlamentar, nesta segunda-feira, 1º de abril, para os 41 jovens atendidos pelo Projeto Pescar da Paróquia São José. Ao longo de toda a tarde, ele compartilhou histórias de vida e falou sobre seus sonhos, além do trabalho de jornalista, relações públicas e legislador.

Durante o encontro, Meneguzzi tocou violão, falou sobre sua realidade familiar e a relação com Deus. Depois disso, respondeu a diversas perguntas dos jovens. As principais temáticas da faixa etária atendida, dos 15 aos 18 anos, trataram de pena de morte, revogação do estatuto do desarmamento, legalização do aborto e da maconha.

Meneguzzi destaca a coragem dos jovens e a importância de debater sobre assuntos que são mais delicados, mas que envolvem a vida da juventude. “Uma das perguntas foi sobre o que me levou a lutar contra o fechamento do Senai José Gazola, outros me pediram sobre assuntos polêmicos, o que considero saudável, porque mostra que essa gurizada busca se informar e se inteirar dos assuntos. Eles são privilegiados, porque tem o Pescar que se preocupa e ajuda eles a sonharem”, completou.

Anualmente, Meneguzzi ajuda, como voluntário, às turmas do Projeto Pescar. Além da Paróquia São José, ele já palestrou para os jovens das unidades Diamantino e Hospital Pompéia.

Após pedido de Meneguzzi, ARI Serra Gaúcha repudia manifestação do prefeito Guerra

fevereiro 27, 2019

Entidade que representa empresas de comunicação ressaltou que irá pedirá para MP investigar a publicação

A Associação Riograndense de Imprensa – Seccional Serra (ARI Serra) emitiu nota oficial, na tarde desta quarta-feira, 27 de fevereiro, na qual repudia a manifestação do prefeito de Caxias do Sul, Daniel Guerra (PRB), em suas redes sociais, onde deprecia a imprensa e diz que a “mamata” acabou. A medida se deu após o pedido do vereador Alberto Meneguzzi (PSB), na sessão do último dia 20 de fevereiro e reiterada na plenária da terça-feira, 26.

Na sessão ordinária da Câmara Municipal da manhã desta quarta-feira, 27 de fevereiro, o representante do Sindicatos dos Jornalistas Profissionais do RS, Roberto Carlos Dias, esteve no plenário da Casa e destacou que a publicação de Guerra afronta e agride o livre exercício da profissão, sugerindo censura e cerceamento por parte do chefe do Executivo. Segundo o dirigente, o jornalista tem direito e dever de tornar públicas informações positivas ou negativas sobre qualquer administração, a fim de alertar a comunidade.

Confira a nota da ARI Serra Gaúcha

NOTA DE REPÚDIO

A Associação Riograndense de Imprensa – ARI Serra Gaúcha repudia a manifestação do prefeito de Caxias do Sul no último dia 20. Em postagem em sua rede social, Daniel Guerra escreveu, em referência a um texto que circulava, sem autoria esclarecida: “Se a imprensa grita contra? É sinal de que é bom….”. E completou: “Com a gente aqui a mamata deles também acabou. Imperdível o texto, igual ao que ocorre em Caxias!”.

A seccional local da ARI solicita que o chefe do Executivo se retrate. A entidade também encaminhará ao Ministério Público a manifestação do prefeito e pedirá investigação sobre a referida “mamata”. A ARI Serra desconhece qualquer tipo de beneficiamento e entende que, se é do conhecimento do prefeito qualquer ilegalidade, é obrigação do mesmo denunciar ao MP e cobrar investigação. Havendo culpados, devem ser responsabilizados. Em não havendo, a responsabilidade recai sobre o prefeito. A generalização macula o nome de todos da imprensa, o que é inaceitável, visto o valoroso trabalho prestado, conforme a história e o dia a dia comprovam.

A ARI Serra esclarece à sociedade que a postura hostil de políticos à imprensa nada mais é do que a intenção de tirar o foco da fiscalização sobre o poder público, um dever inerente à profissão jornalística. Essas atitudes não nos impedirão de levar ao conhecimento do público os fatos, papel fundamental que cumprimos honradamente à democracia e à sociedade.

Associação Riograndense de Imprensa – ARI Serra Gaúcha

 

Confira a manifestação do Sindicato dos Jornalistas

Meneguzzi participa de painel e formação sobre Fraternidade e Políticas Públicas

fevereiro 26, 2019

Café & Debate abordou a temática da Campanha da Fraternidade 2019, promovida pela Igreja Católica

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) participou, na manhã do último sábado, 23 de fevereiro, do projeto Café & Debate, promovido pela Paulus Livraria. O painel tratou da temática da Campanha da Fraternidade 2019: Fraternidade e Políticas Públicas. A atividade teve a assessoria do presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Comdica) e contou com a presença de dezenas de catequistas e lideranças da Igreja Católica.

De acordo com Meneguzzi, a Igreja Católica do Brasil cumpre seu papel social ao propor discussões sobre o acesso dos cidadãos às políticas e direitos que lhes são garantidos. “Para mim, como católico, catequista e também vereador, fica a mensagem de que precisamos ajudar as pessoas a refletirem e não se acomodarem. Ao contrário, precisam propor caminhos, sugerir ideias para que a sociedade caminhe para o bem-estar. Jesus nos ensina a pensar e também nos mostra a importância de não nos conformarmos com as condições impostas e sempre buscar o melhor para todos”, salienta.

A Campanha da Fraternidade 2019 terá sua abertura oficial no dia 06 de março, Quarta-feira de Cinzas e início da Quaresma em toda a Igreja.