Meneguzzi quer que projeto que proíbe a contratação de parentes no serviço publico seja votado o quanto antes

setembro 29, 2019

Parlamentar defende que proposta seja analisada ainda em 2019 e, se aprovada, deva ser colocadas em prática o mais breve possível

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) encaminhou, na tarde da última segunda-feira, 23 de setembro, ofício à Comissão de Constituição, Justiça e Legislação (CCJL) da Câmara Municipal, onde pede que o grupo parlamentar agilize o trâmite do projeto que veta a contratação de Cargos em Comissão com parentesco de até terceiro grau, nos órgãos públicos de Caxias do Sul.

A proposta, assinada por ele e outros vereadores, é a emenda à Lei Orgânica Municipal 02/2019. ” Não podemos mais achar isso normal. Pode até estar dentro da legalidade a contratação de parentes, mas em Caxias, principalmente no executivo, está havendo um exagero. Por isso, é importante que aprovemos a lei o mais rápido possível.”

O projeto  antinepotismo vale tanto para o executivo quanto para o legislativo e segundo Meneguzzi, não pode haver exceções.

Meneguzzi reafirma importância da qualificação de jovens para superar a violência

setembro 27, 2019

Vereador volta a lamentar retirada do Senai José Gazola da Zona Norte de Caxias, região que é a mais violenta da cidade

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) reafirma importância da qualificação de jovens para superar a violência. Ao mesmo tempo, ele lamenta o fechamento do Senai José Gazola, no bairro São José, que atendia a mais de 400 pessoas desde a década de 1980. Nesse local, tinham oportunidade de realizar cursos profissionalizantes que os preparavam para o mercado de trabalho. Segundo reportagem do Jornal Pioneiro, desta sexta-feira, 27 de setembro, a Zona Norte contabiliza maior número de assassinatos, nos últimos três anos. A maioria das mortes vitimou homens de 18 a 29 anos.

Conforme levantamento, em 2019 foram contabilizados 67 assassinatos, sendo 369 homicídios, 41 confrontos com a polícia, 27 latrocínios e 17 feminicídios. A maioria das vítimas foram mortas a tiro, num total de 362. Os bairros que mais sofrem com a criminalidade estão localizados na Zona Norte e proximidades, entre eles, Santa Fé, Vila Ipê, Reolon e Fátima, totalizando 83 mortes. Primeiro de Maio, Planalto, Euzébio Beltrão de Queiróz, Serrano, Esplanada e Charqueadas contabilizam 82 óbitos.

Desde setembro de 2018, Meneguzzi intermediou reuniões, encontros e levou a necessidade da discussão sobre a manutenção do serviço do Senai José Gazola na Zona Norte à tribuna da Câmara em diversas situações. No início de setembro de 2019, a prefeitura intermediou um termo de cessão de uso daquela área pública entre o Senai e a Brigada Militar, para que o prédio abrigue um batalhão de choque. Na visão do parlamentar, é importante a presença das forças de repressão, mas diante dos índices de violência na cidade e falta de amparo aos jovens, dando a eles todo suporte e capacitação para estarem empregados, é uma lástima a perda daquele espaço, fazendo com que esses adolescentes fiquem propensos a entrar na criminalidade.

Ele volta a reforçar que violência se combate com emprego. Para Meneguzzi, se a cidade não acolher esses jovens, qualificando-os, certamente o crime os acolherá. “Eu vibro com um batalhão de choque aqui, mas preferia humildemente que aquele local fosse utilizado para a área da educação porque é essa a necessidade, a formação profissional. A Zona Norte de Caxias tem uma população de 100 mil habitantes e muitos jovens estão sem emprego e sem formação,” esclareceu.

Meneguzzi reafirma importância do aumento do número de conselheiros tutelares em Caxias

setembro 26, 2019

Município conta com dois colegiados de cinco componentes cada e segundo a lei, pelo número de habitantes, deveria ter o dobro

Durante a sessão ordinária desta quinta-feira, 26 de setembro, o vereador Alberto Meneguzzi (PSB) falou sobre a necessidade e a importância do aumento do número de conselheiros tutelares para atenderem as demandas das crianças e adolescentes. A fala do parlamentar aconteceu em aparte ao vereador Elisandro Fiuza. Em 2017, Meneguzzi já havia sugerido à Fundação de Assistência Social (FAS), a criação de novo Conselho Tutelar. Atualmente, são 10 vagas disponíveis, embora a lei permita o dobro.

Caxias do Sul têm duas unidades, região Norte e Sul, as outras regiões são atendidas nesses Conselhos, mas acabam ficando desprotegidas devido a grande demanda. Com o aumento das evasões escolares e a crescente violência nas instituições de ensino, bem como nos ambientes familiares e sociais, o número não é suficiente.

Meneguzzi ressalta importância de participar desse processo eleitoral, os conselheiros desenvolvem um trabalho junto às escolas e entidades de proteção social, tendo como finalidade a integridade física e psicológica das crianças e adolescentes.“Sei que aqui em Caxias do Sul já comporta mais dez, no mínimo, pelas demandas que nós temos. Então nós temos que lutar por isso também para que tenhamos mais conselheiros tutelares como prevê a lei”, conclui.

 

Meneguzzi protocola moção contrária ao sucateamento e privatização dos Correios

setembro 26, 2019

Documento visa defender o serviço público e a integridade da ECT; documento será enviado ao governo federal

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) protocolou, na manhã desta quinta-feira, 26 de setembro, moção de contrariedade ao movimento empregado pelo governo federal para o enfraquecimento do serviço público da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT), bem como a possibilidade de privatização da instituição. O documento é em apoio à mobilização dos carteiros de Caxias do Sul, que se manifestaram na tribuna no último dia 17 de setembro.

A ECT é uma empresa pública de direito privado, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). A autarquia está presente nos mais de 5.500 municípios do país. Meneguzzi salienta que é necessário respeitar o interesse público e fortalecer as instituições e não sucatear os Correios. “O Legislativo caxiense é a caixa de ressonância das demandas da comunidade. A população também precisa de bom atendimento e agilidade na entrega de correspondências e encomendas. Sabemos que a decisão não é tomada aqui, mas podemos apoiar e fazer chegar às instâncias federais”, aponta.

Os vereadores Alceu Thomé (PTB), Denise Pessôa (PT), Edson da Rosa (MDB), Elói Frizzo (PSB), Edi Carlos Pereira de Souza (PSB), Gladis Frizzo (MDB), Kiko Girardi (PSD) e Renato Oliveira (PCdoB) também assinam como autores da moção.

Meneguzzi quer informações sobre eventos que puderam usar espaços públicos e atividades indeferidas

setembro 24, 2019

Requerimento protocolado na tarde desta terça-feira, pede cópia dos processos administrativos com os despachos da prefeitura

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) protocolou, na tarde desta terça-feira, 24 de setembro, pedido de informações ao Executivo caxiense. No documento, ele quer que a prefeitura remeta à Câmara a cópia de todos os requerimentos, processos administrativos e os devidos despachos de solicitações do uso do espaço público e vias públicas na cidade, em 2018 e 2019.

Meneguzzi tomou por base os decretos nº 19.736, de 08 de agosto de 2018 e nº 20.381, de 15 de agosto de 2019, de autoria do prefeito Daniel Guerra (Republicanos), que visa regrar o uso dos espaços públicos de Caxias do Sul. “Precisamos entender os critérios que são usados pela prefeitura para permitir o uso das praças, o bloqueio das ruas e equipamentos públicos. Algo que soa estranho é ter a liberação para uma mateada gospel e o veto da bênção de natal. Nada contra os eventos, porque penso que a praça é o lugar mais democrático, é de todos, mas sobre os critérios para liberar ou não”, explica.

Meneguzzi repudia ações da prefeitura, que proíbem uso de espaços públicos e sucateia projetos de convivência

setembro 24, 2019

Parlamentar anunciou proposta da bancada do PSB para sustar decreto do prefeito Daniel Guerra

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) foi à tribuna da Câmara Municipal, na sessão desta terça-feira, 24 de setembro, para repudiar ações da prefeitura, que proibiram o uso de espaços públicos, entre eles a Praça Dante Alighieri, para diversas atividades. Dentre as negativas de utilização está o Natal na Praça, com a bênção dos freis capuchinhos, que acontece desde 2003 e estava programada para o dia 11 de dezembro.

Ele também criticou a postura da Secretaria Municipal do Esporte e Lazer (Smel), que provoca o sucateamento de projetos sociais, inclusive do Programa Conviver, que atende mais de 3,5 mil pessoas em 75 grupos, semanalmente. Momentos antes, o plenário ficou lotado de mais de 400 mulheres e homens atendidos pela iniciativa, que fizeram seu protesto com apitos e tampas de panela. Meneguzzi apontou como negativo o retorno de Márcia Rohr da Cruz ao cargo de secretária, uma vez que já havia demonstrado não ter capacidade para o cargo, em 2017, quando intitulou os desportistas caxienses de “imundícia”.

Meneguzzi considera que o Executivo caxiense chancela o desemprego, a falta de atenção às políticas sociais, haja vista mais de uma centena de polêmicas que o atual governo tem se envolvido, com os diversos grupos da sociedade. Por fim, o parlamentar falou sobre o projeto de decreto legislativo que foi idealizado pela bancada do PSB e protocolado nesta manhã, que susta os efeitos do decreto do prefeito Daniel Guerra (Republicanos), no que consiste à cedência dos espaços públicos.

“Lamento essa decisão antidemocrática, porque a praça é o lugar de todos, é o espaço de manifestação da população. Numa cidade com mais de 30 mil desempregados, as pessoas buscam a religiosidade para iniciar o novo ano. Por isso, é lamentável que o prefeito, de forma autoritária e não dialogada, tenha proibido o uso da praça para a realização do Natal na Praça, com a bênção dos capuchinhos”, apontou Meneguzzi ao dizer que, no mês de setembro, houve permissão do uso da Praça Dante Alighieri para uma mateada gospel. O mesmo lugar foi negado para ações do Centro de Valorização da Vida (CVV), para a prevenção do suicídio, no Setembro Amarelo.

 

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Meneguzzi pede que CCJL agilize trâmite de projetos que vetam uso de fogos de artifício e contratação de CCs com parentescos

setembro 23, 2019

Parlamentar defende que propostas sejam analisadas ainda em 2019 e, se aprovadas, devam ser colocadas em prática o mais breve possível

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) encaminhou, na tarde desta segunda-feira, 23 de setembro, ofício à Comissão de Constituição, Justiça e Legislação (CCJL) da Câmara Municipal, onde pede que o grupo parlamentar agilize o trâmite de dois projetos. Uma das propostas, assinada por ele e outros vereadores, é a emenda à Lei Orgânica Municipal 02/2019, que veta a contratação de Cargos em Comissão com parentesco de até terceiro grau, nos órgãos públicos de Caxias do Sul.

Meneguzzi também pede atenção ao projeto de lei 14/2019, que proíbe o uso de fogos de artifício que produzam ruídos, em Caxias do Sul. Ele entende que a queima de fogos de artifício ruidosos pode ocasionar traumas aos animais, pessoas enfermas, idosos e portadores do Transtorno do Espectro autista, além de acarretar danos à comunidade e ao patrimônio público e privado.

Esta última proposta está baixada ao Executivo desde o mês de junho para que a prefeitura dê seu posicionamento acerca da matéria. Ele pede que a CCJL cobre o retorno do processo e dê o trâmite necessário ao projeto. “Eu apoio o projeto que visa proibir a queima e a soltura de fogos de artifício ruidosos no âmbito de Caxias do Sul e vou lutar para que vá para a pauta de votação ainda neste ano de 2019. Sobre a emenda à Lei Orgânica, antinepotismo, penso que quando não existem ética e senso de moralidade, a legislação se faz necessária”, explica.

Meneguzzi lamenta que o prefeito Guerra tenha negado a cedência da praça Dante para a realização da tradicional bênção dos Freis Capuchinhos

setembro 23, 2019

O Prefeito Daniel Guerra negou a cedência da praça Dante Alighieri para a realização da tradicional bênção dos freis capuchinhos. O pedido de autorização para que mais uma vez fosse realizado o Natal na Praça foi feito pela direção da Rádio São Francisco e resposta do prefeito foi “não”.  Meneguzzi lamenta a decisão do Prefeito e diz que é mais uma decisão  que mostra a incapacidade de Daniel Guerra de tentar humanizar um pouco mais a cidade de Caxias do Sul. ” Eu trabalhei neste evento diversas vezes como jornalista. Sempre foi um momento lindo, de encontro, bênção, espiritualidade e fé. Os freis capuchinhos se localizavam em diversos pontos da praça, e as pessoas, de forma espontânea, buscavam neles uma simples bênção. Sempre foi um momento lindo, não apenas um evento católico, mas um instante de humanidade, de carinho, em alguns casos, de consolo e de desejo de paz.”
O evento começou em 2003, por uma iniciativa do frei Renato Zanola, morto em 2013. Naquele ano, no dia 18 de dezembro, o frei foi até a praça para conversar e dar uma benção a quem o procurasse. O gesto tocou tanto quem passava pela praça que, em poucos minutos, formaram-se filas em direção ao frei. Inspirados em Zanola, os capuchinhos sempre repetiram a ação no Centro, sempre na Praça Dante, com a presença de milhares de pessoas.
Segundo o  Vereador Meneguzzi ( PSB), O Prefeito Guerra tem se notabilizado por este tipo de comportamento com diversas entidades, agindo como se fosse o  dono da cidade: ” Ele age como o dono das vias públicas, o dono da praça. A praça é o coração de qualquer cidade. Por ali transitam pessoas de todas as classes sociais. O Natal na Praça já é um evento consolidado no local, dá vida, coloca um pouco mais de humanidade e alegria por ali, ainda neste momento em que cada vez mais as pessoas estão em busca de gestos de apoio para seguirem suas vidas.” destaca Meneguzzi.
A tradicional bênção de natal dos Freis Capuchinhos neste ano deve acontecer no  estacionamento da Igreja no Bairro Rio Branco no dia 11 de dezembro.

“Sempre lutou pelos menos favorecidos” diz Meneguzzi sobre o Padre Roque Grazziotin que faleceu neste domingo em Caxias do Sul

setembro 22, 2019

O vereador Alberto Meneguzzi lamentou a morte do Padre Roque Grazziotin. Ele faleceu neste domingo, dia 21 de setembro, em Caxias do Sul. Meneguzzi lembra da  que a cidade perde uma grande liderança, não apenas religiosa, mas também política. “Ele sempre lutou pelas minorias, pelas pessoas menos favorecidas. Uma pessoa simples, um cidadão de Antonio Prado – e caxiense também – um sacerdote que sempre defendeu e lutou pelas minorias, um ex-deputado estadual que enfrentou resistências das mais diversas para atuar na política.
O Padre Roque sempre foi uma pessoa que me identifiquei e admirei. A sua luta, sempre foi a minha luta: nos movimentos sociais, na defesa da cidadania e da justiça social e pela democracia.
Fique em paz, Padre Roque. Seu legado ficará para sempre, pode ter certeza.”

O Padre Roque Grazziontin nasceu em 07 de maio de 1946, em Antônio Prado, e estudou no Instituto Sagrado Coração de Jesus, dos Irmãos Maristas, de Antônio Prado. Após, cursou o ginásio e o científico nos anos de 1957 a 1963 no Seminário Nossa Senhora Aparecida de Caxias do Sul, e no ano seguinte, iniciou o Curso de Filosofia no Seminário Maior de Viamão.

Em 25 de fevereiro de 1973, Roque foi ordenado padre, e desde então, atua em Caxias do Sul. Em 1988 ele foi candidato a prefeito de Caxias pela Frente Popular, formada por PT, PCB, PSB e PCdoB. Nas eleições de 1998 foi eleito deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores. Ao longo do mandato, de 1999 a 2003, sempre atuou na Comissão de Cidadania e Direitos Humanos, da qual foi presidente de 2000 a 2003.

No áudio, uma entrevista concedida pelo Padre Roque Grazziotin em 2011 ao jornalista Evandro Fontana na Rádio São Francisco.  Na ocasião, ele resgatou um pouco da sua história de vida, falou sobre a sua atuação política e da emoção que foi, em 2011, de receber o título de Cidadão Caxiense

 

Meneguzzi expressa indignação com gestores da UPA Zona Norte

setembro 19, 2019

Vereador lamenta renovação do IGH como gestor da Unidade de Pronto Atendimento

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) lastimou a confirmação de que o Executivo caxiense renovou o contrato de gestão compartilhada da Unidade de Pronto Atendimento da Zona Norte (UPA Zona Norte). Durante a sessão ordinária desta quinta-feira, 19 de setembro, o parlamentar lembrou de todas as denúncias de assédio moral, mal atendimento e falta de materiais e insumos que recaem sobre o Instituto de Gestão e Humanização (IGH), que administra o espaço de saúde desde 2017.

Meneguzzi reiterou a fiscalização que tem feito em relação à gestão da saúde em Caxias do Sul. Segundo ele, são investidos mais de R$ 2 milhões por mês na UPA Zona Norte e as reclamações, tanto de usuários quanto de funcionários, dão conta de que é necessário qualificar o serviço. O IGH não tem se mostrado como uma entidade idônea, já que não paga os direitos trabalhistas dos seus servidores e tem diversas pendências no Brasil inteiro. “Mais um tempo de contrato, mais um tempo que nós teremos que aguentar essa empresa IGH administrando a UPA Zona Norte. Além disso, não temos nenhum tipo de informação a respeito da forma de gestão da UPA Central, que eu não sei nem se vai funcionar este ano”, concluiu.