Meneguzzi lamenta falta de iniciativa do Executivo em políticas de geração de emprego e renda

maio 31, 2019

Em resposta ao requerimento do vereador, prefeitura respondeu que a Comissão Municipal Tripartite de Empregos não deve ser reativada

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) recebeu, na última quinta-feira, 30 de maio, as respostas ao requerimento 61/2019, em que pediu as informações sobre a Comissão Municipal Tripartite de Empregos (CMTE). Nas respostas, conforme o parlamentar, o Executivo não demonstra interesse na reativação desse grupo de fomento e geração de emprego e renda. Ele lamenta a falta de iniciativa da prefeitura em políticas públicas de retomada das vagas de trabalho.

As cinco perguntas formuladas por Meneguzzi receberam respostas confusas e sem profundidade. Conforme o ofício, “a comissão é composta de forma tripartite e seja louvável o seu propósito, entendemos que não cabe à Prefeitura de Caxias do Sul retomá-la unilateralmente”. Um dos questionamentos não respondidos foi o que pedia a cópia da ata do último encontro do grupo.

A CMTE era formada por 18 instituições, de forma paritária, que representavam o poder público, os sindicatos e associações empresariais e entidades sindicais dos trabalhadores. O grupo, em seu decreto de regulamentação, tinha como finalidade indicar as áreas e setores prioritários para alocação de recursos e selecionar projetos de geração de emprego e renda, qualificação profissional e demais ações do Sistema Nacional de Emprego (Sine), financiados com recursos oriundos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

“Fechamos 30 mil postos de trabalho e pouca gente está sendo recontratada. Muitos estão nas filas do Sine e das agências de emprego para conseguir alguma vaga. Nós precisamos de políticas públicas sérias e o mínimo que a prefeitura deveria fazer é iniciar o debate para a reconstrução desse grupo tripartite”, salienta Meneguzzi.

Projeto de Meneguzzi para publicação de atos de pessoal no Diário Oficial Eletrônico deve ser votado nos próximos dias

maio 31, 2019

Proposta alcança nomeações, exonerações, trocas de padrão de servidores do Executivo, administração direta, indireta e do Legislativo

O Projeto de Lei 7/2019, de autoria do vereador Alberto Meneguzzi (PSB), que prevê validade jurídica às nomeações, exonerações, relotações, Funções Gratificadas (FGs) e trocas de padrão dos Cargos em Comissão (CCs), somente após a sua publicação no Diário Oficial Eletrônico do Município, deve ir para a pauta de votação nos próximos dias.  O procedimento se estende aos servidores do Executivo, administração indireta, autarquias, Festa Nacional da Uva e também ao Legislativo caxiense.

Meneguzzi acredita que a publicação no Diário Oficial Eletrônico é mais uma forma de possibilitar ao cidadão fiscalizar o emprego dos recursos públicos. “O poder público precisa ser transparente. O recado das urnas foi claro: os cidadãos querem transparência e economia”, salienta.

Para ele, a intenção de dar mais transparência aos atos da administração também é importante para a valorização dos servidores. Meneguzzi recorda que o Legislativo, em janeiro de 2018, também passou a disponibilizar as folhas de pagamento de todos os cargos efetivos e comissionados. “Se não há nada de ilegal, não há porque não publicar. Em âmbito federal e estadual é assim: publica-se as portarias no Diário Oficial. Transparência pela metade não é transparência”, completa.

A matéria recebeu a viabilidade constitucional da Comissão de Constituição, Justiça e Legislação (CCJL), no início de maio.

Meneguzzi denuncia falta de materiais na UPA Zona Norte e pede responsabilização da direção do IGH

maio 31, 2019

Além da falta de extensor para ventilação por meio de oxigênio, ambulância continua a transportar pacientes em excesso

Novas denúncias de falta de materiais na Unidade de Pronto Atendimento da Zona Norte (UPA Zona Norte) foram recebidas pelo vereador Alberto Meneguzzi (PSB), nesta sexta-feira, 31 de maio. De acordo com as informações, não há extensores – mangueiras para ventilação mecânica por meio de oxigênio – e outros insumos que não foram adquiridos pelo Instituto de Gestão e Humanização (IGH), empresa que administra o local.

Além disso, Meneguzzi já denunciou nas redes sociais e na tribuna do Legislativo que a ambulância da UPA Zona Norte, uma Fiat Doblò, transporta pacientes em número excessivo e também carrega pessoas com problemas psiquiátricos e pacientes eletivos no mesmo veículo. Ademais, o carro transita pela cidade, na maioria das vezes, sem a presença de um técnico de enfermagem e sem materiais como talas e extensores.

Durante esta semana também aconteceram pelo menos cinco demissões, entre elas técnicos de enfermagem, enfermeiros e funcionários da portaria e limpeza. De acordo com o vereador, o Ministério Público segue investigando as denúncias apresentadas por ele desde novembro de 2017. “Queremos que a direção do IGH seja responsabilizada pela falta de materiais e também de pessoal. Estamos iniciando um final de semana, que será de muito frio em não houve contratação de profissionais para compor a escala”, explica.

Meneguzzi disponibiliza espaço para divulgação de ações de grupo de laringectomizados

maio 30, 2019

Objetivo da fala foi divulgar o almoço beneficente da organização, para dar continuidade às atividades do Galc

Na sessão ordinária desta quinta-feira, 30 de maio, ocupou a tribuna do Legislativo caxiense a representante do Grupo de Apoio aos Laringectomizados Totais de Caxias do Sul (Galc), a psicóloga Ana Paula Longhi. Laringectomia é uma cirurgia que consiste na retirada total da laringe em pacientes que foram acometidos por câncer nesse órgão. Essa cirurgia tem como consequência a perda total da fala. O espaço foi disponibilizado por iniciativa do vereador Alberto Meneguzzi (PSB).

“O objetivo do Grupo de Apoio aos Laringectomizados é dar voz a essas pessoas”, explica Ana Paula. O Galc é formado por profissionais de diversas áreas da saúde e pelos familiares de quatro pacientes. Realiza diversas atividades, como integração entre as famílias, visitas domiciliares, atendimentos individualizados e escuta técnica acolhedora. “Aprendemos com essas pessoas a surpreendente capacidade de superação das limitações humanas, quando há um propósito genuíno em comum”, destaca Ana Paula.

Por fim, a representante do grupo fez um convite aos vereadores e à comunidade para participarem do almoço beneficente “Venha Escutar Nossa Voz”, que ocorre no Salão Paroquial da Igreja Santa Catarina, no dia 9 de junho, ao meio-dia. Para entrar em contato com o grupo, o e-mail é laringectomizadoscaxias@gmail.com.

Meneguzzi participa de audiência pública sobre a regularização total do Monte Carmelo

maio 30, 2019

Comunidade  lotou o plenário da Câmara Municipal e discutiu formas de buscar a negociação amigável por meio do Funcap

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) participou, na noite da quarta-feira, 29 de maio, da audiência pública sobre a regularização total do loteamento Monte Carmelo. Cerca de 400 moradores lotaram o plenário da Câmara Municipal de Caxias do Sul para a plenária da organizada pela Comissão de Desenvolvimento Urbano, Transporte e Habitação (CDUTH).

Entre os encaminhamentos retirados após quase três horas de reunião: a confirmação de uma comissão de 10 pessoas mais o comando da Associação de Moradores (Amob) para dar continuidade às negociações com o Ministério Público (MP) e prefeitura; e ter como diretriz que o município compre a terra, desenvolvendo projeto urbanístico, e viabilize a possibilidade de os moradores adquirirem os lotes pelo Fundo da Casa Popular (Funcap).

Na mesa de autoridades, além de Frizzo, marcaram presença o presidente da União das Associações de Bairros (UAB), Valdir Walter; a presidente da Amob Monte Carmelo, Samanta dos Santos; o promotor de Justiça Adrio Gelatti; a secretária municipal do Urbanismo, Mirangela Rossi; e o deputado estadual Pepe Vargas (PT).

O presidente da CDUTH, Elói Frizzo (PSB), abriu os trabalhos e fez um histórico das origens do Monte Carmelo, desde 2004, quando se iniciou o processo de aquisição pela prefeitura de parte das terras que tinham sido ocupadas. Ressaltou, entretanto, que há outros trechos, sendo um deles em situação de reintegração de posse. No entendimento de Frizzo, a melhor saída seria passar a área para o Funcap. “Existem várias experiências exitosas de regularização fundiária por meio do Funcap, como a Vila Ipê, mas é necessária vontade política de parte do governo”, destaca.

À frente da Amob, Samanta dos Santos disse que as famílias querem pagar pelos terrenos, mas precisam da intermediação da prefeitura para auxiliar na aquisição. “A lei, como o Estatuto das Cidades, nos ampara, mas, nesse momento, precisamos que o município intervenha pela gente. Nós, moradores, estamos unidos, pois a força vem da união. Se a reintegração vai ser executada, não sabemos. O que sabemos e queremos é chegar com segurança em nossas casas”, reivindicou a líder comunitária.

Representando a prefeitura, a secretária Mirangela informou que o município está buscando avaliar a parte que não é alvo do processo de reintegração de posse. “A área não é do município na sua integralidade e não estamos inertes em relação ao Monte Carmelo. Estamos conversando com a Samanta (presidente da Amob) e tem documentos abertos na secretaria. As pessoas podem conhecer o que está sendo feito. O lote 3 (da direita do mapa) está em avaliação e passa por perícia. O outro, que é da reintegração de posse, é preciso ver o que vai acontecer. A gente é parceira para buscar soluções de moradia para vocês”, garantiu a titular do Urbanismo, direcionando-se ao público presente.

Na avaliação do promotor Adrio Gelatti, é possível que o Monte Carmelo seja uma das regularizações mais difíceis da cidade. Entre os fatores que influenciam: região de declive e bastante extensa, regras rígidas de ocupação por estar perto do aeroporto, pontos de risco que terão de ser desocupados e uma situação jurídica complexa. Observando o mapa, mencionou que a parte superior está próxima de ser do município. Já a parte inferior envolve três situações jurídicas diferentes, acrescenta o promotor. Uma delas tem ação pública do MP exigindo a regularização; outra ponta envolve ação de reintegração de posse; e a terceira parte, mais à direita, está com uma ação de desapropriação dos proprietários contra o município.

Sobre as duas últimas áreas em discussão e não desapropriadas ainda, Gelatti informa que o MP procura estabelecer uma negociação com os proprietários, para que possam desistir da reintegração de posse e ocorra outra solução. Entre as soluções, Gelatti cita a possibilidade de uma cooperativa ou associação comprar a área. Para isso, o proprietário se comprometeu em informar quanto ela vale. Esse tipo de aquisição, conforme o promotor, pode ser feita tanto por compra direta pela associação ou cooperativa quanto pelo município, através de uma desapropriação amigável. Não avançando nessa negociação, o município poderia ajuizar uma ação de desapropriação contra o dono das terras, mas essa alternativa levaria de cinco a 10 anos.

“A ideia é forçar ao máximo possível uma negociação amigável, seja na reintegração de posse ou na desapropriação, se houver interesse do município; ou os moradores pagarem por essa terra por meio do Funcap. Todas essas medidas são possíveis e dependem de entendimento entre as partes. O Ministério Público está atento ao problema e tentando encaminhar as partes para um consenso. A gente observa que há dificuldade de se formar uma cooperativa. Por isso, me parece que estão aqui hoje buscando a solução pelo Funcap. É uma saída viável? Sim, é uma saía possível”, garante o promotor.

Prefeito em 2004, o deputado Pepe Vargas recordou o trâmite adotado pelo município na época e se colocou solidário à comunidade do Monte Carmelo. Mesmo posicionamento apresentaram o presidente da UAB e o Meneguzzi, bem como outros parlamentares que participaram da audiência. Os parlamentares ressaltaram o direito das pessoas a terem uma habitação digna. No espaço aberto à plateia, cinco pessoas se inscreveram e pediram aos poderes públicos um encaminhamento para a situação dos moradores.

Meneguzzi deixou seu lugar para os moradores da localidade e participou no chão, num dos degraus do plenário. Segundo ele, é necessário trabalhar em prol da comunidade. “Se não tem lugar para eu sentar, sento no chão mesmo. O importante é participar e se fazer presente nas discussões dos problemas da cidade”, explica.

“É preocupante a falta de um plano para o inverno na saúde em Caxias”, alerta Meneguzzi

maio 28, 2019

Vereador foi à tribuna da Câmara e se disse surpreso com a informação de que o IGH não recebeu nenhuma denúncia de mau atendimento, falta de materiais ou assédio moral, mesmo com inquéritos abertos

O vereador Alberto Meneguzzi (PSB) foi à tribuna da Câmara Municipal, na sessão desta terça-feira, 28 de maio, para repercutir a vistoria realizada na Unidade de Pronto Atendimento da Zona Norte (UPA Zona Norte), no último dia 22. Em sua fala, o parlamentar denunciou a falta de um planejamento específico para o atendimento das doenças respiratórios e decorrentes das baixas temperaturas. Segundo ele, o novo diretor do local, que é administrado pelo Instituto de Gestão e Humanização (IGH) se reuniu com o secretário da Saúde, Júlio Freitas, pela primeira vez desde que havia assumido, 20 dias antes, naquela manhã.

Entre outras denúncias de Meneguzzi está a de que a ambulância do local, um veículo Doblò, não poderia transportar mais do que um paciente por vez, e acaba por levar três a quatro pessoas e em diversas situações, pacientes psiquiátricos. O vereador também falou sobre a falta de insumos dentro do veículo. As denúncias dão conta da falta de talas e outros materiais, bem como da falta de acompanhamento de técnicos de enfermagem nos deslocamentos.

Da tribuna, Meneguzzi também se disse surpreso com a informação recebida da direção administrativa da UPA Zona Norte, que o IGH não havia recebido, até o momento da vistoria, qualquer denúncia de mau atendimento, negligência, falta de insumos ou assédio moral, mesmo com os inquéritos abertos nos Ministérios Públicos estadual e federal. “Afinal de contas nós estamos lidando com vidas humanas, nós estamos lidando com atendimento público de saúde, nós estamos lidando com o SUS. E nós não queremos ver as pessoas reclamando toda hora do atendimento da UPA. Nós não queremos ouvir toda hora reclamação como essas de assédio aos funcionários”, pontuou.

Além Meneguzzi, estiveram presentes o presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente (CSMA) da Câmara, Renato Oliveira (PCdoB) e a vereadora Denise Pessôa (PT). Os parlamentares constataram o agravamento da fila de espera por atendimento, onde pacientes aguardavam por mais de seis horas para a consulta. No local, também estava acontecendo uma auditoria do gerente da Secretaria da Previdência e Trabalho de Caxias do Sul, Vanius Corte

Gabinete de Meneguzzi participa de debate sobre o desenvolvimento econômico local

maio 27, 2019

Promovidos pela Comissão de Desenvolvimento Urbano, Transporte e Habitação os “Diálogos Caxias” querem ajudar na discussão sobre o Plano Diretor

O gabinete do vereador Alberto Meneguzzi (PSB) participou, na manhã desta segunda-feira, 27 de maio, da primeira edição do “Diálogos Caxias: a cidade que queremos”. Promovida pela Comissão de Desenvolvimento Urbano, Transporte e Habitação (CDUTH), a série de debates visa contribuir com a discussão do Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado (PDDI). Nesta semana, o debate teve como tema o desenvolvimento econômico local.

Participaram da atividade Thiarlei Machado Macedo, dos arranjos produtivos locais da Tecnologia da Informação (TI), o professor de direito Fábio Vanin, como debatedores e os professores Maria Carolina Rosa Gullo e Adriano Tacca.  Entre os temas discutidos esteve as cidades inteligentes focadas no cidadão, além da política urbana de desenvolvimento. O gabinete de Meneguzzi foi representado pelo assessor Felipe Padilha.

Meneguzzi denuncia:UPA descumpre normas e ambulância/Doblô continua transportando pacientes de forma ilegal

maio 26, 2019

Diário de um vereador. ( 26 de maio de 2019)

Na quarta-feira, estive visitando a UPA ZONA NORTE mais uma vez. Pude conhecer o novo diretor da unidade, que está na função desde o início de maio deste ano.
Questionei ele sobre várias denuncias de falta de insumos básicos para o atendimento de pacientes, mal atendimento, demora no atendimento e procedimentos nada usuais para uma unidade de saúde. Citei como exemploo uso de uma ambulância Doblô para transporte de pacientes.
Diálogo entre eu e o diretor do IGH, empresa que administra a UPA e que recebe R$ 2,2 milhões por mês para fazer o atendimento SUS

– Ainda tem uma Doblô como ambulância?
– Sim, tem.
– É comum um ambulância ser uma Doblô?
– Sim, desde que ela carregue apenas uma paciente dentro. Não há problemas nisso.
– Mas ela sempre carrega apenas um paciente?
– Sim, não pode ser mais do que um paciente.
– Mas eu tenho denuncias de que esta ambulância já carregou três pessoas dentro, inclusive um paciente psiquiátrico junto com outros pacientes. Isso não pode, não é isso?
– Não, não pode.
– O senhor não recebeu minhas denuncias a respeito disso, senhor diretor, já que eu as faço desde dezembro de 2017?
– Não, estou aqui há 22 dias, ninguém me falou nada a respeito de suas denuncias.
– O senhor garante que esta ambulância Doblô não está transportando mais do que um paciente dentro?
– Posso lhe garantir, este não é o nosso procedimento. Não pode transportar mais do que um paciente, muito menos pacientes psiquiátricos junto com outros pacientes.

Este foi o diálogo meu com o novo diretor do IGH, na última quarta-feira, sobre o transporte de pacientes numa ambulância que é uma Doblô.
Neste final de semana, recebi uma foto, que mostra o veículo ambulância Doblô, transportando mais do que uma pessoa.

Meneguzzi destaca os seus 29 meses de mandato como vereador de Caxias do Sul: ” Um trabalho intenso e verdadeiro, com um olhar pelo bem comum”.

maio 26, 2019

A luta pelo bem comum

Já são 29 meses de mandato como vereador em Caxias do Sul. Neste tempo todo, fiz a minha obrigação: não faltei a nenhuma sessão, e não me ausentei de nenhuma votação importante. propus diversos projetos, fiz centenas de indicações, atendi diversas pessoas, participei de inúmeras reuniões e conversei com todos os segmentos da sociedade. Aio longo deste tempo todo, fiz discursos duros, mas ao mesmo tempo, fiz homenagens emocionantes. Tive discussões fortes, ao mesmo tempo, também tive palavras de respeito e consideração co muitas pessoas. Dialoguei com gente que pensa igual a mim, mas tive a capacidade de respeitar e ouvir, pessoas que pensam completamente diferente do que eu penso.
Recebi muitos elogios. Ganhei admiração de muita gente.
Ao mesmo tempo, recebo muitas críticas, até ofendido sou, por pessoas que pensam que nenhum político presta e que eu sou mais um, igual a todo mundo.
Já fiquei noites sem dormir quando tive que tomar decisões importantes. Ao mesmo tempo, na maioria das vezes, eu consigo chegar em casa e colocar a cabeça no travesseiro e dormir com a consciência tranquila de que estou trilhando o caminho certo.
Não vou vender a minha alma, nem minhas convicções. Posso até mudar alguns conceitos ( e mudei alguns), mas no meu íntimo, na minha formação, está um cara que sempre teve como objetivo principal, trabalhar pelas pessoas que mais necessitam e pelo bem comum, sendo justo, correto, ético e verdadeiro. Sem meias palavras, direto ao ponto. Eu não quero ter pressa, mas não quero perder tempo.
Fiz sempre isso na minha vida, como jornalista, evangelizador, catequista, liderança comunitária.
Não quero decepcionar minha família, meus amigos e todos aqueles que apostaram em mim lá em 2016. “Estou ” vereador, isso é passageiro. Não ambicioso ou vaidoso e não deixo me levar por cargos, posições ou funções.
Exerço um cargo público, recebo recursos públicos, sou vereador e fui presidente da Câmara de Vereadores no ano passado, mas não mudei um ” pontinho” sequer do meu jeito de ser. Minha profissão é jornalista, e sou catequista. Posso, neste tempo de mandato, ter errado aqui e ali. Sim, não sou a pessoa perfeita que faz tudo certo, que fala as coisas certas, que tem o melhor projeto a indicar. Não sou. Mas de uma coisa vocês podem ter certeza: eu não peco pela omissão, não fico em cima do muro, não deixo de falar o que eu tenho para falar, não tenho medo de ameaças, não vendo minha alma nem meu caráter para ninguém. Sou um fiscal ferrenho, me torno até chato, mas sou um ferrenho observador e fiscal da utilização do dinheiro público. Defendo a transparência total e a prestação de contas e esse meu jeito até meio “maluco” de ser, é claro, não agrada algumas pessoas. Azar é delas. Enquanto eu estiver revestido de um cargo público, minha função é zelar para que os recursos que também são públicos,sejam usados da melhor maneira possível em benefício da população e não para proveito próprio de uma pequena maioria.
Eu sou Alberto Meneguzzi, sou jornalista, catequista, vereador de primeiro mandato em Caxias do Sul. Eu acredito em dias melhores e vou continuar sendo o que eu sempre fui : verdadeiro, verdadeiro e verdadeiro.
Prefiro ser assim, do que ser um inútil.

( Alberto Meneguzzi)

 

Meneguzzi participa de encontro estadual de vereadores do PSB e ressalta que partido estará ainda mais forte nas eleições de 2020 em Caxias

maio 26, 2019

O vereador Alberto Meneguzzi participou neste sábado, dia 25 de maio, do Encontro Estadual dos Vereadores do PSB em Porto Alegre. A bancada de Caxias esteve toda presente. Além de Meneguzzi, participaram do encontro os vereadores Elói Frizzo e Edi Carlos. Na sua fala, Meneguzzi destacou que o partido estará forte em 2020 em Caxias do Sul. ” O PSB está construindo um caminho muito bonito na cidade. Tem sugerido leis importantes, como a lei antinepotismo que foi protocolada nesta semana. Estaremos fortes nas eleições do ano que vem. Nosso objetivo é aumentar o número de vereadores e apresentar um projeto concreto e viável para Caxias do Sul.”

No encontro que aconteceu na Assembleia Legislativa, estavam diversos vereadores do PSB vindos de várias partes do estado. Atualmente, o partido tem 262 vereadores no exercício do mandato em todo o RS, sendo que 48 são mulheres. O PSB no RS também possui 31 prefeitos e 25 vice-prefeitos. No total, são mais de 500 lideranças que ocupam cargos importantes no legislativo e executivo de diversos municípios.

Vereadores Alberto Meneguzzi, Edi Carlos e Elói Frizzo, no encontro do PSB em Porto Alegre.